Candidato do CDS pede “uma oportunidade” para poder “criar emprego para todos” (Com vídeos)

Criar emprego e colocar travão na desertificação das aldeias. É o que se propõe fazer o candidato do CDS-PP à Câmara Municipal que, num jantar-comício, onde juntou cerca de três centenas de apoiantes, apelou à confiança dos oliveirenses na certeza de que “não se irão desiludir”.

Na corrida à Câmara Municipal para fazer “mais pela nossa terra”, José Vasco de Campos volta a eleger o emprego como a grande prioridade da sua candidatura. Uma preocupação que o jovem candidato pelo CDS-PP garante nunca ter visto ao atual executivo, nem a nenhum presidente de Câmara de Oliveira do Hospital.

“Nunca se preocuparam com empresários, empresas e trabalhadores. Preocupam-se em gastar milhões aqui e acolá, que depois não dão em nada”, afirmou o candidato centrista num jantar comício que levou a efeito na passada sexta feira, onde destacou a importância do investimento privado para o desenvolvimento concelhio. “O investimento público é importante, mas tem que ser alicerçado em investimento privado e é essa voz que queremos trazer para a Câmara e para nossa terra”, insistiu José Vasco de Campos, que encontra naquela receita o caminho para fixar jovens no concelho e travar a desertificação, em particular das aldeias. No fundo, o que espera o candidato centrista é que, tal como ele, a juventude se fixe no concelho, crie o seu posto de trabalho e dê trabalho a outras pessoas.

Determinado em “criar emprego para todos, sobretudo para os jovens para que cá fiquem ao nosso lado”, José Vasco de Campos não poderia ter sido mais direto ao apelar à confiança dos oliveirense. “Dêem-nos uma oportunidade. Tenho certeza de que não vos iremos desiludir”, afirmou o candidato à Câmara que “seja qual for o resultado” garante que vai “cá estar os quatro anos – “não vou para Coimbra, Lisboa ou ser deputado”, tranquilizou – para defender a ESTGOH que “não está a ser devidamente acarinhada porque valores políticos tem estado acima de Oliveira do Hospital e da Escola”. “Isto também não admito”, referiu o candidato que sob a bandeira do CDS, garante que “o concelho e as suas gentes estão acima do partido”. À frente de uma candidatura que diz ser do “coração” e composta por “gente boa, honesta e trabalhadora”, José Vasco de Campos promete igualmente atenção redobrada com os “princípios básico da civilidade”, lamentando que no concelho continue a haver lugares sem água e esgotos. “Isto é uma vergonha para Oliveira do Hospital”.

“Nós não somos candidatos paraquedistas ou campistas”

Igualmente insatisfeito com o tratamento que o atual executivo e anteriores equipas municipais deram a empresas e empresários – “nunca reuniram com as empresas”, denunciou – o candidato do CDS à Assembleia Municipal de Oliveira do Hospital assegura ter entrado na corrida eleitoral autárquica com a ambição de que “daqui a 10, 20 ou 30 anos” o concelho permita aos seus filhos ter “a qualidade de vida merecida”. É que, alerta Luís Lagos”, isto não corre mal há quatro anos. Corre mal há muito tempo”. “O concelho vem definhando e nada aparece de novo, corremos o riso de perder a ESTGOH, o tribunal e as finanças”, alertou o jovem candidato que, do mesmo modo, pediu aos oliveirenses para que dêem uma oportunidade à candidatura do CDS-PP que se demarca das restantes por ser a única que tem “um candidato à Câmara e um candidato à Assembleia que vai notar nele próprio.”

“Nós votamos em nós porque estamos cá todos os dia, fazemos cá a nossa vida, temos cá as nossas empresas e vivemos aqui”, esclareceu Luís Lagos que, ao contrário, acusa outros de virem “acampar” em Oliveira para virem ganhar aqui as eleições”. “Nós não somos candidatos paraquedistas ou campistas”, registou, sossegando os oliveirenses com a certeza de que “se ganharmos ou perdermos ao outro dia estamos cá”.

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  • Ricardo Araujo

    O que vale é que toda a gente em ohp sabe e conhece o papa-subsideos