CM de Oliveira do Hospital devolve IMI a associações e colectividades concelhias

CMOH apela a empresas para novo projecto de apoio aos mais carenciados

A Câmara Municipal de Oliveira do Hospital (CMOH), em parceria com a Rede Social concelhia, está a implementar o projecto “Empresa Solidária” que passa pela criação de uma bolsa de empresas que manifestem a sua disponibilidade para colaborarem com o Banco de Recursos Sociais de Oliveira do Hospital em situações concretas. As empresas no âmbito desta iniciativa podem fornecer bens ou serviços necessários a famílias necessitadas. A gestão da bolsa fica a cargo do Município de Oliveira do Hospital que diz já contar com dez empresas que mostraram disponibilidade.

As Empresas Solidárias aderentes são diferentes dos doadores do Banco de Recursos Sociais uma vez que poderão fazer a doação de bens e serviços após o contacto por parte do Gabinete de Acção Social e Saúde (GASS), em função de uma carência concreta. Na prática, quando surge uma necessidade específica, para a qual não exista resposta na Loja Social, o GASS contacta a Empresa Solidária que esteja em melhor posição para a sua resolução.

“Este modelo reforça o espírito de partilha solidária por parte das empresas que não têm a obrigatoriedade de satisfazer o pedido de ajuda, mas que manifestam a sua disponibilidade, como aliás já vinha acontecendo por parte de algumas empresas que têm colaborado com o Banco de Recursos Sociais”, explica a CMOH, sublinhando que o projecto “Empresa Solidária” permite que as famílias sejam apoiadas com uma resposta concreta a uma necessidade que sentem.

Ao projecto “Empresa Solidária” podem aderir todas as empresas, sediadas no concelho de Oliveira do Hospital ou em qualquer outro ponto do país, que prestem serviços em qualquer área com especial enfoque em empresas de fabrico e venda de mobiliário, venda e reparação de electrodomésticos, transformação, venda e distribuição de bens alimentares, têxteis e confecção de vestuário, construção civil e empresas na área da prestação de cuidados de saúde. Nesta fase de lançamento da iniciativa “Empresa Solidária”, a autarquia diz que já manifestaram interesse em participar cerca de dez empresas.

 

 

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  • António Lopes

    Se não fosse grave, era caricato..! Uma Câmara que gasta um milhão de euros em festas e bola vem apelar à solidariedade empresarial..? E quem é que “embarca”? O dia que não puderem dar, são “lavados” na reunião da Câmara ou num outro ajuntamento qualquer..! E não venham negar pois, sei por experiência própria, do que é que falo.Isto da caridadezinha…Solidariedade institucional é um direito.Esmola …

    “Quem dá compra-se. Quem aceita vende-se. A palavra que mais custa a pronunciar, duas vezes se engole em seco, é: Peço..! Por isso nunca ninguém pagou tão caro como quem pediu”.

    Padre António Vieira

  • Politicalex

    Agora já se percebe porque não devolvem o “papel” ao Lopes. água e luz cortada nas concelhias e andam a chamar falidos aos outros…Para “coçar para dentro”, estão sempre prontos.Comparticipar para o partido que “embarquem” os outros..PS no seu melhor..!

    http://jornais.sapo.pt/nacional/4098

    • Vermelhão

      É fácil.O Lopes é que é o culpado.Controla a Câmara de tal maneira que não lhes dá a possibilidade de sacar algum por fora, e assim poderem pagar o que parecem que lhe devem.

  • Adjunto de ordens

    “PS sem dinheiro renegocia dívida com a banca: Partido pede empréstimo de €1,5 milhões para pagar campanha. Concelhias com rendas em atraso e água e luz cortadas. Dívida à banca de €11 milhões pode levar a hipoteca de sedes.”

    “Casa onde Sócrates viveu em Paris vazia há dois anos”..!

    E anda o Alex com as bocas que anda..” Tudo gente de bem. Fizeram ao Partido o que fizeram ao País..! E, imaginem, acham que merecem confiança para governar..! Coitadotes..!

  • António Lopes

    E como vamos discutir as contas, na próxima AM, e como nunca mais me mandam as dívidas reais desde 2006, como pedi, apesar de eu ter enviado, para ajudar as contas desde 2009 a 20103, inclusivé,dou mais uma ajuda colocando a dívida em 31 de Dezembro de 2008..

    Assembleia Municipal de Oliveira do Hospital apresenta contas 25 de Fevereiro de 2008

    De acordo com a documentação a que o correiodabeiraserra.com teve acesso, a dívida do município oliveirense ascendia, em 31 de Janeiro de 2008, a sensivelmente 2 milhões e 600 mil euros