António Lopes quer impugnação da reunião de Assembleia em que foi destituído

Ex presidente da Mesa da Assembleia Municipal de Oliveira do Hospital garante que a destituição de que foi alvo padece de ilegalidade e solicitou ao Ministério Público a impugnação da reunião de 26 de abril.

Volvido quase um mês desde a polémica reunião da Assembleia Municipal de Oliveira do Hospital que resultou na destituição do presidente da mesa daquele órgão, António Lopes solicitou ao Ministério Público a impugnação daquela reunião.

Assim decidiu o destituído presidente por considerar que a deliberação que determinou o seu afastamento do comando dos trabalhos daquele órgão “é ilegal”. A remeter para o artigo 18, nº4 do regimento da Assembleia Municipal, António Lopes lembra que uma deliberação não incluída na ordem de trabalhos, necessita de ver a urgência reconhecida por dois terços da Assembleia Municipal.

Uma situação que Lopes assegura que não aconteceu uma vez que no decorrer daquela Assembleia a deliberação da sua destituição não foi votada favoravelmente por dois terços da Assembleia (25 eleitos), mas apenas por 24 eleitos. “Para mim isto é ilegal”, afirma, explicando ainda que segundo a lei os dois terços considerados necessários não são relativos aos eleitos presentes naquele órgão, mas antes aos eleitos do órgão ( 21 eleitos e 16 presidentes de junta). “A esta luz peço a impugnação” refere ainda António Lopes, considerando a “ilegalidade” extensível à moção de confiança apresentada pelo PSD e CDS-PP.

António Lopes lembra que ainda tentou que a proposta de destituição integrasse a ordem de trabalhos daquela Assembleia para ser apreciada e votada à semelhança dos restantes pontos reservados para aquela reunião, mas que “eles (PS) não quiseram”.

A questão em torno da legalidade da deliberação da destituição de António Lopes chegou a ser levantada no decorrer da reunião da Assembleia Municipal, considerando a própria oposição haver motivo para impugnação da mesma.

O pedido de impugnação deu entrada no Ministério Público na passada quinta-feira, contando António Lopes obter parecer ainda antes da próxima reunião da Assembleia Municipal, prevista para o final do mês de junho. “Se for considerado que não foram cumpridos os preceitos legais para eu ser demitido, não serei demitido”, entende António Lopes que no caso de não obter parecer em tempo útil equaciona avançar com uma providência cautelar com vista à reposição da legalidade no seio da Assembleia Municipal de Oliveira do Hospital.

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  • Não pára

    Carissímos, não para de surpreender o chorrilho de noticias, sobre a AM de OHP.

    Mas com tanto ilustres juristas, será possível que se cometam ilegalidades de principiantes.

    Aguardamos com entusiasmo as cenas dos próximos capitulos, pois esta novela é das melhores que passaram por OHP nos últimos 30 anos.

    Se existe algo muito feio é cuspir no prato que comeram não foi socialistas, mas como vocês vergonha não têm nenhuma ainda vos vou ver a comer de novo no prato cuspido.

    • Sombra

      Quais juristas?
      Um ramalhete cego, ou um cego ramalhete?
      Fazem o que a loja PS manda.
      Na Câmara não há justiça, só há chupistas. Eu estou lá, bem vejo.

      • Não pára

        Não é só um são vários juristas, aliás a avença com um escritório é = a muitos, mais aqueles a quem são dados alguns assuntos. Não diferenciar maioria qualificada de maioria relativa é de iniciante.

  • Lapa

    O Lopes não descola da cadeira.
    Para quem era tão DESINTERESSADO do PODER, afinal está mais agarrado ao Poder que uma lapa!
    O Penacho e a Vaidade é forte coisa. Coitado, nem sabe ao ridículo a que chegou.
    Bem os comunistas para deixarem o Poder na URSS teve que o Yeltsin ir com os tanques para a rua mandar umas “fogachadas” e o Povo apontar-lhes a Porta da rua como a serventia da casa…

    • HRa-os

      Ó palerma, o povo votou no Lopes, sabes. Quase 8000.
      Querem-no fora de qualquer maneira. Até ilegalmente.
      Ó Lapa, já recebeste a carta a pedir o graveto que lhe deves? Paga, honra legalmente a tua divida, para com o Homem. Ou queres chular mais esse, já não chega estar-nos a chular a todos. Trabalha seu pendura.

      • lapa

        Oh HR-os o Povo votou PS numa lista encabeçada pelo Lopes para a Assembleia Municipal.
        Foram os Membros da Assembleia Municipal eleitos que votaram uma lista composta por 3 pessoas e encabeçada pelo Lopes, que a qualquer momento pode ser destituído por maioria. Os teus advogados andam a trabalhar mal…

        • HRa-os

          Quando souberes, que qualquer momento, quer dizer 2/3×37, até lá, alapa-te para não te verem.
          Vai pagar o que deves, seu gosma.

