João Paulo Albuquerque

A decadência dos presidentes. Autor: João Paulo Albuquerque

“Veremos alçados ao Poder analfabetos, meninos mimados, escroques de toda a espécie que conhecemos de longa data. A maioria não servia para criados de quarto e chegam a presidentes de câmara, deputados, administradores, ministros e até presidentes de República.” (texto apócrifo sobre o 25 de Abril, falazmente atribuído a Marcelo Caetano)

Se o autor deste trecho tivesse conhecimento do que politicamente se passa em Oliveira do Hospital, não se esqueceria de, entre outros, acrescentar ao rol de incumbências que mencionou, o cargo de presidentes de assembleia, já que, mais uma vez a atitude usada por aquele que (na minha opinião ilegalmente) ocupa a função na condução dos trabalhos voltou a expressar na reunião da AM na passada sexta-feira dia 19/06/2014, facilmente granjearia lugar de destaque na lista em questão.

Que ética pode ter esta criatura que acha que o valor de um Homem se define pelo caminho percorrido entre os pontos de partida e de chegada, respectivamente? Qual será o ponto de chegada deste doutor da ‘Lei’ cujas actuações a ‘Ela’ inerentes, já o obrigaram a ouvir que mostrasse a sua cédula profissional? Observou-se na mesma assembleia que, para além de outras deficiências, foi tomado por uma determinada surdez que não o deixava ouvir um determinado deputado.

Relativamente ao seu valor humano, adivinha-se uma valente redução, pois com estas constantes, paupérrimas e indecorosas actuações, representando o mais alto cargo concelhio não é de esperar encontrar o seu ponto de chegada acima daquele com que começou no momento em que Deus o pôs no mundo.

Este ser inenarrável, após abrir os trabalhos, usou da palavra para dar voz a um texto de achincalhamento, onde basicamente apelava ao silenciamento de António Lopes. Como se pode admitir tal verborreia precisamente no local que deveria ser o “éden” da democracia Oliveirense, o local de onde da discussão viesse a luz que mostrasse o caminho a percorrer? O que esperar dos trabalhos conduzidos por este “presidente”? Nada de positivo, pois não tem carácter para rebater e contrariar as opções desacreditadas e infundadas do presidente da câmara, tornando-se cada um deles nas duas faces da mesma moeda do numerário que tem servido para comprar e sustentar a aviltada política concelhia.

Porque a definição de ética não é exacta, nem una e muito menos universal, para podermos reputar através das suas variadíssimas definições o carácter demonstrado por este homem que tomou a liderança, mas que é liderado, deixo-vos com a minha definição da mesma: “Ética é o conjunto de princípios que norteiam a determinação e utilização dos meios à nossa disposição para atingirmos os fins a que nos propomos.”

Os princípios que o Sr. Rodrigues Gonçalves demonstra ter estão nos antípodas daqueles que o Sr. António Lopes defende e mostrou possuir. Como tal está a enganar e a maltratar todos aqueles que se reviam nos princípios do 1º eleito à AM.

Usa e abusa dos meios disponíveis, muitas vezes de forma cobarde e de legalidade duvidosa, negando e ferindo mortalmente a formação que diz ter. Enfim, o fim e o propósito de fazer valer tudo aquilo que o clã socialista propõe para o seu próprio proveito leva a considerá-lo um ser sem ética, um ser desprezível causador de danos traumáticos na política, na sociedade e na história de Oliveira do Hospital. O futuro encarregar-se-á de rapidamente fazer esquecer tal figura que afincadamente tem contribuído para o aprofundamento do marasmo e do retardamento que energicamente ajudou a instaurar no concelho.

Depois deste retrato político que regista a actuação de Rodrigues Gonçalves na reunião da AM, passo a mostrar a fotografia que assinala a prestação do Presidente da autarquia no mesmo grupo de trabalho.

Não posso começar sem evocar o seguinte poema:

Os bons vi sempre passar

No Mundo graves tormentos;

E pera mais me espantar,

Os maus vi sempre nadar

Em mar de contentamentos.

Cuidando alcançar assim

O bem tão mal ordenado,

Fui mau, mas fui castigado.

Assim que, só pera mim,

Anda o Mundo concertado.

(Ao desconcerto do Mundo de Luís de Camões)

Torna-se evidente que à luz do Nosso Grande Poeta, o mundo político e social começa a concertar-se para José Carlos Alexandrino em concordância com as opções e atitudes que tem tomado neste passado recente. O mar de contentamentos em que iniciou a contenda com António Lopes, desprezando-o, diminuindo-o, desacreditando-o e até humilhando-o perante a sociedade Oliveirense, numa altura trágica para as finanças do mecenas concelhio que no passado tinha agarrado no desconhecido treinador, de desconhecidas equipas de futebol, transformando-o em presidente de câmara, tornou-se agora num mar irado, com ondas gigantes e vagas profundas que não deixa navegar e promete naufrágio.

