“Desafio o PSD para que faça tantos quilómetros de IC6 como fizeram os governos PS”

 

… não estar de “braços caídos” e desafiou o PSD a fazer tanto pelo IC6 como fizeram os governos socialistas.

O IC6 voltou a ser tema de debate na última Assembleia Municipal de Oliveira do Hospital, com o presidente da Câmara a reagir à anunciada “marcha pelo IC6”, organizada pelo PSD e às recentes declarações a propósito da sua postura em torno desta matéria.

“Não sou homem de braços caídos, estou habituado a lutar pelas coisas”, afirmou José Carlos Alexandrino que atribuindo aos governos socialistas o ónus dos troços do IC6 já realizados, desafiou o atual governo a semelhante feito.

“Desafio o PSD para que, neste mandato, faça tantos quilómetros de IC6 como fizeram os governos PS, que nós ficaremos contentes”, disse o autarca que, numa rejeição à crítica de que foi alvo por parte da recém eleita Comissão Política do PSD de Oliveira do Hospital, assegura estar a fazer o que lhe compete junto do governo.

“Reuni com o secretário de Estado, mas disse que não há condições financeiras e que a obra só poderia avançar com apoio do QREN”, revelou José Carlos Alexandrino, lamentando porém que os fundos comunitários estejam congelados.

“O governo acaba de limpar o dinheiro ao QREN e diz que a tróika deu autorização”, disse insatisfeito o autarca que, louvando o trabalho feito em matéria de IC6 por governos socialistas, alerta para o fim da validade do estudo de impacte ambiental para o troço que virá a servir Oliveira do Hospital.

“Este estudo acaba a 2 de Agosto de 2012 e se passar a data e não for renovado, o processo do IC6 não demorará, dois, três ou quatro anos, mas sim seis ou sete anos”, alertou o autarcaque, em jeito de recado ao PSD oliveirense, disse que não é o concelho que precisa de um “Messias”, mas sim o país. “Se quiserem entreguem-me um Messias para eu levar ao governo”, disse em tom irónico o autarca que, também não deixou de reagir à crítica em torno das “festas” promovida pelo município.

“Sabemos organizar festas e bem, mas outros organizam festarolas, que não são festas porque não as sabem fazer”, referiu.

“Um passeiozinho para depois se comer uma sardinhada”

Um registo também partilhado pelo presidente da Assembleia Municipal, António Lopes, que na abertura dos trabalhos da última reunião daquele órgão, não deixou criticar a sardinhada que o PSD reservou para o fim da “marcha pelo IC6”.

“Contestam as festas, mas no fim lá vem uma sardinhada”, referiu António Lopes que também criticou o facto de a “marcha” não ser a pé, mas de carro, motivo pelo qual chegar a questionar a promessa feita de participar na iniciativa que já tinha sido prometida pelo anterior presidente de Câmara.

“Eu tinha prometido que a essa marcha ía de rastos”, lembrou, notando agora não poder cumprir a promessa, porque afinal a marcha não passa de “um passeiozinho para depois se comer uma sardinhada”.

Deputado municipal e vice-presidente da Comissão Política do PSD de Oliveira do Hospital, Rui Abrantes admitiu também não ser confortável para a estrutura avançar para a marcha – em modelo de “caravana automóvel”, esclareceu – estando o PSD no governo.

Ainda assim, o social-democrata explicou que o objetivo é “sensibilizar” e, fez questão de esclarecer que “a sardinhada não é problema, porque quem paga não é o erário público”. “Condenamos quando as festas são pagas com erário público”, clarificou.

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