          • Lapa

            Oh pá bem podes ir trocando de nicks e continuar com a tua discurseta de pregar à porta que já ninguém te leva a sério…há-des perceber isso com o tempo. E o mal é esse…tavas mal habituado…o ego é tramado

  • P.inóquio.S

    Não percebo..! Então não era uma candidatura “suprapartidária” que por o ser até deixou listas inteiras do PS de fora? E não foi para ser “suprapartidária” que o Alex disse que não negociava a lista? Meteram o “rabinho” entre as pernas porque era preciso era o poder e encaixar os Boys. Para “caçar” o voto eram independentes e suprapartidários.Agora, são os donos da Câmara dos lugares e pelos vistos também querem ser das consciências..! Quem não sabe contar até 25 está em condições de alguma coisa..? Como ganhava bem deve ser por isso que está agarrado ao lugar..! Metam o resto depressa porque acho, vão levar com ele o mandato todo. Hehehehe!

  • Pritágoras

    Pois….
    Afinal, é de boa conta desapropriar 8 000 votos?
    Os “acertos de contas” nunca deram bons resultados.
    Lamenta-se que o regime democrático e representativo, baseado no voto, ande a ser colocado em tão baixas contas, aqui no concelho…E não vale a pena fazer de conta: o resultado é muito mau…e o exemplo é péssimo.

  • Pessoa do Povo

    O Lopes que tanto criticou o Alves por andar sempre nos tribunais, por levar a Política para os Tribunais, afinal quando PERDE democraticamente o que faz é pôr a sua DERROTA democrática em Tribunal.
    Mau perder e agarrado à cadeira da Assembleia.
    Tudo ego e vaidade pessoal. Manias, como nos regimes comunistas, que só saíram com o Povo na rua a gritar.
    Lopes, em tudo na vida é preciso ter humildade.

    • HRa-os

      Estás com medo.
      Não me digas que não acreditas na justiça?
      Normalmente recorre à justiça quem se sente injustiçado, no caso do Mário Alves colocou o CBS em tribunal e ganhou, já não te lembras. Foi posto em tribunal por uma funcionária da câmara e ela ganhou. Quem se sentiu injustiçado recorreu à justiça e viu ser reposta a razão.
      Tens medo da razão. Quem não deve não teme. Faz-te Homem.

  • António Lopes

    “Pessoa do Povo”: O senhor escrever assim ou pôr o seu nome, para mim, é igual.O senhor não pára de me surpreender.Infelizmente, pela negativa.Tanto “conselho” me deu, depois, é o que se vê.! Então 24 pessoas, depois de trairem tudo e todos, em termos de discurso e prática política vem dizer que eu não aceito a democracia? Foi assim há tanto tempo que o Povo disse o que queria? É verdade ou é mentira que deixaram metade dos candidatos PS para trás em nome da independência e do Suprapartidarismo? É verdade que se combateu o favoritismo e o compadrio. E agora, não é uma vergonha aquilo a que se assiste?Se eu quisesse o poder tinha aceite o convite para presidente da Câmara.Em democracia substitui-se um presidente de AM da forma como o fizeram? A lei não diz que para tomar deliberações a mesmas têm que estar suportadas numa decisão de 2/3? Não é o substituir.É o direito a discutir a substituição.Não deitem pó para os olhos das pessoas. Altera-se um regimento que, hoje é único em Portugal, pelos piores motivos? Um pouco de decência fica bem a toda a gente.Muito mais a um partido com responsabilidades de governação.Infelizmente sobrepõem os interesses de meia dúzia aos interesses do Povo.Daí o País que temos.Com tanta razão esconde-se no anonimato porquê?

  • Tisteza

    Vejam esta democracia xuxalista cá do burgo. Põe o Homem à andar ilegalmente, e em vez de pedirem desculpa a ele e acima de tudo aos munícipes, não vêm ainda chama-lo de “comunista vaidoso”.
    Não ponham estes chupistas da câmara para fora o quanto antes, e vão ver onde Oliveira vai parar.
    O passado está farto de mostrar o que é que o PS faz quando está a governar. Arrasa tudo, suga tudo, seca tudo, e depois culpa os outros que têm de resolver tudo.

  • Lapa

    Oh Lopes vê se aprendes…

    http://youtu.be/RMVMdUntFds

  • António Lopes

    Os compromissos de António Lopes são com quem o elegeu, como independente, num projecto que outros diziam suprapartidário.É com esses, Os Oliveirenses, que António Lopes tem compromissos, que pretende honrar.O inquérito deste jornal diz que por cada um que está contra são dois a favor.Sei as mensagens e os pedidos que me chegam.Sei o que quero e penso que sei o que melhor serve os interesses de Oliveira. Percebo o nervoso miudinho.Quanto ao mais, se a Câmara faz contratos de publicidade acho muito bem que os rentabilize…pena que sejamos nós a pagar…

    • Topo-os

      Ó Lopes, oferece-lhe 200€ por mês, vais ver como mudam a cassete.
      Este tipos são jornalistazitos baratuchos, vendem-se por um pires de lentilhas.
      A este é o sogro que lhe dá o arame.

      • bobo da corte

        Ó paneleiro vê lá se te metem o arame pelo cu acima. Vai mas é ter com o teu namorado de Lisboa para levares nas nalgas e urrar como o burro que és.

        • manuel das couves

          Então sempre é verdade que o caga cêntimos gosta de pegar de empurrão. Finge-se muito macho mas gosta de levar com o malho. A mim nunca me enganas-te.