Actualmente, o presidente da câmara não consegue responder às questões que lhe são colocadas nas Assembleias Municipais. O caricato caso dos 381 mil euros teve um desfecho muito peculiar e cómico, pois até agora ninguém conseguiu explicar de forma simples e convincente qual o tratamento contabilístico desse valor. Ninguém conseguiu explicar, e poucos conseguiram compreender, incluindo o próprio Presidente da Câmara que caso tivesse entendido, tinha explicado, pois não perdia essa oportunidade política de responder ao seu opositor, que muito tem rido com esta situação, e tal como afirmou na AM, compreendeu assim que recebeu os documentos referentes à última assembleia, pois na posse de três documentos consegue computar os números e entender as operações.

Engraçado foi um deputado e reputado engenheiro que, mostrando mais empenho na política para as legislativas do que no trabalho que ali o levou, dizer naquela assembleia que o Sr. Presidente devia promover um curso de contabilidade para os deputados menos inteligentes, pois ele, ao contrário do colega Dr. Luis Lagos, entendeu logo. A verdade é que a maioria ficou na mesma, preferindo a antiga explicação e remeter o caso para o “efeito temporal da coisa” que anteriormente foi a resposta que conseguiram dar ao ausente deputado municipal numa reunião de câmara onde Alexandrino de modo autocrático deu o assunto como encerrado. Enganou-se mais uma vez, pois teve que trazer o caso à AM como a Lei manda e prestar os esclarecimentos ao já esclarecido 1º eleito.

Abrindo aqui um parêntesis para responder pessoalmente ao Sr. Presidente, visto nessa mesma reunião de câmara, José Carlos Alexandrino ter aproveitado para me definir como um vendido a quem o Ministério Público nem sequer reconhece credibilidade, tendo usado a “Folha do Centro” para publicar a seguinte afirmação que proferiu: “São comportamentos miseráveis”, disse, sublinhando serem estes “arautos que falam de honestidade” que “compram testemunhas a quem o Ministério Público nem sequer reconhece credibilidade”.

Isto só pode ser o mundo a concertar-se tão afincadamente para com o Sr. Presidente que já precisa das reuniões de câmara para me tentar combater, a mim, que faço uns artigos de opinião de vez em quando. O que será dos verdadeiros problemas que assolam o concelho? Vão por certo ficar imortalizados.

Aproveito para explicar que tinha optado por nada opinar que perturbasse o Sr. Presidente, pois sabia que “este possível concerto do mundo” tinha-o contemplado com uma doença grave que transformou o calmo mar da sua saúde num “cabo das tormentas”. Como as noticias que me vão chegando, relatam que o Sr. Presidente está a vencer a doença, o que me deixa satisfeito, e como o próprio disse na AM que é difícil de vergar, fico contente por a enfermidade estar sanada sem o ter castrado politicamente e me permitir sem peso de consciência responder à letra a José Carlos Alexandrino.

Nesse processo em que fui arrolado testemunha por parte do Sr. António Lopes, com o meu consentimento, nunca fui ouvido por nenhum juiz, nem nunca fui a tribunal, limitei-me a redigir a resposta a uma questão ambígua que o juiz deixou lavrada, isto na presença de um Oficial de Justiça. Esta foi toda a participação que tive no processo, a única pessoa que comigo cruzou neste decurso, foi o tal Oficial de Justiça. Quando o Sr. Lopes me fez chegar o resultado do processo, que foi mandado arquivar, como por norma o são todos que envolvem figuras públicas, constava o seguinte em relação à minha pessoa: “Foi inquirida como testemunha João Albuquerque, o qual disse ter tido uma conversa particular com o arguido José Mendes, na qual lhe pediu para reatar o relacionamento deste com o assistente, ao que o arguido se negou a fazê-lo. No decorrer desta conversa, havida em 25/04/2014, o arguido mostrou-lhe um documento vindo das Finanças e que era semelhante ao documento que foi publicado na primeira página do Jornal do Centro. Nas suas declarações, esta testemunha declarou que, quando viu a notícia, ficou perplexo e completamente desacreditado quanto ao carácter do Presidente da Câmara Municipal, o que permite intuir que esta testemunha está fortemente incompatibilizada com este arguido a ponto de relatar uma conversa privada que ambos tiveram, o que merece reservas na análise da sua credibilidade.”

