Sociais-democratas dizem que Governo ao deixar IC6 fora do programa de investimento de 102 milhões em infra-estruras rodoviárias é sinal de que PS não quer recandidatura de José Carlos Alexandrino

O PSD de Oliveira do Hospital acredita que o Governo ao não incluir o IC6 no “Programa de Valorização das Áreas Empresariais” que lançou recentemente, e que vai implicar o investimento directo de 102 milhões em infra-estruturas rodoviárias de fundos nacionais, deu um sinal de que não quer José Carlos Alexandrino novamente como candidato nas listas do PS à liderança da autarquia oliveirense. Os sociais-democratas lembram, em comunicado, que o autarca fez depender a sua recandidatura do avanço daquela obra, o que alegadamente não irá ser conseguido.

Lembrando que na visita que recentemente o Ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, realizou a Oliveira do Hospital para presidir à assinatura do contrato de adjudicação da empreitada de Requalificação do Troço da EN17 entre o Nó de Tábua e o limite do Distrito de Coimbra, aquele governante foi claro ao afirmar que as obras do IC6 teriam de ser comparticipadas com fundos comunitários, pois o governo não dispunha de tais verbas, os socais democratas concluem que a realização deste investimento deita por terra esse argumento. “Podemos então concluir que o governo com este lançamento veio dar a resposta a José Carlos Alexandrino ao não o querer ver como recandidato à Câmara Municipal de Oliveira do Hospital nas listas do PS, pois como é público ele fez depender a sua recandidatura do avanço desta obra”, frisam na missiva.

“Número político na Assembleia Municipal”

Para os sociais-democratas, como consequência destes acontecimentos, existiu na última Assembleia Municipal um número político por parte do PS em que tentavam “pressionar José Carlos Alexandrino a avançar para um novo mandato”, um acto que começou com a intervenção do presidente da Junta de Freguesia de Travanca, António Soares, na qual apelou às várias forças políticas e forças vivas do concelho para apoiarem a recandidatura do actual autarca. “Para completar o ‘número político’ ficamos apenas a aguardar que o Sr. Presidente José Carlos Alexandrino venha a público afirmar que, com todos estes apoios só lhe resta avançar para uma recandidatura”, referem, deixando uma pergunta ao autarca: “A pergunta que fica é: para José Carlos Alexandrino, palavra dada será palavra honrada?”.

Os sociais-democratas acusam ainda que a obra de Requalificação do Troço da EN17 entre o Nó de Tábua e o Limite do Distrito de Coimbra foi “foi protelada pelo presente Governo da República durante mais de um ano”, um vez que foi objeto de concurso em Setembro de 2015, ainda com Passos Coelho na liderança do executivo. “Depois de vários atrasos decorrentes do processo, a obra (que ainda não saíu do papel) acabou por ser adjudicada há cerca de dois meses à empresa que ficou classificada em terceiro lugar no mesmo concurso, ou seja, uma obra foi protelada pelo presente Governo da Republica durante mais de um ano”, sublinham, lembrando ao autarca que os “oliveirenses aguardam por uma explicação” sobre todos estes factos.