          • HRa-os

            Como é que queres que te trate? Por Manelinho ou por Repolhinho?
            E a caixinha do correio sabes onde fica? Porque é que não foste buscar a cartinha? Já sabias o que lá vinha? Mas não foste só tu que se esqueceu de colectar a faturinha? A tua é de cento e tal mil euros. Paga lá ao Homem, se ele está falido, paguem-lhe o que lhe devem. Chupistas.

        • HRa-os

          Ó bobo, não te alapes. Tu e o teu colega é que me saíram cá uns camafeus, para não dizer uns broches. Ficas chateado por a malta saber que é o sogro que vai dando o arame juntamente com a câmara para andares nesta vida. Trabalhem.
          Pergunta lá ao teu companheiro de route porque não levantou a carta? Já sabia o que lá vinha? Mas olha que podia ser um cheque!
          É assim que ele paga as dividas? Ignorando os documentos legais que lhe pedem para pagar as dividas?
          E o outro é que é doido, falido e agora paneleiro??? Acho é que se estão a ver ao espelho.

  • Guerra Junqueiro

    A par e em concordância com o PS local, vejam a classe da equipa que o PS apresenta às europeias. Votem neles. Temos o que merecemos.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

  • bobo da corte

    Ó paneleiro vê lá se te metem o arame pelo cu acima. Vai mas é ter com o teu namorado de Lisboa para levares nas nalgas e urrar como o burro que és.

  • Caga tacos

    Vai urrando, vai urrando que tens os dias contados para ires ver o sol aos quadradinhos.
    Tem mas é vergonha na cara de rabeta que tens. És um caga cêntimos que já nem isso tens. Um falido que não tem onde cair morto. Realmente não vale a pena continua a bater em mortos políticos e financeiros. Coitado já nem tens a mínima noção da realidade. Fica lá do outro lado da serra, se te deixarem, porque deste lado já sabes que não te querem por cá. Já agora vê se cumpres com mais algumas das tuas promessas lunáticas aos homens do Nogueirense, porque se não eles uma dia destes vão meter a boca no trombone.

    • HRa-os

      Agora és “Caga tacos”? E estás preocupado com o Nogueirense? Entrega ao Homem o que lhe deves, que ele já te pediu por carta registada. Eu sei que não a foste levantar, mas os cento e muitos mil que lhe deves dá para ajudar o Nogueirense. Honra as tuas dividas caloteiro. preocupa-te contigo aldrabão.

      • FCOH

        É pá tens que te por na bicha (neste caso ele gosta) porque o pessoal do Futebol Clube Oliveira do Hospital está primeiro. Parece que o cheque também nunca apareceu. Os gajos do Nogueirense que esperem.

        • HRa-os

          Caso seja verdade, quanto é que o FCOH reclama?
          Pede ao director da “caras” para saldar a conta que deve ao AL. Assim pode ser que o FCOH, estando bem colocado na bicha, receba algum.

  • Eleitor

    Caro Guerra Junqueiro,

    Compreendo o seu desespero, que como sempre deturpa e tenta deturpar as ideias das pessoas. Mas como deve desconhecer, de propósito ou não, aqui deixo a informação correta, para não haver equívocos, nem se tente branquear e reescrever a história, como Paulo Rangel tentou ontem fazer.
    Assim aqui ficam os currículos dos candidatos do Partido Socialista ao Parlamento Europeu:

    – Francisco Assis:
    Licenciado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
    Exerce funções de professor do Ensino Secundário.
    Deputado à Assembleia da República pelo círculo eleitoral do Porto (1995-2002 e a partir de 2011).
    Presidente do Grupo Parlamentar do Partido Socialista (2009-2011 e 1997-2002).
    Deputado à Assembleia da República pelo Círculo Eleitoral da Guarda (2009-2011).
    Entre 2004 e 2009 foi deputado ao Parlamento Europeu.
    Vice-presidente do Grupo Parlamentar do Partido Socialista (1995-1997).
    Exerceu o cargo de presidente da Câmara Municipal de Amarante (1989-1995).

    – Maria João Rodrigues:
    Atual Conselheira na União Europeia, membro da coordenação do consórcio de fundações europeias “New Pact for Europe”, membro de vários Think-Thanks Europeus, entre os quais: Notre Europe, EuropaNova (Paris), European Policy Centre, Euractiv, FEPS (Brussels), Alternativas (Madrid), Policy Network (London) e professora catedrática no Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE) e na Universidade Livre de Bruxelas – Instituto de Estudos Europeus.
    Foi Ministra para a Qualificação e o Emprego do 1º Governo de António Guterres e conselheira especial junto da Comissão Europeia e em equipas de Presidência Europeia com funções relativas a preparar e implementar a estratégia europeia de crescimento e emprego (2000-2010 e 2010-2020); conduzir a negociação final do Tratado de Lisboa; preparar cimeiras com parceiros estratégicos da EU – Brasil, China, USA; presidir a Grupos de Alto Nível sobre: novo programa Erasmus, Novas Qualificações, Investigação socioeconómica, Reestruturações industriais; preparar instrumentos de resposta à crise da Zona euro.
    Conferencista convidada em todas as capitais europeias e Estados Unidos da América, Brasil, China (cerca de 1000 conferências nos últimos dez anos).
    Tem cerca de cem publicações. Últimos livros: A Europa ainda é possível (Presença, 2013), The Eurozone Crisis and the Transformations of European Governance (Ashgate, 2014).

