José Carlos Alexandrino sofre nova derrota no confronto na Justiça no caso do empreendimento turístico das Caldas de S. Paulo

Câmara Municipal de Oliveira do Hospital vai comparticipar consultas na FAAD até que problema das extensões de saúde esteja resolvido

Com o encerramento temporário das extensões de saúde em Oliveira do Hospital devido à falta de médicos, o presidente da Câmara Municipal promete comparticipar a consulta de clínica geral e familiar em funcionamento no hospital da Fundação Aurélio Amaro Dinis (FAAD). José Carlos Alexandrino, em declarações à Rádio Boa Nova, sem adiantar valores ou a data de início da comparticipação, explicou que esta é uma situação transitória e que pretende “amenizar” os problemas até que a situação seja resolvida com a colocação de médicos no concelho.

“Na Fundação Aurélio Amaro Dinis há uma consulta aberta que a Câmara Municipal vai comparticipar para que as pessoas fiquem pelo menos com consultas até se resolver o problema”, sublinhou o autarca, frisando que se irá substituir a quem tem a competência de resolver o problema da saúde. “Esta é uma medida transitória, até se encontrar uma medida definitiva. Município está disposto a fazer um esforço financeiro, mas não nos vamos substituir a quem tem o dever de actuar nesta área”, frisou em declarações àquela rádio.

José Carlos Alexandrino explicou ainda que as suas reivindicações passam por ter todas as extensões de saúde abertas. “Que esses espaços tenham médicos e, vou mais longe, reivindico que algumas extensões de saúde que estão fechadas devem ser reabertas devido à elevada idade das nossas populações”, continuou o autarca que diz ter a “obrigação de defender aqueles que mais precisam”. “Quem tem dinheiro vai a um médico particular, mas quem não tem dinheiro tem problemas, principalmente os mais idosos”, rematou.

O director do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Pinhal Interior Norte, Avelino Pedroso, recorde-se, justificou o encerramento de cinco extensões de saúde com a necessidade de reafectar os médicos para serviço na sede, de forma “a não haver situações de rotura na continuidade dos cuidados de saúde”. Aquele responsável explicou que estas medidas são transitórias e ficam a dever-se às férias de alguns profissionais.

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  • Memória

    Acontece a muita gente, o Alexandrino queria transformar a situação numa crise politica a favor dos xuxas, esqueceu-se do que disse o Arnaut em Oliveira em 2007.

  • António Lopes

    Finalmente o “Projecto Revolucionário” despontou..! Tal como sempre eu tinha previsto a Câmara vai pagar serviços da responsabilidade do Governo..! Nada como gerir o que não é nosso.

    “Eleições à porta, seja Deus louvado”..! O que é que esta decisão tem de revolucionário..?Quando o PS tentou fechar os serviços,em 2007, foi esta a resposta..?

    • Fechem-no

      Alex no seu melhor. Com o nosso dinheiro como é evidente.

  • António Lopes

    ” Uma espécie de protegida da Câmara Municipal, a BLC3 conta com um
    subsídio mensal municipal na ordem dos nove mil Euros. Aos que criticam o
    dinheiro gasto com a BLC3. João Nunes aconselha a que
    façam contas com o que se gasta em futebol no concelho. “A BLC3
    custa menos cinco vezes do que o futebol “, constata o jovem que nada
    tendo contra a “bola”, lembra que a União Europeia
    recomenda a utilização de 3% do orçamento de cada região em
    tecnologia e inovação. “Em Oliveira do Hospital fica muito a abaixo”,
    verifica”

    Parabéns Eng.João Nunes

    Afinal, pensava que era só eu que fazia este tipo de análise…Como a BLC custou 185 000 00 em 2014…. “é fazer as contas”…

    Sendo eu um defensor da BLC3, recusaram-me as contas…(pedi à Câmara)