O processo “bastante moroso” de adesão da Fundação Aurélio Amaro Dinis (FAAD) ao Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC) bem como o...

ARS Centro justifica atrasos com adesão tardia da FAAD ao SIGIC e mudança de instalações

…protelamento na adesão à Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) são apontados pela Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro como justificação para o atraso dos pagamentos àquela instituição. A mudança de instalações da estrutura regional de saúde é apontada como outro dos factores.

Deixando bem claro que a FAAD “constitui ainda uma excepção no universo de instituições públicas e privadas com as quais a ARSC contratualiza serviços”, a estrutura dirigida por João Pedro Pimentel reprova – em nota de imprensa enviada ao correiodabeiraserra.com –  a “morosidade” de adesão da FAAD ao SIGIC – a instituição opera pelo novo sistema desde o passado dia 4 de Julho – e à RNCCI, sublinhando que “comprometem, nesta altura, o normal relacionamento da instituição com as ARSC”.

“A fundação demorou demasiado tempo a completar o processo de adesão ao SIGIC e, por isso, continuou a fazer serviço cirúrgico para utentes da zona de influência do Centro de Saúde de Oliveira do Hospital ao abrigo de um protocolo anterior à legislação que actualmente regula a convenção para cirurgia com as IPSS e o sector privado”, explica aquela nota de imprensa, onde também se pode ler que “para aquelas instituições, o pagamento do SIGIC é processado automaticamente, enquanto que para a FAAD leva ao sistema de conferência individual e manual da facturação, o que, por vezes, origina algum atraso”.

ARS Centro sublinha que se a FAAD “tivesse aderido, em tempo útil, quer ao SIGIC quer à RNCCI veria, possivelmente, os problemas a que alude ultrapassados”, já que ambos os programas têm linhas de financiamento próprias que garantem a agilidade do processo de pagamento.

Sobre o pagamento dos convencionados, a ARSC admite existir algum atraso, mas justifica-o com o “processo de mudança de instalações e reorganização dos serviços competentes”. Adianta contudo que se espera uma normalização “para breve”. O Conselho Directivo da estrutura dá ainda conta da realização de reuniões entre as partes e fala de uma “postura de diálogo e concertação”.

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