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  • João Dinis, Jano

    João Dinis, Jano
    Até que enfim ! Até que enfim uma reacção partidária com maior substância por parte do PSD local ! Se as coisas continuassem como têm andado, Alexandrino até perderia outros estímulos para se recandidatar ou seja, a “política local” não dava luta… Sobretudo até porque, ao que parece, outros e renhidos adversários terão emigrado… Atenção que me refiro àqueles que assumem ter veleidades eleitorais aqui…
    Porém:
    Em respeito pela ética e pela prática realmente democráticas, não se pode invocar, porque se pode legitimar, a prática do uso abusivo do aparelho e dos recursos públicos do Estado em proveito partidário e eleitoralista. Ou seja, o PS e o Governo da Nação não podem confundir-se, com o primeiro a servir-se do segundo para ganhar eleições autárquicas ou outras, com ou sem este ou aquele candidato partidário.
    Sim, deve fazer-se o IC6, independentemente de o PS estar no Governo e de Alexandrino ser ou não ser recandidato a Presidente da Câmara de Oliveira do Hospital e, isto, em nada colide com o facto de determinado autarca ou candidato se ter ou não destacado na luta para que se faça o IC 6.
    Aproveito para dizer aqui que, por várias vezes durante vários anos quando havia o PIDDAC nos Orçamentos de Estado – lembram-se? – os Deputados do PCP sempre propuseram, nos debates na especialidade desses vários Orçamentos de Estado, que neles fossem incluídas verbas para os trabalhos no IC 6 de entre outros projectos. Mas, lamentavelmente, os Deputados do PS, do PSD e do CDS sempre lá votaram “CONTRA” essas propostas do PCP !!! E, hoje, podem crer, os Deputados do PCP continuam actuantes tendo em vista idêntico objectivo.
    Sabe-se que o actual Presidente da Câmara PS tem de facto feito depender a sua recandidatura da continuação do IC6 pelo menos até dentro do nosso Concelho. Sabe-se já também que ( a não ser que haja um “milagre”…) não vai haver nem mais um metro de IC 6 nos próximos tempos. Portanto, o actual Presidente da Câmara vai ter que se reposicionar perante esta “fatalidade”… E, estamos convictos, fá-lo-á quando e como entender. Ou seja, não é pelo facto de não haver, já, o IC 6, que Alexandrino deixará de se recandidatar.
    Pior do que ele, pessoalmente considerado, está o PS local para se “justificar”… É no PS que se situa a questão política do problema que é o da falta do IC 6 até dentro de Oliveira do Hospital. E é legítimo invocar aqui as “promessas” de um (conhecido) ex Secretário de Estado das Comunicações (PS) feitas logo em 2007 e anos seguintes, para já não falar das “certezas” assumidas sobre a progressão do IC 6, “certezas” assumidas por membros do PS na Assembleia Municipal de Oliveira do Hospital nessa mesma época…e que, hoje, continuam PS e na Assembleia Municipal de Oliveira do Hospital. É que se estes já se esqueceram, nós aqui estamos para os ajudar a relembrar…
    Entretanto, ouvindo o actual responsável concelhio pelo PS em Oliveira do Hospital, particularmente na última Sessão da Assembleia Municipal (Fevereiro passado), podemos já ante-ouvir a estória que nos vão “contar” sobre a falta de progressão do IC 6. Vão repetir que a culpa é do anterior governo PSD/ CDS – e este teve de facto muita culpa nisso – como já antes tivera, aliás, o governo PS/ Sócrates/ Paulo Campos, mas desta fase também se não lembra já o actual responsável do PS concelhio…
    E vão continuar, na tentativa de nos enrolarem, com a “tese” de que a seguir a 2018 e dos “estudos” que o actual Ministro já mandou fazer, logo após 2018 é que o IC 6 vai avançar no terreno… E o actual Presidente da Câmara vai aí ganhar algum “conforto” para se recandidatar…
    Pois claro, ainda que o IC 6 apenas avance em 2030, ainda assim, será após 2018, pois claro !…
    Seja como for, melhor que um IC 6 até dentro de Oliveira do Hospital, será um IC 6 até à A 25 e será também um IP 3 recuperado para já desde o Porto da Raiva até à A 1 – Coimbra-Norte !!
    João Dinis, Jano

  • João Dinis, Jano (I)

    João Dinis, Jano
    Até que enfim ! Até que enfim uma reacção partidária com maior substância por parte do PSD local ! Se as coisas continuassem como têm andado, Alexandrino até perderia outros estímulos para se recandidatar ou seja, a “política local” não dava luta… Sobretudo até porque, ao que parece, outros e renhidos adversários terão emigrado… Atenção que me refiro àqueles que assumem ter veleidades eleitorais aqui…
    Porém:
    Em respeito pela ética e pela prática realmente democráticas, não se pode invocar, porque se pode legitimar, a prática do uso abusivo do aparelho e dos recursos públicos do Estado em proveito partidário e eleitoralista. Ou seja, o PS e o Governo da Nação não podem confundir-se, com o primeiro a servir-se do segundo para ganhar eleições autárquicas ou outras, com ou sem este ou aquele candidato partidário.
    Sim, deve fazer-se o IC6, independentemente de o PS estar no Governo e de Alexandrino ser ou não ser recandidato a Presidente da Câmara de Oliveira do Hospital e, isto, em nada colide com o facto de determinado autarca ou candidato se ter ou não destacado na luta para que se faça o IC 6. (continua)

  • João Dinis, Jano (II)

