Confeções ganham novo fôlego em Oliveira do Hospital

 

… estão em progressão e a alargar os postos de trabalho.

O momento é de esperança para o concelho de Oliveira do Hospital. O sector das confeções, entendido como maior empregador, em especial de mão de obra feminina, dá sinais de franca recuperação.

Volvidos os “anos negros” em que o encerramento de unidades laborais das confecções quase que seguiu o efeito dominó, as empresas que resistiram aos efeitos da crise apresentam hoje sinais de  retoma económica.

As empresas habituadas a “dar cartas” no que à qualidade diz respeito estão a assistir ao aumento do leque de encomendas, chegando até a possibilitar o alargamento dos postos de trabalhos.

“Bons indicadores” que foram partilhados pelo presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, que considera estar em face de um “quadro de esperança e de transformação”.

José Carlos Alexandrino falava assim no rescaldo de uma reunião em que participou com os principais empregadores do concelho e onde encontrou “empresários com grande esperança”.

Um sentimento que contrasta com o cenário “depressivo” que marcou os últimos anos e que afetou todas as áreas de produção, e em particular a das confeções. “Há sinais muito positivos”, registou o autarca oliveirense, destacando em particular a admisão de pessoal que tem vindo a ser feita por empresas como a Davion, a Irsil e a Azuribérica, com perspetivas de  alaramento do quadro de pessoal.

Uma postura empresarial que merece o louvor de José Carlos Alexandrino que tem a registar o sentido de responsabilidade social das empresas, que tendem em dar a mão a famílias mais necessitadas em matéria de emprego.

Para José Carlos Alexandrino, Oliveira do Hospital está a ser palco de um verdadeiro caso de sucesso no setor das confecções, que até já está a motivar o interesse de técnicos de várias áreas, no sentido de perceber o motivo pelo qual o setor está a “vingar” no concelho.

Da mesma forma que destaca a garra dos empresários, José Carlos Alexandrino reconhece aquela que tem sido a postura dos trabalhadores das várias empresas, que se revelam sempre disponíveis para trabalhar fora de horas e até ao fim de semana.

Uma realidade que o vereador do PSD acredita que venha a ser reforçada com a nova legislação laboral, por permitir aos empresários ajustar o número de trabalhadores ao nível de produtividade da empresa. “Adpatam-se ao contexto e mantêm a atividade”, registou Mário Alves considerando preferível que uma empresa dispense alguns trabalhadores, ao invés de fechar portas e lançar toda a massa salarial para o desemprego.

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