    – Carlos Zorrinho:
    Doutorado em Gestão de Informação. Professor Catedrático do Departamento de Gestão da Universidade de Évora.
    Membro do Comité das Regiões da União Europeia (1997-2000).
    Secretário de Estado da Administração Interna (2000-2002). Coordenador nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico (2005-2011). Secretário de Estado da Energia e Inovação (2009-2011).
    Deputado à Assembleia da República eleito pelo círculo de Évora desde 1995 (exceto de 2002 a 2004). Líder do Grupo Parlamentar do Partido Socialista (2011-2013). Enquanto deputado integrou as Comissões Parlamentares de Assuntos Europeus, Educação e Economia e Obras Públicas.
    Coordenador do LIPP – Laboratório de Ideias e Projetos para Portugal.
    Atual membro da Assembleia Municipal de Montemor-o-Novo.

    – Elisa Ferreira:
    Doutora pela Universidade do Porto e Ph.D. pela Universidade de Reading, Reino Unido após Master of Arts (Universidade de Reading) e Licenciada em Economia (Universidade do Porto).
    Docente da Faculdade de Economia da Universidade do Porto (desde 1977) e colaboradora não permanente da Universidade Católica Portuguesa (desde 1986).
    Deputada ao Parlamento Europeu (2009-2014). Membro da Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários (ECON), onde é coordenadora para o Grupo da Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas. Principais relatórios: União Bancária – Criação do Mecanismo Único de Resolução (2014) e Relatório de Iniciativa Legislativa (2010); Governação Macroeconómica – Six Pack (correção dos desequilíbrios macroeconómicos, 2011), Two Pack (monitorização dos processos referentes ao Pacto de Estabilidade e Crescimento, 2012) e Semestre Europeu (2012 e 2013). Integrou ainda duas Comissões Especiais (Para a Crise Financeira, Económica e Social e Sobre os Desafios Políticos e os Recursos Orçamentais para uma União Europeia Sustentável após 2013, 2010/2011). Faz ainda parte da Comissão dos Transportes e do Turismo (suplente) e das Delegações para as Relações com a Índia, à Assembleia Parlamentar Paritária ACP-UE e à Assembleia Parlamentar da União para o Mediterrâneo.
    Deputada ao Parlamento Europeu (2004-2009). Membro das Comissões de Assuntos Económicos e Monetários (onde foi coordenadora do Grupo Socialista) e do Comércio Internacional. Principais relatórios: Sobre o Plano de Relançamento da Economia Europeia (2009), Sobre a Política de Concorrência 2005 (2007) e Sobre a Proposta de Regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho relativo às Estatísticas Estruturais das Empresas (2007). Integrou ainda a Comissão Especial para as Alterações Climáticas.
    Deputada à Assembleia da República (2002-2004). Vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS (2002-2003). Ministra do Planeamento (1999-2002) e Ministra do Ambiente (1995-1999).
    Vogal do Conselho de Administração da Fundação de Serralves (desde 2007). Vice-presidente executiva da Associação Empresarial de Portugal (1992-1994) e da Comissão de Coordenação da Região Norte (1989-1992). Vogal do Conselho de Administração do Instituto Nacional de Estatística (1989-1992).
    Presidente da Comissão Executiva da Operação Integrada de Desenvolvimento do Vale do Ave (1990-1992) e Coordenadora dos Estudos Preparatórios da Operação Integrada de Desenvolvimento do Vale do Ave (1989). Subdiretora do Projeto de Gestão Integrada dos Recursos Hídricos do Norte (1986-1987).

    – Ricardo Serrão Santos:
    Doutor em Biologia pela Universidade de Liverpool e pela Universidade dos Açores. Investigador Principal na Universidade dos Açores, Presidente do IMAR-Instituto do Mar, coordenador Científico do Centro do IMAR da Universidade dos Açores e membro do Conselho coordenador de Laboratório associado LARSyS (Laboratório de Robótica e Sistemas em Engenharia e Ciência).
    Diretor do Departamento de Oceanografia e Pesca da Universidade dos Açores (1997-2011); Pró-Reitor da Universidade dos Açores para o Campus da Horta (2003-2011); Pró-Reitor para os Assuntos do Mar da Universidade dos Açores (2011-2014).
    Membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa e membro efetivo da Academia de Marinha de Lisboa. Membro do Conselho Científico do Instituto Oceanográfico de Paris e professor visitante da Universidade de Southampton. Vice-presidente do European Marine Board e presidente do EurOcean e da Fundação EurOcean.
    Tem-se dedicado ao estudo da biodiversidade marinha e dos ecossistemas oceânicos. Em 2007, coordenou a reunião de peritos internacionais da Convenção da Diversidade Biológica da ONU, que definiu os critérios científicos para a seleção de EBSA (Ecological and Biological Significant Areas) marinhas.
    Tem mais de 300 trabalhos publicados (incluindo livros e capítulos de livros), dos quais cerca de 170 artigos em revistas científicas de impacto internacional. Membro dos conselhos editorais de diversas revistas científicas internacionais: acta ethologica (Advisory Editor), Journal of Marine Biology (Associated Editor), Marine Biodiversity (Associated Editor), Marine Life Sciences (Associated Editor), Frontiers in Marine Science/ Marine Ecosystem Ecology (Review Editor), tendo recentemente sido convidado para Editor Chefe de Frontiers in Marine Science/ Deep-Sea Environments and Ecology (Speciality Chief Editor).
    Conquistou o galardão Gift to the Earth atribuído pelo World Wildlife Fund for Nature (2002), o prémio Rotary International 2007/2008 na categoria de ensino. Em 2008, foi nomeado pelo secretário-de-Estado da Defesa e Assuntos do Mar para a Direção do Fórum Permanente para os Assuntos do Mar enquanto Personalidade de Elevado Mérito e, em 2007, teve a nomeação honorífica de Embaixador Marítimo atribuída pelo Comissário Europeu para os Assuntos Marítimos.

