Cartazes da JSD ‘invadiram’ cidade em dia de arranque da expOH

… um conjunto de questões que colocam em causa o desempenho do executivo socialista.

Em dia de arranque oficial da 3ª edição da expOH – Feira Regional de Oliveira do Hospital foram outros os cartazes que tomaram conta da cidade.

Na principal artéria da cidade foram várias as placas interrogativas, estrategicamente colocadas, em cada um dos braços de iluminação pública, com as quais a estrutura concelhia da JSD “cobrava” as promessas feitas pelo atual executivo municipal, em tempo de campanha eleitoral.

“Oliveira do Hospital que oportunidades têm os jovens?”, “Que postos de trabalho foram criados?”, “Onde estão as novas empresas?”, foram algumas das interrogações lançadas, algumas delas ainda visíveis na artéria que atravessa a cidade e possibilita o acesso ao Parque do Mandanelho que, até domingo, é palco da expOH.

Perguntas às quais se juntaram outras relacionadas com a prometida requalificação do zona histórica da cidade e até com a saída de empresas do concelho oliveirense. Estrategicamente colocadas no dia em que a cidade se preparava para acolher uma verdadeira multidão atraída pela expOH e pelo espetáculo do artista português Leandro, as questões acabaram por não ficar sem resposta.

“Não distraiam o executivo…”

Com a identificação das “10 nódoas negras” descritas pela Comissão Política do PSD ainda bem presentes, o presidente da Assembleia Municipal não deixou de responder àquilo que apelidou de “divagações” da oposição.

“Se as pessoas, tal como eu, estão preocupadas com o futuro deste concelho, têm que fazer propostas concretas e objetivas”, afirmou o presidente da Assembleia Municipal por ocasião da sessão de ianuguração da expOH, criticando aqueles que “durante 30 anos” tiveram possibilidade de fazer tudo o que reivindicam e que, agora, pedem ao atual executivo para que faça tudo em dois anos e meio.

Certo daquele que deve ser o papel da oposição, Lopes notou que o caminho que está a ser seguido pelo PSD local não é o mais acertado, tendo em conta aquilo que tem sido o desempenho do executivo municipal e com o qual está “globalmente satisfeito”.

“Deve-se fazer uma oposição que nos leve a algum lado e não uma oposição que nos leve ao desgaste, porque não sei se isso traz alguma vantagem”, registou o presidente da Assembleia, que desafiou o principal partido da oposição a apresentar “propostas concretas e objetivas e a criticar o que deve ser criticado”.

“O apelo que faço é que não distraiam o executivo e o deixem continuar a fazer o bom trabalho que anda a fazer. Porque se estivesse a fazer mal, eu era o primeiro a criticar”, insistiu, fazendo questão de elencar as ‘provas’ do bom desempenho municipal, a começar pelos resultados financeiros, já que mesmo em situação de corte de três milhões de Euros, têm vindo a ser melhorados. “Neste momento, a Câmara deve menos 650 mil euros do que devia quando para lá foi”, frisou, fazendo questão de sublinhar a boa situação financeira herdada pelo atual executivo municipal.

Numa altura em que o IC6 voltou a dominar o discurso político, Lopes lembrou à oposição, que o presidente da Câmara está com os autarcas de Seia e de Gouveia “em cima do do IC6”. “O governo pediu uma moratória e tirou-se o pé do acelerador, mas não quer dizer que deixaram de se preocupar e de estar empenhados”, esclareceu.

No que ao emprego diz respeito, Lopes recordou o trabalho feito em prol da revitalização da ex HBC e junto da Pousada do Convento do Desgravo que correu risco de encerramento. Mas é sobretudo na BLC3 – “onde já há dois milhões e meio de projetos aprovados com financiamento externo superior a dois milhões de Euros”, pormenorizou – que o responsável concelhio deposita confiança maior, certo de que a estrutura localizada na Zona industrial vai permitir a criação de “centenas de postos de trabalho”. “Duvidar-se deste projeto e dizer que este executivo anda a dormir na forma e não está preocupado com o futuro, não é uma postura séria”, comentou António Lopes.

No que respeita à degradação da zona histórica, António Lopes não deixa de admitir a necessidade de requalificação das artérias. “Ainda não está esquecida e há-de ser feita”, assegurou, notando porém que a grande aposta do executivo – o saneamento básico – “está a ser cumprida”. “Esse era o grande flagelo e foi por aí a linha de combate deste executivo”, referiu, verificando que ainda não está tudo feito, mas que segue “ em passo muito acelerado”.

A participar no arranque oficial de um certame que tem a assinatura do executivo municipal, António Lopes revelou-se crítico em relação ao estilo da oposição que tem vindo a ser feita à atual equipa executiva e, apelou para que no concelho continue “a existir um clima de diálogo e de entendimento”.

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