    Aproveito para dizer aqui que, por várias vezes durante vários anos quando havia o PIDDAC nos Orçamentos de Estado – lembram-se? – os Deputados do PCP sempre propuseram, nos debates na especialidade desses vários Orçamentos de Estado, que neles fossem incluídas verbas para os trabalhos no IC 6 de entre outros projectos. Mas, lamentavelmente, os Deputados do PS, do PSD e do CDS sempre lá votaram “CONTRA” essas propostas do PCP !!! E, hoje, podem crer, os Deputados do PCP continuam actuantes tendo em vista idêntico objectivo.
    Sabe-se que o actual Presidente da Câmara PS tem de facto feito depender a sua recandidatura da continuação do IC6 pelo menos até dentro do nosso Concelho. Sabe-se já também que ( a não ser que haja um “milagre”…) não vai haver nem mais um metro de IC 6 nos próximos tempos. Portanto, o actual Presidente da Câmara vai ter que se reposicionar perante esta “fatalidade”… E, estamos convictos, fá-lo-á quando e como entender. Ou seja, não é pelo facto de não haver, já, o IC 6, que Alexandrino deixará de se recandidatar.

  • João Dinis, Jano

    (IV)
    E vão continuar, na tentativa de nos enrolarem, com a “tese” de que a seguir a 2018 e dos “estudos” que o actual Ministro já mandou fazer, logo após 2018 é que o IC 6 vai avançar no terreno… E o actual Presidente da Câmara vai aí ganhar algum “conforto” para se recandidatar…
    Pois claro, ainda que o IC 6 apenas avance em 2030, ainda assim, será após 2018, pois claro !…
    Seja como for, melhor que um IC 6 até dentro de Oliveira do Hospital, será um IC 6 até à A 25 e será também um IP 3 recuperado para já desde o Porto da Raiva até à A 1 – Coimbra-Norte !!
    João Dinis, Jano

  • João Dinis, Jano

    III
    Pior do que ele, pessoalmente considerado, está o PS local para se “justificar”… É no PS que se situa a questão política do problema que é o da falta do IC 6 até dentro de Oliveira do Hospital. E é legítimo invocar aqui as “promessas” de um (conhecido) ex Secretário de Estado das Comunicações (PS) feitas logo em 2007 e anos seguintes, para já não falar das “certezas” assumidas sobre a progressão do IC 6, “certezas” assumidas por membros do PS na Assembleia Municipal de Oliveira do Hospital nessa mesma época…e que, hoje, continuam PS e na Assembleia Municipal de Oliveira do Hospital. É que se estes já se esqueceram, nós aqui estamos para os ajudar a relembrar…
    Entretanto, ouvindo o actual responsável concelhio pelo PS em Oliveira do Hospital, particularmente na última Sessão da Assembleia Municipal (Fevereiro passado), podemos já ante-ouvir a estória que nos vão “contar” sobre a falta de progressão do IC 6. Vão repetir que a culpa é do anterior governo PSD/ CDS – e este teve de facto muita culpa nisso – como já antes tivera, aliás, o governo PS/ Sócrates/ Paulo Campos, mas desta fase também se não lembra já o actual responsável do PS concelhio…

  • João Dinis, Jano

    II
    Aproveito para dizer aqui que, por várias vezes durante vários anos quando havia o PIDDAC nos Orçamentos de Estado – lembram-se? – os Deputados do PCP sempre propuseram, nos debates na especialidade desses vários Orçamentos de Estado, que neles fossem incluídas verbas para os trabalhos no IC 6 de entre outros projectos. Mas, lamentavelmente, os Deputados do PS, do PSD e do CDS sempre lá votaram “CONTRA” essas propostas do PCP !!! E, hoje, podem crer, os Deputados do PCP continuam actuantes tendo em vista idêntico objectivo.
    Sabe-se que o actual Presidente da Câmara PS tem de facto feito depender a sua recandidatura da continuação do IC6 pelo menos até dentro do nosso Concelho. Sabe-se já também que ( a não ser que haja um “milagre”…) não vai haver nem mais um metro de IC 6 nos próximos tempos. Portanto, o actual Presidente da Câmara vai ter que se reposicionar perante esta “fatalidade”… E, estamos convictos, fá-lo-á quando e como entender. Ou seja, não é pelo facto de não haver, já, o IC 6, que Alexandrino deixará de se recandidatar.

