Demência afeta mais de 180 mil portugueses. Autor: José Carreira.

A demência é um desafio enorme para um número crescente de famílias, uma das principais causas de Dependência e Incapacidade. Não podemos ignorar o impacto devastador nas pessoas com demência, nas famílias, nos cuidadores e nos sistemas de saúde e de proteção social. A Doença de Alzheimer é a forma mais comum de Demência.

De acordo com a Associação Internacional de Alzheimer, duas em cada três pessoas considera que há pouca ou nenhuma compreensão da demência nos seus países. Temos, por isso, que agir hoje, trabalhar, afincada e concertadamente, na prevenção para que possamos dar melhor qualidade de vida às pessoas com demência, famílias e cuidadores.

Segundo os últimos dados publicados na revista científica The Lancet é possível evitar um em cada três casos de demência, se forem controlados os fatores de risco como a obesidade, a diabetes, a hipertensão e se for promovida a atividade física e fomentado o contacto social.

Durante o mês de setembro são múltiplas as iniciativas que visam sensibilizar a comunidade para a importância dos sinais de alerta; do diagnóstico atempado; da criação e implementação do Plano Nacional para as Demências, do Estatuto do Cuidador, e da Comunidade Amiga das Pessoas com Demência.

A Alzheimer Portugal é a única organização em Portugal, de âmbito nacional, especificamente constituída com o objetivo de promover a qualidade de vida das pessoas com doença de Alzheimer e dos seus familiares e cuidadores. Pode consultar o site da associação através do endereço www.alzheimerportugal.org.

A Organização Mundial de Saúde estima que em todo o mundo existam 47.5 milhões de pessoas com demência, número que pode atingir os 75.6 milhões em 2030 e quase triplicar em 2050 para os 135.5 milhões. A doença de Alzheimer assume, neste âmbito, um lugar de destaque, representando cerca de 60 a 70% de todos os casos de demência (World Health Organization [WHO], 2015).

Autor: José Carreira, presidente da Associação Alzheimer Portugal

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  • João Dinis, Jano

    OK. Temos muitos “dementes”. Porém, uma primeira diferença:- muitas vezes, se o personagem for um “pobre” é considerado “demente”… mas se for um “rico” é um “excêntrico” e até se lhe faz o “elogio da loucura”…

    Já agora, em Oliveira do Hospital, quantos “dementes” haverá? E quantos “excêntricos” ?

    Conheceis alguns desses que tais ??…

    “E até o louco tem direito à razão”… e é muito ténue a linha que separa a genialidade da loucura, muitas vezes, sobretudo em (grandes) artistas e outros (grandes) visionários.

    Mas também – e mesmo em Oliveira do Hospital – há “loucos” (ou “excêntricos”) que se julgam artistas, ou que até se julgam “deuses”, mas que o não são… É capaz de tentar nomear (mesmo sem lhe pôr o nome próprio) um ou outro destes?

    OK

    João Dinis, Jano

    • António Lopes

      Camarada João Diniz:

      Eu, até nomeava, mas sou pouco dado a “promoções”! Eles, já se esforçam que baste, para sair do anonimato .Tudo serve para chamar os micros e os holofotes.Ia agora chancelar para ficarem a pensar que são esses “visionários”..?

      Posso é dar-te umas dicas. A CNE e o Tribunal Administrativo andam por aí..! Li no “jornal” aqui em Cabo Verde…