Bebé morre na Unidade de Saúde da Guarda alegadamente devido à demora em realizar o parto

Uma criança terá morrido ontem devido à demora na realização do parto na Unidade de Saúde da Guarda (ULS) e o Conselho de Administração da Unidade de Saúde Local da Guarda, confirmou o responsável pelo Conselho de Administração daquela entidade, ordenou a abertura de um processo de averiguação sobre o caso. Carlos Rodrigues assegurou que na segunda-feira deverá haver algumas conclusões sobre um caso em que a família do bebé falecido fala em negligência médica e o Ministério Público já estará a investigar o caso.

Carlos Rodrigues considera que ainda não é “o momento próprio para analisar nada” e defendeu que casos como estes têm de ser analisados “fria e sistematicamente”. A investigação será liderada por “três especialistas de obstetrícia e uma jurista, nomeados pela ARS [Administração Regional de Saúde]”. A família considera que houve negligência médica e, apesar de ainda não ter apresentado queixa, o Ministério Público já terá dado início às investigações uma que teve conhecimento da ocorrência. E hoje, pela manhã, segundo o JN, os inspectores da Policia Judiciária passaram pelo hospital.

O caso tem a ver com Cláudia Costa que estava grávida da sua primeira filha e deveria dar à luz no final do mês. Contudo, começou a ter perdas de sangue esta quinta-feira e deslocou-se até ao hospital da Guarda. Cláudia terá sido internada no momento, mas, segundo a família, Segundo a família, a parturiente esteve à espera do médico mais de hora e meia, apesar de estar com perdas de sangue. Uma demora que poderá ter resultado na morte do bebé.

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