Alerta de incêndio no Brás Garcia de Mascarenhas conduziu alunos para o exterior em três minutos

“Estou bastante orgulhoso pela escola que tenho. Para mim foi uma surpresa a capacidade de resposta de professores, funcionários e alunos”.

A afirmação foi proferida, ao final da manhã de hoje, pelo director do Agrupamento de Escolas Brás Garcia de Mascarenhas, Luís Ângelo, quando dava por concluído o simulacro de incêndio que teve lugar na sede daquele agrupamento.

O exercício que deu cumprimento ao disposto na legislação, foi o segundo realizado este ano, com a particularidade de ser organizado em total sigilo, com o objectivo de testar a capacidade de resposta, em face de um episódio de incêndio real.

Depois de alertados pela direcção da escola, bombeiros e GNR acorreram ao local para tomarem conta da ocorrência, sendo que a evacuação dos alunos já tinha sido assegurada a nível interno.

“Foi um sucesso”, referiu Luís Ângelo a este diário digital, notando que o tempo de evacuação foi reduzido em um minuto e 23 segundos, comparativamente ao primeiro exercício realizado.

“Evoluímos de quatro minutos e 23 segundos, para três minutos”, explicou o director da escola, elogiando todo o trabalho de formação que foi conduzido pelo coordenador de segurança, Jorge Fonseca.

A “prontidão” de alunos, professores e funcionários foi também destacada pelo comandante dos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Hospital que acorreu ao local, acompanhado por uma equipa de primeira intervenção, composta por cinco elementos, uma viatura de combate a incêndios urbanos e uma ambulância.

“Sem ninguém saber, acho que as coisas correram dentro do que é previsto”, observou Emídio Camacho, referindo que o plano de emergência da escola “foi eficaz na sua intervenção”.

A este diário digital, o comandante elogiou a forma como decorreu a evacuação, referindo que aquando da chegada dos bombeiros ao local, já os alunos se encontravam no ponto de encontro.

“É de realçar a postura dos alunos em cumprir o que está definido em plano de emergência e a forma como se comportaram até ao final do exercício”, sublinhou.

Relativamente aos meios que acorreram ao simulacro de incêndio, Emídio Camacho explicou que são suficientes para uma primeira intervenção.

“Se a situação evoluir, é claro que o toque da sirene dará o alerta e a resposta será adequada à progressão do incêndio”, explicou.

No final do exercício, professores, alunos e professores foram ainda desafiados a fazer uso do extintor.

 

 

 

 

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