  • João Dinis, Jano

    João Dinis, Jano
    Até que enfim ! Até que enfim uma reacção partidária com maior substância por parte do PSD local ! Se as coisas continuassem como têm andado, Alexandrino até perderia outros estímulos para se recandidatar ou seja, a “política local” não dava luta… Sobretudo até porque, ao que parece, outros e renhidos adversários terão emigrado… Atenção que me refiro àqueles que assumem ter veleidades eleitorais aqui…
    Porém:
    Em respeito pela ética e pela prática realmente democráticas, não se pode invocar, porque se pode legitimar, a prática do uso abusivo do aparelho e dos recursos públicos do Estado em proveito partidário e eleitoralista. Ou seja, o PS e o Governo da Nação não podem confundir-se, com o primeiro a servir-se do segundo para ganhar eleições autárquicas ou outras, com ou sem este ou aquele candidato partidário.
    Sim, deve fazer-se o IC6, independentemente de o PS estar no Governo e de Alexandrino ser ou não ser recandidato a Presidente da Câmara de Oliveira do Hospital e, isto, em nada colide com o facto de determinado autarca ou candidato se ter ou não destacado na luta para que se faça o IC 6.

  • António Lopes

    (VI)
    Esta de levar ovelhas para Lisboa, se calhar, é para pensarem por lá que o homem é importante e insubstituível! Umas larachas na televisão, mais umas ameaças, mais uma venda de banha da cobra e os apoios vêm! Já repetiu tanta vez mas, não aprendeu nada. Como sabes já ando nisto há muito e consigo ler politicamente. Só que as “fogachadas de pólvora seca” já não resultam. Já foram tantas que já ninguém lhe liga. Com tanta gente aflita para comprar remédios, educar os filhos, alguns até para comer, gastam em feiras de queijo, feito com a “qualidade” que os técnicos denunciam e, mesmo assim, vende-se todo. Se não há queijo para vender, precisam de investir na divulgação para quê? Não deviam investir em gastar na qualidade e no aumento da produção?
    E já agora onde anda o revolucionário PCP, além dos seus escritos? Fica bem saudar os adversários por darem “um ar da sua graça”, mas não ficava mal ao PCP, fazer alguma coisinha, até pelas responsabilidades e histórico que tem? Ou está na “geringonça”, também ao nível Municipal? Pela “bicada” fica-me a reserva. Trata lá das listas do nosso partido e não te preocupes com as minhas “veleidades”. Isso dito ao eleito mais votado de sempre para a Assembleia Municipal por quem não se conseguiu eleger fica com sabor a anedota ou provocação. Como sabes, tenho elevada cultura democrática. Encaixo com facilidade estes “cumprimentos”…
    Abraço,
    António Lopes

  • António Lopes

    (V)
    Resulta óbvio que, o PS Nacional, não quer ter o ónus do despedimento de Alexandrino. Mas também não tem grandes entusiasmos com os apoios. E sabes porquê? Já houve um primeiro-ministro da área socialista, que lhe mandou telefonar dizendo: Que com amigos assim, dispensava os inimigos! O Camarada que está “careca” nestas andanças, sabe muito bem como isto se paga. E não me lembra de ter vindo mais nada para Oliveira do Hospital, desde esse bendito telefonema.
    Para te dizer que tenhas calma, pois, se tiver a “veleidade” vou ter mais alguma coisa. Mesmo “emigrado”, penso, sou das pessoas mais informadas do Concelho. Como estou do que o Concelho pensa de mim e do Senhor Presidente de Câmara. Também por isso, estou informado das muitas malfeitorias que se continuam a fazer e do esbanjamento do dinheiro público, sem qualquer critério de racionalidade.

  • António Lopes

    (IV)
    Tive 8 pareceres favoráveis da CADA, Tenho duas queixas no Ministério Publico de que aguardo desfecho. Processos em que o meu amigo e Camarada também foi ouvido. Estou desde 20 de Setembro de 2014 à espera de uma decisão sobre a minha demissão. Estou desde Março de 2015 à espera do resultado das queixas, que reputo de graves, que fiz ao MP. Foi público que a judiciária andou a investigar todas as queixas. Como disse, ainda não fui notificado do arquivamento, o que me leva a concluir estarem em andamento.
    Posto isto, que podem os “aguerridos adversários” fazer mais? Passar continuamente a “mesma cassete”? Isto é, denunciar o que está repetidamente denunciado? Com a justiça a este ritmo que mais posso fazer? Substituir o Juiz? Repeti até à exaustão a questão dos ICs, que todas as pessoas sérias, sabem que não serão feitos tão depressa e, especialmente, com este presidente lá? Sei mais do que o que digo. A recente resposta do Governo, e do ministro, que até é “amigo”, aqui em Oliveira, para bom entendedor basta. Não há dinheiro para o IC, mas há para obras de menor relevância!