    – Ana Gomes:
    Membro do Parlamento Europeu desde 2004, tendo sido reeleita em 2009. Diplomata de carreira desde 1980, suspendeu as funções em 2003, para se dedicar à atividade política.
    Como diplomata, Ana Gomes serviu nas missões junto da ONU em Genebra e Nova Iorque e nas embaixadas em Tóquio e Londres. Entre 1999 e 2003, foi chefe de missão e embaixadora em Jacarta, tendo acompanhado o processo de independência de Timor-Leste e de restabelecimento das relações diplomáticas luso-indonésias.
    No Parlamento Europeu, os principais temas em que tem trabalhado são: Direitos Humanos, Segurança e Defesa, Relações Internacionais, Liberdades Cívicas e questões de Género.
    Atual Coordenadora do Grupo S&D (Aliança Progressista de Socialistas e Democratas) na Comissão de Relações Externas do PE.
    Foi membro do Secretariado Nacional do PS, responsável pelas relações internacionais (2003-2004).

    – Pedro Silva Pereira:
    Mestre em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa, onde também se licenciou.
    Atual deputado do Partido Socialista na Assembleia da República (cargo para que foi eleito já por quatro vezes, desde 2002, sempre pelo Circulo Eleitoral de Vila Real). Membro das comissões parlamentares de Assuntos Europeus e de Negócios Estrangeiros.
    Foi Ministro da Presidência nos XVII e XVIII Governos Constitucionais (2005-2011) e Secretário de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza no XIV Governo Constitucional (1999-2002).
    Assistente da Faculdade de Direito de Lisboa, onde exerce funções docentes desde 1984. Foi também Professor Auxiliar da Universidade Autónoma de Lisboa, no Curso de Direito (em 1986-1999, 2002-2005 e 2012-2014).
    Advogado e Jurisconsulto, especializou-se nas áreas do Direito do Urbanismo e do Ambiente, tendo sido consultor jurídico no Ministério do Ambiente em diversos organismos, serviços e gabinetes governamentais (1988-1997). Foi membro do Comité de Peritos do Conselho da Europa sobre reparação por danos causados ao ambiente (1988-1992) e do Grupo de Peritos da União Europeia sobre responsabilidade civil ambiental (1995-1997), tendo participado em múltiplas negociações e conferências internacionais na área do Ambiente, junto da Organização das Nações Unidas, da OCDE, do Conselho da Europa, da União Europeia e da CPLP.
    Passou brevemente pelo jornalismo, como Editor de Informação da TVI (1992-1996). Tem uma coluna de opinião semanal no Diário Económico, desde 2011.
    Militante do Partido Socialista, é membro da Comissão Política Nacional e da Comissão Nacional do Partido Socialista (desde 2004), tendo sido membro do respetivo Secretariado Nacional (2004-2011).

    – Liliana Rodrigues:
    Doutorada e Mestre em Ciências Sociais, na área de Educação, e licenciada em Filosofia pela FCSH da Universidade Nova de Lisboa.
    Docente na Universidade da Madeira (UMa) e já lecionou como convidada em universidades Espanholas e no Brasil.
    Investigadora do CIE-UMa/FCT com mais de 50 publicações de nível internacional. Tem mais de 30 orientações científicas de alunos nacionais e estrangeiros e mais de 60 conferências e comunicações, destacando-se a conferência no Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica, em Brasília, a convite do Governo de Lula da Silva (2009).
    Foi Coordenadora Erasmus do DCE-UMa, membro da equipa do Institutional Evaluation Programme da UMA/ European University Association e responsável pela cooperação com Universidades Cubanas, Espanholas e Irlandesas.
    Ocupa diversos cargos de direção na UMa, entre os quais o de Diretora de Curso de Ciências da Educação.
    Está ligada à qualificação, formação profissional e emprego, tendo sido coordenadora do Centro de Desenvolvimento Académico e participado no grupo de Trabalho de Ensino Superior que elaborou a proposta de inclusão na classificação portuguesa das profissões da designação profissional e das tarefas e funções profissionais dos graduados em CE/ Educação/ Formação ao grupo de Trabalho das Classificações Económicas e Sociais do Instituto Nacional de Estatística.
    Presidente do Laboratório de Ideias da Madeira, desde 2011, Secretária da Assembleia-Geral da Associação Madeira Animal Welfare e membro da Associação Presença Feminina