Esta é a justiça que temos e que não merece a minha credibilidade, pois como disse nunca fui ouvido, e não colocaram o meu depoimento, fizeram um resumo como lhes interessou, pois na tal reunião que se efectuou após as celebrações do 25 de Abril na autarquia, tive uma conversa particular com o Sr. Presidente no seu gabinete referente à restruturação do teatro da SRE. Nessa reunião, aconselhei efectivamente José Carlos Alexandrino a reatar a amizade com António Lopes, dizendo-lhe, inclusivamente, que ainda estavam a tempo de fazer um bom mandato. Mais coisas de elevada importância foram ditas, mas que ficam no meu silêncio. No entanto, deixei no relato que o documento era o mesmo, não era semelhante, e que o Sr. Presidente mo tinha mostrado firmando que se eu dissesse a alguém que ele mo mostrou o negaria afincadamente. Fiquei realmente perplexo quando passado uns dias apareceu na primeira página da “Folha do Centro” e atónito quando soube que a Margarida Prates se recusou a depor de modo a apontar quem lhe tinha feito chegar o documento. É conveniente lembrar, tal como o fiz no meu depoimento, que no dia 26 de Abril, portanto no dia a seguir a esta conversa, houve a reunião de AM, onde as relações entre Alexandrino e Lopes azedaram ainda mais, levando o bom feitio do Sr. Presidente a tomar a atitude de publicar o documento. O Sr. Dr. Juiz, depois de resumir à sua maneira o meu depoimento, intuiu (repare-se, o juiz decidiu por intuição) que eu estava fortemente incompatibilizado com o arguido a ponto de relatar uma conversa privada. Note-se que só a relatei a ele, pois não relatei a mais ninguém a não ser no meu depoimento, como tal, a minha credibilidade para com ele, está sob reserva. Se nada lhe tivesse dito era uma pessoa credível para este juiz, uma testemunha muda, mas credível.

Cabe agora aos leitores, porque isso é que realmente me interessa, fazerem o vosso juízo. Afirmo em qualquer lado que não sou mentiroso, sou honesto e por ventura a justiça que temos não se entende bem com este tipo de pessoas. Já no que respeita a ter-me vendido, quero dizer ao Sr. Presidente, que o Sr. Lopes mesmo no tempo em que tinha milhões para gastar na sua eleição, não tinha dinheiro suficiente para me comprar, muito menos agora que segundo o edil está falido…

Continuando com a demonstração de que o mundo está a concertar-se para com o Sr. Presidente da Câmara, não posso deixar de relatar o caso que publicamente foi motivo de chacota, e estou a relembrar o “projecto revolucionário para a saúde” que o Sr. Presidente idealizou e levou para a apreciação do Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde, tendo afirmado em plena AM que desconfia que alguém disse a Leal da Costa que se pusessem em prática tal projecto, imortalizavam José Carlos Alexandrino e que seria edificada uma estátua dele.

Acredito até que lhe ergueriam um colosso em cada Freguesia, digo no gozo. Esta afirmação ainda é mais pejorativa do que aquela em que afirmou ter sido convidado à revelia do PS para ser candidato a Primeiro-ministro. Questiono-me muitas vezes, se estas ondas de loucura que lhe dão nas Assembleias Municipais param por aí ou se continuam pela governação que tem desenvolvido?

Sr. Presidente, leve esse projecto ao Dr António Arnaut, pois para além de “pai do actual SNS” ficava também a ser “avô” do sistema de saúde Alexandrino. Dificilmente o governo não o levaria em conta.

Fora da política propriamente dita, o mundo também se anda concertar a nível profissional para com José Carlos Alexandrino. É que depois de tantos anos a preparar “um lugar ao sol” para usufruir daqui por três anitos, os Arganilenses estragaram-lhe a festa, negando-lhe o lugar que estava reservado para que, quando deixasse a CMOH, pudesse paulatinamente ir usufruir de um excelente rendimento para a acumular à legal reforma que terá direito.

O FCOH depois de ter sido contemplado com perto de 400 mil euros num relvado sintético, não consegue direcção, nem equipe sénior. Não sei se foi por o “Continente” vir para o seu lado ou se foi por terem colocado a caleira na cobertura.

Os empresários de sucesso, que arduamente e ao longo de vários anos criaram uma marca de eleição concelhia, IG-Irmãos Gonçalves, têm com esta governação de desistir da distribuição alimentar porque não conseguem competir com os colossos nacionais do ramo.

Para terminar pois o artigo já vai longo, nota-se que José Carlos Alexandrino, mesmo com tudo a seu favor, não está a conseguir vencer o embate em que se envolveu quando desafiou António Lopes. Cada vez mais desacreditado e em convalescença, vamos ver até onde consegue levar este confronto. O descrédito no presidente sente-se dentro das próprias paredes da autarquia e não é por acaso que a lista que ele apoiou para a ARCIAL já deu “guia de marcha” ao estagiário Manuel Martins, cujo irmão contribuiu para a eleição de Alexandrino, para colocarem Carolina Veiga. Esta filha do ilustre socialista, infelizmente já desaparecido Engº José Veiga, acabou a sua prestação na CMOH, mas não ficou sem emprego. A ARCIAL admitiu também para os seus quadros a experiente esposa do vereador Nuno Ribeiro.

