“A incompetência é gritante na governação PS” na UF de Santa Ovaia e Vila Pouca da Beira

O candidato do PSD à Assembleia da União de Freguesias de Santa Ovaia e Vila Pouca da Beira ficou surpreendido com a receptividade que teve juntamente com o candidato à Câmara pelos sociais-democratas no périplo que realizaram esta semana por aquelas duas localidades. O candidato à Assemleia Municipal, João Brito, confessou que depois daquilo a que acaba de assistir, perante “a incompetência gritante” de quem “actualmente está do outro lado o resultado do PSD tem de ser esmagador”. Bruno Amado, engenheiro civil de profissão, confessou que encontraram uma população que se sente esquecida, particularmente em Vila Pouca da Beira.

“O actual presidente é uma pessoa que parou no tempo. Nós queremos deixar algo para os nossos filhos. Queremos fazer a diferença. Não é a altura de apresentarmos as nossas grandes propostas. Temos muito trabalho pela frente. Temos de ouvir as pessoas, que têm de participar porque só assim teremos conhecimento dos problemas”, referiu o candidato durante uma curta apresentação dos candidatos que o acompanham na lista.

Mas logo ali teve a oportunidade de ouvir algumas queixas. Uma senhora contou que o tratamento do actual responsável por aquela autarquia não está a altura das funções. “Um dia fiquei com o meu carro atolado, telefonei ao presidente da junta e ele simplesmente desligou-me o telefone na cara”, explicou, surgindo ainda relatos de outras pequenas obras necessárias para idosos que não têm iluminação ou de uma senhora com dificuldades de mobilidade a quem nunca lhe realizaram uns pequenos trabalhos no acesso à sua habitação. “Só agora, por estes dias é que foram lá fazer aquilo que devia ter sido realizado há muito tempo e que tinha um custo insignificante”, relatou uma outra participante.

Tânia Dinis, um dos membros da lista, aproveitou para frisar que se não forem os jovens a avançar ninguém faz nada. E mostrou disponibilidade, caso seja eleita, para ajudar a resolver os problemas durante todos os dias da semana. “Terei sempre a porta aberta para ouvir as pessoas, porque estou aqui para resolver os problemas”, frisou.

O próprio candidato à Câmara Municipal confessou que se sentiu muito triste com aquilo que ouviu da boca das pessoas. “Vila Pouca recebeu muito pouco quando comparado com outras localidades. E o tempo acabou por ser curto, dada a receptividade das pessoas que queriam mostrar a sua insatisfação. Fiquei aqui ciente que, além de um projecto para o concelho a 20 anos, existe a necessidade de resolver problemas urgentes”, referiu João Paulo Albuquerque. Não só em Vila Pouca e Santa Ovaia, explicou, mas também em Digueifel, Ribeira de S. Tiago e na Ponte das Três Entradas.

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