    – Manuel dos Santos:
    Licenciou-se em Economia na Universidade do Porto e tem uma Pós-Graduação em Gestão Financeira e Gestão Geral. Especializado em “Marketing” por uma delegação da Universidade de Harvard.
    Professor convidado do Ensino Superior desde 1996.
    Pertenceu ao corpo docente da Universidade Moderna e foi gestor de topo em diversas empresas. Foi Secretário de Estado do Comércio (1995-1996).
    Durante várias legislaturas foi deputado à Assembleia da República, onde presidiu a diversas comissões parlamentares. Foi deputado à Assembleia Parlamentar da EFTA.
    Deputado ao Parlamento Europeu pelo Grupo da Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas de 2001 a 2009, integrando as Comissões dos Assuntos Constitucionais, da Política Regional dos Transportes e Turismo, dos Orçamentos e ainda a Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários. De 2005 a 2009 foi vice-presidente do Parlamento Europeu.
    No plano autárquico foi vereador da Câmara Municipal do Porto e na Câmara Municipal da Maia e membro das Assembleias Municipais de Matosinhos e Vila Nova de Gaia.
    Presidente da Federação Distrital do Porto (1977-1980), por diversas vezes Secretário Nacional do PS e desde 1975 que se mantém como dirigente Nacional e Federativo. Atual Presidente da Mesa da Assembleia da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas.
    Aderiu ao PS logo após o 25 de abril de 1974. Começou por ser militante de base, chamado regularmente a participar em reuniões de quadros e do Gabinete de Estado. Integrou a Direção Distrital do Porto, como coordenador, passando assim a pertencer à Comissão Nacional do PS, de que tem sido membro desde então.
    A partir de 1979 foi eleito membro da Comissão Diretiva e da Comissão Política. Em 1986 integrou a Comissão Permanente do PS. A partir de 1988 foi eleito membro do Secretariado Nacional até 1992. Eleito Vice-Presidente da Comissão Política Nacional do PS (1992-2002). Membro do Secretariado da Federação Distrital do Porto do PS desde 1998.
    Foi observador no Conselho da Europa; membro da delegação portuguesa à União Interparlamentar; delegado do Parlamento Português às reuniões das comissões de Orçamento da União Europeia, às quais presidiu várias vezes; membro da delegação parlamentar portuguesa à Conferência das Comissões Parlamentares para os Assuntos Europeus durante 3 anos.