Há que aproveitar ao máximo enquanto o homem lá está, pois pode acontecer que brevemente já lá não esteja. É assim que os socialistas governam o nosso concelho. O progresso está garantido.

João Paulo AlbuquerqueAutor: João Paulo Albuquerque

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  • Oliveisense

    Muito bem,gostei da explicação,assim vamos sabendo das desgraças do Concelho e creio que outras se vão seguir, até este presidente sair.

  • António Lopes

    Por mero acaso, deparei-me hoje com a história de um ilustre cidadão Português, de seu nome António Vieira, que conheceu a honra, a glória e a perdição, na Grande Rússia de Pedro o Grande.É o personagem de um livro do Professor e jornalista José Milhazes, correspondente em Moscovo. A sua seriedade, o ser incorruptível mereceu-lhe as inimizades e o afastamento da corte,acabando na Sibéria…Já naquele tempo havia Sibéria, acabando reconhecido e reabilitado 2 anos antes da sua morte. Ontem como hoje os oportunistas,os sem carácter são os que vão “arribando”. Ontem como hoje a história, quase sempre, encarrega-se de separar o trigo do joio. João Paulo: dentro da nossa formação cristã , oremos por eles ao Senhor..! Que Ele lhes perdoe.Um dia destes vão perceber que “o crime não compensa” que a vã glória,o desrespeito pelo próximo, são pequena compensação quando comparado com a lisura de vida e a satisfação do dever cumprido.Parabéns pelo teu artigo..! Teremos que continuar a penar, sozinhos, segundo eles..! Conforta-me que vou vendo a reacção dos Oliveirenses pelos inquéritos aqui publicados.Entristece-me,como pudeste constatar, viste a indignação daquele cidadão a quem perseguem por pensarem que fala comigo…! Esta gente , desce mesmo, muito baixo..!

    • Espírito Santo Bom

      Ele não anda com muita
      vontade de lhe perdoar, repare-se que até o mundo futebolístico anda a
      concertar em seu desfavor, pois até o Seu filho Jesus (o Jota não o Cê) lhe
      levou do Benfica para o Sporting.

    • João Paulo Albuquerque

      Sr Lopes;

      Peço imensa desculpa vir tão tarde agradecer a gentileza do seu comentário, mas só agora dei conta do que escreveu. Ao contrário de que pensam e dizem, não passamos aqui a vida e como o comentário estava tão para baixo passou-me despercebido.
      Fiquei efectivamente constrangido com as palavras do cidadão em questão, e como sabe, é essa a fundamental razão que me leva a lutar contra esta situação político-social de carácter autocrático que se instalou em Oliveira com déspotas acéfalos mas de má índole colocados nas funções de comando. Infelizmente, esse cidadão que tem que se vergar a essa gente, é uma pequena fracção da realidade. No entanto, começam a ouvir-se cada vez mais e mais alto as vozes da revolta, e a mim, embora em muito menor numero que a si, chegam muitas queixas que constatam situações que envergonham o normal Ser Humano.
      Pois, tal como disse, “cá continuaremos a penar sozinhos”, com os companheiros que nos seguem e como tem dado conta tem aumentado em alguns milhares. Aqui, no CBS é normal sermos lidos por “um vazio” de mais de 5000 almas, os teatros das AM e Reuniões de Câmara só servem para conseguirmos aumentar “esse vazio”.
      Cá continuaremos.

      Muito brigado
      João Paulo Albuquerque

  • Politicalex

    Carolina Veiga… esposa do Nuno Ribeiro..? Pois… eles não se metem nisso. Isso são invenções do AL..! “Os nossos”..!

  • António Silva

    A esposa do Nuno Ribeiro na ARCIAL? Mas é já assim desta forma descarada que se faz a selecção de pessoal? Esta gente não tem um pingo de vergonha na cara.

    • desempregado

      Coitada da Maria José, deu um tiro no pé, vendeu-se para subir, para neto a ver cair, o ciclo é vicioso e a fome de poder é a mais difícil de saciar. carrinhas novas e patrocinadas, ou no parque da instituição ou no parque do carvalho.

      não é esta a esposa, conceituada contabilista nas bobadelas? que tal dar umas aulas ao alex? são apenas números. tal como o número de pessoas ilustres condenadas pelos desvios e prendas.

      a verdade, essa é tímida, não gosta de aparecer.

  • A. Pereira

    Um concerto desconcertante. Parabéns pelo artigo e obrigado por nos ir mantendo informados.
    Quando será que esta gente dá conta que já enganaram quem tinham que enganar? Agora, já só metem nojo.

