Artur Abreu preside à Adeptoliva por mais quatro anos

Com o início do novo mandato autárquico não se verificam alterações na presidência da Associação que gere o ensino profissional em Oliveira do Hospital e Tábua, a Adeptoliva. A convite do presidente da Câmara oliveirense, Artur Abreu mantém-se no cargo.

Com a recente alteração efetuada no regulamento a possibilitar que alguém externo à estrutura camarária possa assumir a presidência da Adeptoliva, o até aqui presidente da Adeptoliva e então chefe de gabinete do presidente da Câmara de Oliveira do Hospital prepara-se para assumir os destinos da associação por mais quatro anos.

Artur Abreu foi convidado pelo reconduzido presidente da Câmara oliveirense para se manter à frente da Adeptoliva e não havendo objeção do lado do município de Tábua, decidiu aceitar o desafio lançado em nome da “afeição” que ganhou à escola e ao projeto. Por outro lado, refere o reconduzido presidente, “não seria bom sair numa altura difícil para a escola”.

Em concreto, Artur Abreu refere a “retração” no número de alunos verificada no presente ano letivo e que é consequência do facto de o pólo de Tábua estar a funcionar com menos uma turma, daí decorrendo também uma diminuição da verba canalizada para a escola profissional. Em Oliveira do Hospital, a Eptoliva tem três turmas em funcionamento. No total, são cerca de 160 os alunos que frequentam o ensino profissional ministrado pela Eptoliva.

Pese embora o momento “menos favorável” por que passa a escola profissional, Artur Abreu não deixa de registar o percurso de sucesso tido pela Eptoliva, que é hoje vista como uma escola de “referência” no que à formação de qualidade diz respeito. “Temos provado que fazemos bons profissionais, nomeadamente nas áreas de Turismo, Eletricidade e Mecatrónica”, afirmou a este diário digital Artur Abreu, destacando também a preocupação da Escola em alargar a sua rede de promotores no sentido de potenciar o mais possível a integração dos alunos finalistas no mercado de trabalho. Uma pretensão que lamenta não venha sendo totalmente cumprida pelo facto de as empresas parceiras da Eptoliva também verem limitada a capacidade de admissão de novos profissionais.

No futuro, Artur Abreu está certo de que a aposta terá que recair necessariamente, não apenas na vertente profissional, mas sobretudo na formação de adultos. “Só assim a escola continuará a marcar pontos junto da comunidade”, refere o responsável.

Nos últimos quatro anos a escola ficou marcada pela decisão do município de Arganil de deixar de fazer parte da Adeptoliva. De lá para cá, tem sido conhecida a vontade de alargar o ensino profissional a Góis, quer pela abertura de uma turma naquele concelho, quer pela admissão do município no seio da Adeptoliva, mas até ao momento tal ainda não se veio a verificar.

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