Pastilhas e outras guloseimas foram os artigos furtados do interior de um café e uma loja de doces localizados no Centro Comercial do Ameal, em pleno centro da cidade de Oliveira do Hospital.

Assaltantes “entraram” em centro comercial para levar guloseimas

Imagem vazia padrãoOs assaltos ocorreram na noite de sete para oito de Abril, mas a GNR ainda não conseguiu identificar os autores de tais actos de vandalismo.

Luís Costa, proprietário do café, queixa-se de que esta foi a quarta vez, num período de três meses, que o seu estabelecimento foi assaltado para levarem apenas pastilhas e outras guloseimas. “É esquisito. Partem-me o vidro da porta e só me levam guloseimas. Há qualquer coisa que não está bem”, referiu ao diário online do Correio da Beira Serra o dono do café que desconhece os motivos que levam alguém a ter este tipo de atitudes. Para além disso, não sabe também como é que os assaltantes entraram no Centro Comercial, já que quando chegou de manhã, a porta principal estava fechada à chave. “Alguém deve ter uma cópia da chave”, referiu Luís Costa, ponderando que os sucessivos assaltos tenham o propósito de lhe “destruir a vida”. “Há alguém que me quer pôr daqui para fora, mas eu tenho as minhas rendas todas em dia”, acrescentou, referindo que a GNR esteve no local mas não conseguiu descobrir nada.

Contactado por este diário online, o sargento-mor Lucénio Martins do Destacamento Territorial da GNR da Lousã referiu que na realidade “os danos causados foram superiores ao furto”, pelo que considera que “o autor do assalto teve intenção de pegar em alguma coisa e não estragar”. Pelos artigos roubados, o responsável é de opinião de que o assalto terá sido perpetrado por “malta nova que procurava algo que lhe dava jeito”.

O sargento-mor Martins informou também que no que respeita ao assalto de tubos em cobre num prédio em construção em Oliveira do Hospital ocorrido no início do ano, a GNR continua a proceder às devidas investigações, mas já identificou dois jovens do concelho como possíveis autores de tal acto. Disse, contudo, ainda não ter sido possível estabelecer uma relação directa entre o assalto à papelaria Pérola e o furto do cobre ocorridos durante a mesma madrugada.

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