A importância da informação da formação. Autor: Luís Marques

Já uma vez aqui abordei a temática das diferenças entre treinar mal ou treinar bem, situação que explanei por forma a elucidar os leitores para uma prática desportiva “bem” feita. Evidente que treinar “bem” depende de vários fatores, entre eles a questão do contexto, o contexto individual auto orientado por livros, revistas ou vídeos, ou o contexto de grupo e/ou individual orientado, este dependente de alguém que possui as capacidades para tal.

Se no contexto autodidata, em que o praticante procura realizar os exercícios descritos em imagens, textos ou vídeos, estando sujeito ao erro e à falta de correcção do mesmo, no contexto orientado haverá sempre um trajeto harmonioso da comunicação oral, exemplificação e correcção do monitor/treinador.

E o monitor/treinador terá a formação necessária para explicar, exemplificar e corrigir os seus praticantes?

Todos vivemos na chamada “sociedade de consumo”, em que tudo é alvo de escrutínio social, onde a crítica impera e onde todos opinam.

Quando requeremos os serviços de uma costureira procuramos a mais experiente, a que tem mais habilidade, ou a mais barata?

Quando requeremos os serviços de um(a) cabeleireiro (a) procuramos o (a) mais experiente, o (a) que tem mais habilidade, ou o (a) mais barato (a)?

E quando compramos um simples calçado, compramos o mais bonito, o mais barato, ou o melhor?
No seu treino, e quando efetua o pagamento da sua mensalidade pela sua prática desportiva, já se perguntou, quem o treina e que formação possui????

A formação é a riqueza da sociedade em que vivemos, a procura pela excelência tem de diferenciar os profissionais da área, pois quando o ensino básico e secundário são cada vez mais acessíveis, e com isto o acesso ao ensino superior, percebe-se que o número de profissionais é maior mas de menor qualidade.
Não podemos ser todos iguais, apenas porque somos licenciados na área do Desporto e Educação Física, a formação complementar, a experiência e os diferentes “skills” do monitor/treinador definem a qualidade do profissional.

E atenção aos “pseudomonitores”, os que por se autotreinarem acham que podem treinar os outros.
Seja exigente, pague e questione, mas procure o melhor para si.

Bons treinos

Autor: Luís Marques

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