Brás Garcia de Mascarenhas contemplado pelo programa de remoção de fibrocimento

Está para breve o fim do fibrocimento no agrupamento de Escolas da cidade de Oliveira do Hospital. Tal decorre de um programa anunciado no dia 1 de março pelo Ministério da Educação e Ciência, destinado a retirar coberturas em fibrocimento, um material com amianto, desaconselhável dadas as suas propriedades cancerígenas.

Uma medida que vai ao encontro das preocupações do Agrupamento Brás Garcia de Mascarenhas que, em 2010, procedeu à substituição das coberturas de dois pavilhões, o “B” e o “C”.

“Esta era uma das nossas prioridades e que agora vai ser realidade”, refere o diretor do agrupamento, Luís Ângelo, a propósito de uma intervenção da qual já foi oficialmente informado, mas que ainda não está calendarizada. Das 50 escolas contempladas, 15 vão ser intervencionadas nas férias da páscoa, entre 18 de março e 1 de abril.

No conjunto, o Programa de Remoção do Fibrocimento das Escolas vai custar seis milhões de Euros ao Orçamento de Estado. De acordo com um estudo apresentado em 2007, ainda existem em Portugal 700 escolas com coberturas de fibrocimento. Um número que, entretanto, já foi reduzido pela realização de intervenções a cargo da Parque Escolar.

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