    – Maria Amélia Antunes:
    Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (1983).
    Entre 1974 e 1977 desempenhou funções de escriturária e, entre 1981 e 1991, de técnica de relações coletivas de trabalho.
    Exerceu funções de advogada (1986-1998). Foi presidente da Câmara Municipal do Montijo (1997-2013), tendo os pelouros da Gestão Financeira, da Gestão Administrativa, da Gestão Urbanística e Ordenamento do Território, da Gestão Municipal da Proteção Civil, das Relações Públicas e Comunicação e da Cooperação. Foi deputada à Assembleia da República, tendo integrado a Comissão de Trabalhoe a Comissão Eventual de inquérito parlamentar, para apreciação do aval do Estado à UGT.
    No âmbito das suas funções públicas desempenhou várias funções e integrou vários projetos de dimensão nacional, internacional, intermunicipal, regional e local. Foi membro do Conselho Geral da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP); representante da ANMP no Conselho Nacional da Água; participante no XIV Grupo de Trabalho do Conselho Nacional da Água, sobre a elaboração dos Planos de Ordenamento de Estuários, em 2009; membro da Comissão de acompanhamento para a elaboração do Plano de Ordenamento do Estuário do Tejo; vice-presidente da Junta Metropolitana de Lisboa (2002-2005); representante da Junta Metropolitana de Lisboa na Rede Esturiales, no âmbito da qual participou na reunião do seu Bureau político (2003); participante no XXVII Congresso Mundial em desenvolvimento urbano, organizado pela INTA, associação internacional que promove a informação, experiências e práticas de desenvolvimento urbano por todo o mundo, que se realizou em Paris (2003); participante na XXIII Assembleia-Geral do Conselho Municipal e Regiões da Europa, em Innsbruck, na Áustria (2006); participante no III Fórum de Alto Nível para o Desenvolvimento de Mega Cidades que se realizou em Nantong, na China (2007).
    Foi Presidente da Federação Distrital de Setúbal do PS (2003-2006); presidente da Comissão Política Concelhia do PS do Montijo (2008-2011); membro da Comissão Nacional do PS e vice-presidente da mesa e membro da Comissão Política Nacional. É, atualmente, membro do Secretariado Nacional do PS.
    Participou enquanto oradora em inúmeras comunicações e conferências e é coautora do livro “O Regresso dos Partidos” (Âncora Editora, 2007).
    (…)
    – José Junqueiro:
    Atual deputado na Assembleia da República (XII Legislatura), vice-presidente do grupo parlamentar do PS, membro da Comissão Permanente, membro das comissões de Saúde, Defesa Nacional, Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local, presidente do Grupo de Amizade Portugal-Ucrânia e vereador da Câmara Municipal de Viseu.
    Exerceu cargos de Secretário de Estado da Administração Local (XVIII governo); Secretário de Estado da Administração Marítima e Portuária (XIV governo constitucional); deputado nas VII, VIII, IX, X e XI legislaturas; membro das delegações ao Fórum Ibero-Americano (Xª Legislatura); presidente dos Grupos de Amizade Portugal-Cabo-Verde, Portugal-Hungria, Portugal-Alemanha, Portugal-México; presidente da comissão de Equipamento Social da Assembleia da República; presidente da Comissão Eventual de Inquérito Parlamentar às Denúncias de Corrupção na Junta Autónoma das Estradas (VIIª Legislatura); membro da Comissão Permanente da Assembleia da República.
    Foi deputado da Assembleia Municipal de Viseu, membro da Comissão Política Nacional, Comissão Permanente, membro do Secretariado Nacional e da Comissão Nacional, presidente da Federação Distrital de Viseu do PS.
    A nível internacional foi vice-presidente da Assembleia Parlamentar do Mediterrâneo (APM) e presidente da 1.ª Comissão (Cooperação Política e Segurança) da APM (Xª Legislatura).
    Autor de várias publicações na área científica de especialidade, conferências, iniciativas legislativas, relatórios de iniciativas legislativas nacionais e europeias e de artigos de opinião em jornais e revistas.
    (…)
    – Eduardo Lourenço:
    Frequentou o Curso de Histórico-Filosóficas na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra onde concluiu a Licenciatura com uma Dissertação com o título “O Sentido da Dialéctica no Idealismo Absoluto”.
    Foi professor assistente na Universidade de Coimbra; Leitor de Língua e Cultura Portuguesa nas Universidades de Hamburgo, Heidelberg e Montpellier; Regente da disciplina de Filosofia na Universidade Federal da Baía, no Brasil; Leitor a cargo do Governo francês nas Universidades de Grenoble e de Nice, onde desempenhou posteriormente as funções de Maître-Assistant.
    Foi condecorado com a Ordem de Sant’Iago d’Espada (1981) e com a Ordem do Infante D. Henrique (Grande Oficial). Diretor da revista Finisterra – Revista de Reflexão e Crítica (1988).
    Nos últimos anos, Eduardo Lourenço recebeu inúmeras distinções, entre as quais se destacam: Prémio Camões (1996), Officier de l’Ordre de Mérite pelo Governo francês (1996), Chevalier de L’Ordre des Arts et des Lettres pelo Governo francês (2000), Prémio Vergílio Ferreira da Universidade de Évora (2001), Medalha de Ouro da Cidade de Coimbra (2001), Cavaleiro da Legião de Honra (2002), Prémio da Latinidade (2003), Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada (2003), Prémio Extremadura a la Creación (2006), Medalha de Mérito Cultural pelo Governo português (2008), Medalha de Ouro da Cidade da Guarda (2008) e Encomienda de Numero de la Orden del Mérito Civil pelo Rei de Espanha (2009).
    Em dezembro de 2011 foi-lhe atribuído o Prémio Pessoa.
    Eduardo Lourenço é ainda Doutor Honoris Causa pelas Universidades do Rio de Janeiro (1995), Universidade de Coimbra (1996), Universidade Nova de Lisboa (1998) e Universidade de Bolonha (2006). Desde 2002 exerce as funções de administrador não executivo da Fundação Calouste Gulbenkian.
    (…)
    Espero que tenha ficado mais bem informado.
    Para mais informações:
    http://pseuropeias2014.pt/lista

    • Guerra Junqueiro

      Caro Eleitor;

      Não estou interessado nos CV’s que enviou, pois necessito de quem trabalhe.
      Esses pelo que vejo, nunca ganharam a vida a labutar.
      Aquilo que coloquei, é que é a verdadeira realidade. Pode-lhe custar, mas é o melhor que têm, sendo pouco ou nada para o que necessitamos.

      Cumprimentos
      Guerra Junqueiro

      • Eleitor

        Caro Guerra Junqueiro,
        Como os CV’s demonstram são pessoas com credibilidade, provas dadas e trabalho feito, quer goste, quer não goste. Essa é que é a realidade.

        Cumprimentos

        • Guerra Junqueiro

          Conheço a realidade, e não gosto nem um bocadinho.
          Fique com eles, junte-se a eles. Faça é por não levar une estabefes em Felgueiras.

          Cumprimentos
          Guerra Junqueiro

          • Eleitor

            Fico, fique descansado e você fique lá com os os seus da (des)Aliança Portugal e junte-se a eles a brindar à austeridade e à desgraça dos portugueses.

        • Guerra Junqueiro

          Mais realidade.

        • Guerra Junqueiro

          Ainda mais

        • Guerra Junqueiro

          E mais.

  • Sombra

    Soube hoje, que Carlos Mendes foi ontem apresentado como Presidente da Assembleia Municipal durante as comemorações dos 26 anos da criação da ex-Freguesia de Vila Franca da Beira.
    Grande gozo, o Sr. Presidente da Câmara juntamente com o Presidente da Comissão Politica Concelhia do PS e actual presidente da União de Freguesias de Ervedal e Vila Franca foram à terra do ainda Presidente da Assembleia e o maior benemérito de Vila Franca, Sr. António Lopes, anunciar essa vergonha e ilegalidade.
    É este o PS que temos, é este PS que temos que pôr a andar o mais cedo possível.
    Vergonhoso. Votem neles.

