Candidato do CDS/PP compromete-se a “tudo fazer” para ajudar ARCIAL

José Vasco de Campos dedicou o final da manhã de ontem à ARCIAL. “Emocionado” com o trabalho que ali se faz, o candidato do CDS/PP à Câmara de Oliveira do Hospital prometeu “tudo fazer” para que os 10 acordos necessários ao funcionamento as unidades residenciais surjam “com a maior brevidade”.

“O ministro da Solidariedade Social é do CDS e o que podemos fazer é tentar sensibilizá-lo para a necessidade de os acordos serem assinados com maior rapidez”. O compromisso foi assumido, ontem, pelo candidato do CSD/PP à Câmara Municipal de Oliveira do Hospital que no âmbito do périplo que decidiu realizar pelas várias instituições concelhias, conheceu de perto a realidade da instituição que presta apoio a jovens portadores de deficiência, a Arcial. Uma instituição que, entende José Vasco de Campos, “desenvolve um grande trabalho na área da deficiência”. “Fiquei profundamente emocionado com o trabalho que aqui fazem”, confidenciou ainda o candidato centrista à autarquia oliveirense que, do mesmo modo, ficou sensibilizado para a importância de se desbloquear o processo em torno das duas unidades residenciais já construídas, num investimento de mais de 260 mil euros, e em fase apetrechamento de mobiliário e eletrodomésticos, mas sem certezas no que respeita à sua entrada em funcionamento.

“Faltam os 10 acordos e na Segurança Social dizem-nos que não há verba disponível”, informou a presidente da Arcial, assumindo esta como a “maior preocupação” sentida pela instituição, pelo facto de haver um conjunto de cinco raparigas e igual número de rapazes à espera daquela resposta residencial. “Para nós é urgente”, alerta Rosa Neto, referindo também tratar-se de uma necessidade para os familiares daqueles jovens que devido ao afastamento por motivos profissionais e ao envelhecimento próprio da idade não têm onde deixar os filhos. Em causa, explicou a responsável, estão 10 jovens em “risco social que precisam de ser supervisionados”. “Atualmente vão para casa e não têm suporte familiar, levam daqui o jantar”, continuou, notando que a situação piora ao fim de semana.

Preocupações que Rosa Neto transmitiu a José Vasco Campos, na expectativa de que junto do governo, em particular do secretário de Estado e do ministro da Solidariedade Social, possa exercer pressão no sentido de se desbloquear o impasse em torno dos necessários acordos de cooperação. Inclusivamente, aquela dirigente apelou ao candidato para que desafie o ministro Pedro Mota Soares a visitar a instituição e a conhecer de perto o trabalho que ali é feito e o quão necessário são os 10 acordos.
Um repto a que José Vasco de Campos acedeu no sentido de tornar viável um projeto que apreciou. “Vamos sensibilizar e esperamos que os acordos sejam realidade”, referiu, certo da importância que as unidades residenciais têm para um conjunto de utentes que, a não ser assim, não têm outro tipo de suporte e acompanhamento.

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