    A. Pereira

  • Oliveisense

    Muito obrigado João Albuquerque,ficou pasmado com o que se vai sabendo.Então essas senhoras não estavam a trabalhar?Saíram de onde estavam? Porque? Amanhã vou até aos cafés e conversar para ver o que se está a passar por Oliveira.Mais uma vez obrigado pelo artigo e mais diria, se o presidente o tratou mal ainda disse pouco neste artigo,apesar de extenso.

  • António Lopes

    “Decadência”..! Parece-me que o título não podia ter sido melhor escolhido.De facto é de decadência que se trata.Decadência no carácter,decadência dos valores, decadência da ética,decadência da gestão pública..Agora que o processo findou, já se pode falar.Quando inquirido à cerca de quem teria entregue o documento à jornalista, o Sr.Presidente da Câmara, disse que não sabia… pois, havia mais de CINQUENTA pessoas a lidar com a correspondência, na Câmara Municipal..! Não há, porque se houvesse, podia estar explicado porque temos uma dívida de 130% do PIB. Confrontado com a responsabilidade, tal como fez com as contas e uma série de perguntas, desculpa-se com os funcionários.Ora, tal comportamento é o que de mais reprovável se pode ter.Um líder assume sempre as responsabilidades.Fica hoje provado quem é que forneceu o documento.Como fica provada a forma mesquinha e o carácter das pessoas.Perante as dificuldades alheias, manifesta-se um sentimento de satisfação .Quem assim reage, tem personalidade para exercer um cargo público? Acresce e porque já não é mais tempo para contemplações,sendo por isso o tempo de responder de igual para igual, o senhor presidente devia-me e continua a dever,pessoalmente, cinco vezes mais o valor da notificação.pelo que, se fosse pessoa de bem,não só não divulgava,porque a lei o proíbe, como trataria de resolver o problema.Acresce que, a seu pedido são mais sessenta mil euros que estou desembolsado,sem que mostre qualquer preocupação em me ressarcir, mesmo sabendo, divulgando e propagandeando as minhas dificuldades.,como se, isso, nos tempos que correm, não fosse o comum dos cidadãos e das empresas.excluindo os que têm um emprego certo e bem remunerado,à custa dos nossos cada vez maiores impostos.Sendo que, efectivamente, estou a atravessar um período de menos tesouraria, que não de menor património.Esse felizmente,vou-o valorizando todos os dias…Quando chegar a hora não faltará o necessário e o suficiente para que o Sr.presidente tenha o futuro que merece. O caminho da rua..! Pessoas assim, pela higiene politica, não podem exercer cargos públicos.

  • Manel da Esculca

    Magnífico texto, adorei. Muito bem escrito e cheio de sumo. Já li duas vezes e vou reler. Parabéns, continue!

  • Margarida Veiga

    Caríssimo João Paulo Albuquerque, independentemente do direito de que é titular, o direito à liberdade de expressão, por consideração e respeito que deveria ter perante a família e o próprio “infelizmente já desaparecido Eng. José Veiga” (usando das suas palavras) agradecia que não fosse proferido o seu nome num artigo de opinião, uma vez que nada acrescenta à matéria por si desenvolvida.
    E, se me permite o juízo de valor ao seu artigo (enquanto titular de um mesmo direito à liberdade de expressão) julgo que deveria acima de tudo certificar-se da veracidade dos factos. Associado a um artigo de opinião, estará sempre um carácter subjectivo, no entanto, a verdade deverá sempre prevalecer. E parece-me que a sua opinião se baseia, única e exclusivamente, numa perspectiva do acontecimento.

    • Oliveisense

      Para quê este Blá Blá. minha senhora.Guarde a viola no saco e fique com o seu trabalhinho.Olhe que há muita gente à espera de trabalho.Quanto ao Sr. seu pai.o que li foi de respeito para com ele e nada em contrário.

      • Margarida Veiga

        Obrigada pelo seu conselho, no entanto, ainda não me encontro a exercer. Continuo, como muita gente à espera de trabalho.
        Não proferi, em lugar algum, que o meu pai foi desrespeitado, mas sim que o nome dele não deveria ser invocado, por respeito a quem de direito.

        • Oliveisense

          Muito obrigado.Assim fico esclarecido e mais também não tenho trabalho.

    • João Paulo Albuquerque

      Caríssima Margarida Veiga;

      Usei efectivamente o nome do Senhor seu Pai, identificando-o como “ilustre
      socialista”, que infelizmente esqueceu de referir no seu comentário. Claro que
      não foi ingénua esta apreciação, pois mostra as coincidências que têm
      acontecido àqueles que são preferidos em relação aos que são preteridos. Quanto
      a este método de escolha que se tem tornado característico e sintomático cá
      pelo concelho, é que eu gostava de a ver e sentir indignada relativamente à
      falta de respeito e consideração por quem mais merece e não por quem mais
      abanou a bandeira vencedora.
      Era para lhe pedir que negasse o que escrevi, mas já reparei num seu comentário
      posterior que assume o lugar num futuro quiçá próximo. Quanto à restante
      dissertação com que nos presenteou, que requer continuação, afirmo-lhe que
      achei muito inteligente pois conseguiu escrever, e nada afirmar, enfim, está
      politizada. Parabéns.