  • António Lopes

    III
    António Lopes saiu do projecto PS onde estava como INDEPENDENTE, quando confrontado com uma super maioria, o partido ganhador achou que era o tempo dos “nossos”, deles, e que o Presidente da AM só o podia ser se fosse leal ao PS (Francisco Garcia, filho, AM de 13 de Dezembro de 2013 (ver acta).O meu projecto era e é para todos. Logo se era só para alguns, estava a mais. E também não faz o meu género ser INDEPENDENTE DE OCASIÃO. Não sou de me deslumbrar com o poder. Sempre me servi dele, para servir, e assim será no futuro. Não preciso do poder para nada, a não ser para poder ajudar o meu semelhante.
    Não me pesa a consciência de não ter cumprido com os compromissos que assumi com os Oliveirenses. Denunciei tudo o que havia para denunciar. Tentei corrigir tudo o que havia para corrigir. Favorecimentos de vária ordem: empregos anómalos e imorais, aumento de água, abusos nas adjudicações, a vergonha da BLC, os oportunistas políticos e narcisistas que complicaram a resolução dos médicos e afastaram a construção dos ICs. Denunciei, com números, a inconsciência e irresponsabilidade das festas e festinhas, das feiras e feirinhas, de que o camarada também é um defensor!

  • António Lopes

    (II)
    4º- Como podes verificar, “a notícia da minha morte, é manifestamente exagerada”. Depois, as eleições são em Setembro. Portanto, faltam mais de seis meses. Até agora o único que assumiu a candidatura fui eu. O actual PR começou em Outubro e em Janeiro era presidente e numa eleição nacional!
    5º-Devo concluir do seu discurso, que o meu partido de sempre, de que o camarada é o principal responsável já “atirou a toalha ao tapete”, mesmo antes do combate começar? Por alguma razão me vou afastando…
    Quanto às “veleidades”, sempre que decidi candidatar-me ao que quer que fossem clubes, sindicatos, autarquias, AR, raramente conheci o amargo da derrota. E já fui candidato a muita coisa, muitas vezes, desde 1977. Quase sempre eleito. Até para deputado da Republica, perdi para o hoje Secretário-geral da ONU, por 93 votos. Obtive a melhor votação de sempre. Como fui o presidente de AM, eleito com mais votos neste Concelho, ainda nas últimas eleições. Será que o camarada não se deu conta? Não sou de reivindicar nada mas, já ouvi muitas vezes, que houve quem chegasse a presidente de junta e a Presidente de Câmara, porque houve um António Lopes. Admito que seja exagero.
    O que pode estar a acontecer é que há um tempo para tudo e convém saber gerir os tempos.

  • António Lopes

    Vá lá saber-se porquê, ou talvez não, fui forçado a comprar um novo computador, pois não conseguia, sequer, ler as notícias neste jornal. E muito menos comentar. Explico: ao primeiro clique para abrir a notícia, enviava-me para notícias passadas e sempre para a mesma. Dada a explicação vou tentar compensar a ausência.
    Lendo este artigo do meu amigo e camarada João Dinis, não posso deixar de fazer cinco reparos: e algumas achegas…
    1º- Depois de tanto ouvir e conversar com o nosso “Ilustre” presidente de Câmara, o meu camarada João Dinis parece que já lhe ganhou alguns tiques. Explico: também já usa o termo “alguns”…
    2º -Posto o termo no plural e sabendo eu das muitas dificuldades porque passam os Portugueses, não obstante a “Geringonça”, ouvindo algumas criticas a deputados Municipais, que labutam fora do Concelho, de que “não vivem cá”, pergunto se mais alguém, além de mim, emigrou?
    3º Se te referes ao meu caso, como tenho dito, repetidas vezes, ao Senhor Presidente da Câmara, eu sou só um e chamo-me António Lopes.