  • P.inóquio.S

    Não sejam assim. O Sr.Carlos Mendes era habitual representar o Presidente,quando este não podia estar. Portanto esteve lá em representação. Além do mais é o 1º secretário. Soube há dias que dois presidentes de junta foram convidados a votar contra o Sr.António Lopes e não estiveram nem se fizeram representar, na Assembleia. O Sr.presidente anda a levar com as críticas dos amigos e lá se esforça por denegrir o presidente da AM. para se justificar: Só que os amigos, porque são comuns, conhecem bem um e outro e sabem quem é que se chega à frente quando é necessário. E também sabem quem nem o que promete com o que é nosso, cumpre. Quando foi para a maioria prometeu-se tudo.Agora é que é o problema. Esta telenovela como lhe chama a imprensa do “regime” ainda vai dar muito que falar. E não me espanta que não consigam arranjar os dois terços para conseguir os objectivos.Vai ser um gozo..!

    • Sombra

      Sabe para que foi a reunião que os elementos do PS fizeram antes da votação?
      Como a votação era secreta, pediram comprovativo como tinham votado contra António Lopes, pediram para fotografar com o telemóvel o voto, para o Sr. Presidente saber quem votou ou não nele. Palavra de um Presidente de Junta que embora tenha ido pelas listas do PS, sempre foi PSD.
      Na próxima votação, o medo vai fazer que muitos não compareçam, ou então que se incompatibilizem com JCA, porque segundo tenho ouvido, querem lá o António Lopes. “Dos que lá estão, é o melhor de todos.” Dizem.
      Acho que JCA, vai sair antes de António Lopes, pois está a revelar-se um déspota pior do que a PIDE.
      Salazares, já tivemos um.

  • António Lopes

    “Sombra” :Sabia disso.Já antes foi feito um contacto, um a um.E era dito: “Ou estão comigo ou contra mim”..! A democracia não se decreta. Estuda-se, assimila-se e pratica-se.Quem tem a capacidade para o fazer. Por cá,foram muitos anos de falta dela. Está num processo complicado..! Mais 60 anos e estamos lá…

  • António Lopes

    As mesas de voto para as eleições europeias não abriram este domingo em 12
    freguesias de cinco concelhos em todo o país, excluindo assim da votação
    mais de 12 mil eleitores, segundo dados da Direcção-geral da
    Administração Interna.

    Em vários locais foram promovidos boicotes pelas populações às eleições europeias como forma de protesto.

    De acordo com o director-geral da Administração Interna, Jorge
    Miguéis, todas as sete freguesias do concelho de Murça, que abrangem
    6.952 eleitores, têm as urnas de voto encerradas, como protesto pelo
    encerramento de serviços e pela possibilidade de introdução de portagens
    na auto-estrada.

    Quanto à freguesia de Muro, no concelho da Trofa, também as mesas de
    voto não chegaram a abrir, deixando de fora da votação 1.630 eleitores,
    enquanto no concelho de Serpins, na Lousã, ficam sem exercer o direito
    de voto um total de 1.505 eleitores, acrescentou à Lusa o responsável.

    Nestes dois casos, os protestos estão relacionados com a linha do
    metro: em Muro, a população reivindica a sua construção, ao passo que em
    Serpins exige a conclusão das obras do projecto.

    No concelho da Covilhã, duas freguesias ficaram sem votantes. Na
    freguesia de Orjais, com 768 eleitores, a escola foi fechada a cadeado,
    contra o anunciado encerramento daquele estabelecimento de ensino, e a
    mesa de voto não chegou a abrir.

    Ainda no mesmo concelho, segundo a mesma fonte, ficou fechada a secção de voto de Vales do Rio, que tem 726 eleitores inscritos.

    Em Ponte de Lima, não abriu a urna de voto da Gemieira, uma freguesia com 561 eleitores.

    O Senhor Presidente da Câmara de Oliveira do Hospital não tinha anunciado um boicote? “É só fumaça”…

    • Ele era isto

      Ele era o boicote ás
      eleições por causa do IC6, ele era o encerramento das escolas por causa do mega-agrupamento,
      ele era a desistência se o Sócrates não lhe fizesse a estrada. Ele era a
      ESTGOH, ele era a ACIBEIRA, ele era o PDM, ele era os hotéis.
      Enfim, era mas não é….

  • António Lopes

    “Vitórias” para todos os gostos: Oliveira do Hospital:
    Votaram 5520 – menos 1527 eleitores
    O PSD e CDS perderam 1438 votos relativamente às últimas europeias..Destes, o PS ganhou 332!!!
    Das autárquicas de Setembro para estas Europeias o PSD e o CDS perderam 1090 votos. O PS perdeu 6104- O PS já veio reclamar vitória.Teve mais 129 votos que os partidos do Governo. SE eu perdesse ou não fosse capaz de mobilizar, 6104 votos em 8 meses, era capaz de me interrogar porquê…São outras eleições mas, os adversários só perderam 1090, no mesmo espaço de tempo e com as mesmas condicionantes. Se calhar foi o apelo do Sr.Presidente para o boicote que influenciou…