  • Politicalex

    Será que a outra preferida também se vem defender ou já está mais familiarizada com o sistema..?

    • Professora

      Como marido é família, sim, está familiarizada. Pois nunca o viu ir dar aulas para bem longe, nem ficar em casa sem colocação.

      • Politicalex

        “É como dizia S.Mateus…Andou três dias, com uma boroa debaixo dos braços à pergunta de um dos seus” Eles os PSs, dizem “Os nossos”…agora é a vez dos nossos” E diz o Alex que é tudo por concurso e com transparência…

  • António Silva

    Depois de ler este artigo de opinião, só me resta lamentar o estado a que o nosso concelho chegou… Enfim, sem mais comentários…
    António Silva

  • Sofia

    Sr João Paulo Albuquerque, não inclua o”ilustre socialista Eng José veiga” na podridão política (socialista) que se vive em Ohp (e que não é de agora) até porque se tivesse conhecido a pessoa que menciona saberia, de certo, que ela jamais compactuaria com ela, como, aliás, nunca compactuou. Cps, Sofia Veiga

    • Oliveisense

      O Sr. João Albuquerque só disse bem desse Sr. que eu bem conheci e com quem me dei. Cada um veja como quiser, o Albuquerque falou bem e o artigo é do melhor para os munícipes estarem atentos

    • João Paulo Albuquerque

      Srª Sofia Veiga, conheci o Engº José Veiga e só bem tenho a dizer desse ilustre socialista que nada tem a ver com a politica socialista que hoje se vive em OH. Aliás, nunca Oliveira e o restante concelho esteve tão mal servido de políticos e de políticas como hoje se encontra. E é esta realidade que nós Oliveirenses devemos combater o quanto antes.

      Atenciosamente
      João Paulo Albuquerque

    • Republicano

      Cara Sofia o teu pai era um socialista que defendia o PS.

      O que é de lamentar é que cerca de 15 anos depois alguém venha usar o nome dele para fazer este artigo sujo e insinuoso.
      Que eu saiba a ARCIAL até é presidida por alguém do CDS, lembra-te alguma coisa?

      • Oliveisense

        Mas metem lá o nariz outros que não deviam,porque se dão bem com outros que lá estão.Tudo gente boa.

  • Alice

    Podridão política em Ohp e no país, enfim. Mas descansem. Anda iremos ver um Martin Luther King português libertar este povo das “amarras” rosas, laranjas, vermelhas (é só escolher uma cor) que apertam a nossa pátria.

  • Fénix

    Texto rancoroso de alguém cheio de ódio…

    Faz lembrar a política à Mário Alves…

    Agora falta vir com o seu pseudónimo de “bloguer” Guerra junqueiro comentar, mais os egos blogueiros do dono do blog

    • Politicalex

      As eleições foram assim há tanto tempo? O PS não andou a telefonar e de porta em porta a pedir o voto? Não veio gabar-se que deram “uma malha” no Mário Alves? Agora é do CDS? Deviam ter vergonha de andar a fazer política numa instituição com estas características..! Tudo serve para se aboletarem…Qem tem ódio é quem faz o que faz e mente como mente como faz o Presidente de Câmara..! E a falta de carácter.”Se disseres que te mostrei”…E já chegou à Sra Sofia Veiga.Dizem-vos as verdades pimba…A começar pelo 44 alguém nesse partido tem vergonha..? Só vêm dinheiro e interesses…O dono do Blog tem cá um problema em vos “pentear”, assim como o João Paulo…Desse lado é que não há uma “alminha” que tenha nome….que se conheça e que assuma…

  • José Tavares

    Quem não contratou o Nelo foi após o final do estágio profissional, foi a Senhora do CDS que está à frente da ARCIAL, quem contratou ou vai contratar a menina Veiga também é a Senhora do CDS que preside à direção da ARCIAL, não sei o que é que a Câmara tem a haver com esse assunto, que está somente a ser aproveitado por um triste senhor que apresenta um artigo de opinião vergonhoso, maldoso e rancoroso, apenas para servir de arma de arremesso a quem lhe faz sombra, começando pela sua terra onde toda a gente o despreza, utilizando nomes de pessoas que infelizmente já partiram e que se estivessem entre nós seriam terrivelmente criticadas maldosamente por este triste baixo senhor.
    A menina Sofia, devia ter mais tento na língua e respeito por quem lutou lado a lado com o seu pai e não se devia referir de forma injuriosa, utilizando termos muito pesados e ofensivos contra quem nada tem a haver com guerras passadas e enterradas há muito, sendo certo que existe gente boa e má em todos os partidos, não sendo a menina modelo de perfeição a seguir.

