BioRefina-Ter entrou na corrida aos fundos comunitários

 

O projeto de construção de uma biorrefinaria de demonstração de 2ª geração, conhecido por BioREFINA-Ter acaba de ser sujeito a uma pré-candidatura aos fundos comunitários da União Europeia.

Em causa está um projeto que, na primeira fase, poderá representar para Portugal uma economia anual nas importações de petróleo de um bilião e 500 milhões de euros.

O BioREFINA-Ter abrange os concelhos de Oliveira do Hospital, Tábua, Arganil e Góis e é o principal projeto da BLC3 – Plataforma para o Desenvolvimento da Região Interior Centro que, no ano passado obteve um financiamento do Estado Português, através do Fundo Florestal Permanente, no valor de 500 mil euros.

“É um projecto piloto e inovador de auto-suficiência energética e carbónica, que tem como objetivo a utilização dos recursos naturais disponíveis – como a giesta, mimosa e carqueja, por exemplo – e dos resíduos lenho-celulósicos para a produção de biocombustíveis e outros bioprodutos”, explica a BLC3 em nota de imprensa.

Na pré-candidatura, no valor de 118 milhões de Euros, o BioREFINA – Ter concorre diretamente com projetos da Finlândia, Holanda, Inglaterra, Alemanha e Suécia.

No trabalho preparatório de candidatura aos fundos comunitários, a BLC3 contou com a estreita colaboração do Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), que considera o projecto da BLC 3 como “um projeto prioritário e de grande interesse nacional”, e que envolve a participação de vários parceiros empresariais e universitários.

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