BASQUETEBOL: Sampaense quer fazer boa figura na Liga

A equipa de S. Paio de Gramaços é uma estreante no escalão principal do basquetebol nacional, depois de, na época passada, ter sido finalista da Proliga.

Para esta época são cinco os jogadores que se mantêm. João Balseiro e Dário Furtado (ex-Vagos) e Alexandre Gama (ex-Vitória de Guimarães) constituem o trio de reforços nacionais que o clube foi buscar.

Quanto aos jogadores estrangeiros, Ricardo do Bem, o primeiro jogador brasileiro da história do clube, Kenyona Swader, que actuou na segunda divisão alemã, e Joby Wilson, que terá a sua primeira experiência na Europa, são os nomes escolhidos para cumprir o objectivo de ficar nos oito primeiros.

O presidente do clube, Vítor Duarte, acredita que “a equipa tem condições para fazer um bom trabalho”. Nas palavras do dirigente, “ir aos “play-off” é a meta traçada para esta temporada.

No que diz respeito aos três reforços estrangeiros, que chegam na próxima semana, Vítor Duarte só espera que “se consigam ambientar ao clube”.

Para 2009/2010, o clube tem um orçamento de 150 mil euros, “um valor mais apertado que o do ano passado”, como reconhece o líder. “Mas orçamentos não vencem campeonatos”, lembra Vítor Duarte.

Depois da apresentação de sábado, o Sampaense prepara-se para começar os seus treinos, no pavilhão Serafim Marques.

Assim que cheguem os jogadores estrangeiros, os treinos vão passar a ser bi-diários. O primeiro desafio do Sampaense está marcado para dia 3 de Outubro frente ao Angra Basket, na primeira jornada do Grupo B da Zona Centro/Sul do Troféu António Pratas.

O arranque da Liga apenas está marcado para Novembro, com o Sampaense a receber o Barreirense na primeira jornada.

Nova Época…Novo Treinador

Cláudio Figueiredo foi o homem escolhido para orientar o Sampaense nesta temporada. “Não estava a contar com o convite, até porque o ideal era dar continuidade ao trabalho que foi feito”, conta o jovem treinador.

Cláudio Figueiredo reconhece que “não foi fácil decidir, porque se trata da Primeira Liga e é um risco”. “Mas tenho confiança em mim e nos meus jogadores para correr este risco”, assume.

Para este desafio, Cláudio Figueiredo segue sem adjunto – “Os meus treinadores adjuntos são os jogadores”, diz a propósito.

Carolina Henriques (Estagiária)

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