    • João Paulo Albuquerque

      A câmara nada tem a ver (não é haver como escreveu) com as contratações.
      A contratante é que foi obrigada a ter que concorrer sob as ordens da vereação camarária para ficar a mandar quem já antes mandava.

      É somente mais uma organização controlada para realizar este tipo de coisas que muito caras saem aos Portugueses em geral e aos Oliveirenses em particular.

    • Oliveisense

      José Tavares uma ova. Também deves ser dos das bandeirinhas do Alex. que está a dar cabo deste Concelho. Grande artigo e grande coragem.Venham mais cinco duma arrancada………….. Disto sim para sabermos dos podres deste desgoverno municipal.Mete a viola no saco.

    • Oliveisense

      Aprende a escrever…..

    • Alice

      Concordo que há boa e má gente em todos os partidos. É pena é ser a má gente a controlar os partidos.

  • Oliveirense (bem escrito)

    Isto tudo porque querem uma vaga na ARCIAL ? Estão a admitir utentes! Entrada a partir de Setembro!

    • Sombras

      E respeitinho pelos que têm a infelicidade de ser utentes… não ficava bem..?

      • Oliveirense (bem escrito)

        Respeito! E respeito muito! Nng aqui quis ferir a susceptibilidade deles! O senhor realmente… vá ver as 50 SOMBRAS de Grey!

  • July*

    Realmente é preciso o Senhor João Paulo Albuquerque escrever uma crónica na qual refere nomes bem conhecidos da nossa querida terra para ter alguma importância! Até hoje não sabia quem era! Continue assim… vai longe…

  • KLEBER

    Opinião e olho do cu toda a gente tem!

  • Sombras

    Pois…ele.de facto não é muito conhecido…! Já tu,não há ninguém que não te conheça. Cobardes sem espinha tem muitos.És mais um…

    • Oliveirense (bem escrito)

      Vê lá se não sou a tua própria sombra!! Muahahahahah

  • Matemático

    4x + 2x = ?

  • Amiga

    #colardebeijooosss

  • Amigo

    Amo você!

  • Por Oliveira

    A gravidade da situação politico-social do concelho é tão grave que se devia fazer uma manifestação para tirar estes chupistas do poder e pôr lá gente séria.

  • COMISSÃO POLITICA ” PSD ” RUA!

    João Pauo, até que enfim!. Sim,até que enfim, porque este artigo é deveras espetacular. Tenho pena, e começa a ser tempo de por na rua a Comissão Politica do PSD, nada fazem, garotos adormecidos. Obrigado Dr. Luis Lagos; António Lopes e Engº. João Paulo, pois alguém tem que andar atento às malabarices dos folanos, e já agora tem que se denunciar todas as ilegalidades, BASTA! Obrigado!

  • cidadã oliveirense

    Fico muito triste com o tipo de jornalismo que se realiza com estas crónicas, pois em nada acrescenta á Nossa linda terra Oliveira Do Hospital, é de reconsiderar este tipo de jornalismo, e isto sim … é uma critica construtiva. Pois quem lê este tipo de crónicas fica com a ideia que a politica que se pratica em Oliveira do Hospital não é a mais correta. Devemos ser justo e verificar as diferenças que tem havido ao longo dos anos e as melhorias no que concerne á cultura, ao desporto e mesmo á empregabilidade que tem se tentando manter isto tudo com um politico que poucos conheciam. Não sou de nenhum partido politico, mas sei e tenho verificado a visibilidade da nossa terra perante o resto do páis, e também as várias instituições que temos tem ajudado essa mesma visibilidade através das suas práticas.
    Se aqui se fala num estágio que terminou e que o estagiário não teve lugar na instituição, informo que um estagiário não tem que obrigatoriamente ficar a trabalhar no local onde estagiou, tudo depende do trabalhado desenvolvido pelo próprio, a mim parece-me que se fala do próprio por ser irmão de uma figura conhecida, também filho da nossa terra. Que na minha opinião nada deveria ter a ver com a sua opinião pois iniciou a sua critica dizendo que o irmão apoia financeiramete, quer isto dizer que se o irmão apoia financeiramete esta instituição tinhha como obrigação manter lá o irmão apenas não por merecer e ser um bom estagiário e posteriormente um bom colaborador mas sim porque o irmão dá dinheiro, Grande instituição que não se deixa comprar.
    Quanto á Dra Carolina Veiga se foi escolhida para exercer as suas funções terá sido devido ao seu percurso profissional que tem desempenhado ao longo dos anos, pois não iniciou agora a sua carreira e tem atras de si um longo percurso e pelo que me tem sido dado a conhecer um bom percurso profissional.
    Quanto á Dra Ana Ribeiro não está há dois dias nesta instituição( e também deu grandes provas noutras instituições do seu trabalho) por isso é de pensar a pertinência deste assunto sendo nesta altura. E agora pergunto se não terá a sua politica por detrás disto??? uma vez que houve um confronto e um corte de amizades com a câmara e o dono deste jornal.
    Por isso e como cidadã desta terra não confundam as situações e não fragilizem pessoas que sempre trabalharam e demonstraram grande empenho e que têm dado provas do seu profissionalismo ao longo do seu percurso profissional. Respeitem a nossa terra, as famílias das pessoas que aqui são apontadas e façam jornalismo que a nossa terra merece e que todos nos temos trabalhado para isso. Os que estão fora da terra têm grande orgulho no desenvolvimento e não estraguem isso .

    • Oliveisense

      Olhe minha senhora vá dar banho ao cachorro.Palestra a mais sumo a menos.Muito fraca a sua oratória.

    • Oliveisense

      Se todas deram provas de grandes funcionárias, ficassem onde estavam. E o porque de saírem.também andaram com as bandeirinhas.

    • Comprem fregueses comprem

      Mas leu o mesmo artigo do que eu? Lá está escrito que o irmão do Manuel ajudou a eleição do Alexandrino, não foi o apoio à ARCIAL.
      A família ficou tão satisfeita com o que fizeram ao estagiário que a progenitora foi logo dar os parabéns ao Sr Presidente da Câmara.
      Quanto às admitidas, o que se sabe é que ajudaram bastante a abanar a bandeirinha.
      O que se passou foi uma vergonha. Vá lá vender essa banha de cobra para outra freguesia, pois nesta já não pega.

    • Defender o indefensável

      Minha senhora, olhe que tristezas não pagam dividas.
      Meta a viola no saco, que já se percebeu como a coisa funciona.

    • Politicalex

      Com um grau de certeza a 99,9999999999% eu acertava no nome deste senhor
      RG-3..Eu até percebo a música. De tão “afinadinha” sabe-se logo o autor da pauta. E os outros é que têm vários NIcks…O artigo é tão mau e tudo opina e desopina..! Bom é um presidente de Câmara andar a mostrar documentos a que está obrigado ao sígilo e a pedir para não divulgarem..! Isso é que é bom. Foram só dois, os crimes cometidos…Bom é aumentarem a água 2 vezes mais dizerem uma aleivosidade de números errados e dizerem que levantam suspeições…Dois campos relvados em prejuízo da ESTGOH. Depois vem “esta senhora” com esta música…Um chanfalho no lombo , enquanto durasse é que era bom…para “estas senhoras” A da empregabilidade é que é boa.Lá para as bandeirinhas tem estado bom…”A senhora” está a falar de Tábua ou é de Nelas e Seia..? DE facto tem casas que não há desemprego.Comecem no presidente dêm a volta aos vereadores e digam quantos desempregados têm em casa…! Depois comissão política… é tudo gente muito qualificada..!

      • Mão cheia

        Eles fazem de uma calista, uma directora da comunicação da faculdade.
        Não ouviu o Sr Presidente dizer que o desemprego é só ao nível dos licenciados, com calistas a tirarem-lhe os lugares como não têm que emigrar.

      • Cinco e cinco dez

        Já vi que já viu o filme, e é a 3D.

  • Antóino

    A fraca qualidade deste e de outros artigos, equivalentes à falta de nível
    do seu autor é também proporcional ao fraco comentariado que por aqui abunda,
    sendo quase todos os comentários provenientes dos 2 cavalheiros mais ressabiados e derrotados do concelho, que através dos vários nicks que vão inventando para se fazerem passar por muitos.
    Este é o verdadeiro mau exemplo de jornalismo fraco e falso, sem ética nem rigor que não deve ser seguido. São notícias e artigos de opinião de
    quem não tem princípios nem ética, que apenas pretendem destilar o veneno acumulado e a inveja, fruto das suas frustrações pessoais e pequenez de espírito, obedecendo esta linha à vontade do seu dono como seu capacho peniqueiro.

    • Como eles andem

      É verdade, com mais 2 ou 3 artigos tão fracos como este lá vai o Alex e o resto da comandita às favas.
      Tonito, Tonito andas mesmo aflito.

  • fátima

    Coitada da Maria José, deu um tiro no pé, vendeu-se para subir, para a
    neto a ver cair, o ciclo é vicioso e a fome de poder é a mais difícil de
    saciar. carrinhas novas e patrocinadas, ou no parque da instituição ou
    nas garagens do carvalho.

    não é esta a esposa, conceituada contabilista nas bobadelas? que tal dar umas aulas ao alex? são apenas números. tal como o número de pessoas ilustres condenadas pelos desvios e prendas.

    venham mais verdades