Direcção de IPSS de Travanca desdramatiza problema dos equipamentos do parque infantil

A direcção do Centro Social de Travanca de Lagos, IPSS, garantiu hoje em comunicado que está a acompanhar o processo que levou à recolha, por parte da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, dos equipamentos do parque infantil da Casa da Criança Sarah Beirão e mostra-se convencida “que, em tempo oportuno, a situação será resolvida”. O comunicado surge depois do CBS ter noticiado o descontentamento dos pais das crianças que frequentam aquele espaço perante a atitude da autarquia.

Os responsáveis por aquela instituição de Travanca de Lagos, liderada pelo presidente da Junta de Freguesia local, António Soares, elogiam, de resto, o relacionamento entre a Câmara Municipal e o Centro Social de Travanca de Lagos e explicam que os “referidos equipamentos foram retirados porque precisavam de ser arranjados e ou substituídos”.

Num comunicado de cinco pontos, a direcção daquela IPSS sublinha que têm existido “contactos entre a Direcção e a Câmara Municipal relativamente a este assunto” e que a autarquia tem mantido uma “uma postura de cooperação institucional exemplar”. “O funcionamento das valências de Creche e Centro de Actividades de Tempos Livres deve-se, em grande parte, a essa cooperação”, garantem ainda, chamando a atenção para que as “dificuldades se resolvem nos locais próprios e usando os canais adequados”. Os responsáveis pelo Centro Social de Travanca de Lagos não conseguem, porém, apontar uma data para a restituição dos equipamentos.

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  • Vermelhão

    Eh,eh. Estão a chegar as eleições. Os pais protestam. Este presidente de Junta que, pelos vistos é um DDT lá na freguesia, diz que em tempo oportuno as coisas serão resolvidas. Só não diz, é quanto é esse tempo. E como está a chegar a hora de se dar bem com Deus e com o Diabo, há que soltar umas palavras, e nada dizer. É que ser presidente de Junta é muito importante.

  • Patinho “quá-quá” – inberto ma

    “Carlos Cruz, que foi presidente da comissão da candidatura de Portugal ao Euro 2004, lançou ontem uma autobiografia em que, entre outros episódios, relata que a Federação Portuguesa de Futebol comprou votos de federações estrangeiras para que o país fosse escolhido para organizar a competição.”
    Ahahahahahahahahah

  • Esclarecido e aleviado

    Faltam-me as palavras para descrever realmente o que me vai na mente!
    Só me ocorre dizer que se eu pertencesse à direcção desta casa também desdramatizava a situação: nenhum deles tem filhos nesta casa, nenhum deles tem netos nesta casa, e pelo andar da carruagem, nenhum deles vai passar a velhice na casa ao lado!
    Porque preocuparem-se os equipamentos podem ser instalados quando esta casa estiver fechada por falta de crianças, assim mostramos a nossa solidariedade a Vila Franca.
    Travanca está a empobrecer alegremente e o povo deixa!

  • S. Pedro

    Será que isto e uma brincadeira de mau gosto.
    Então desde que este presidente de câmara chegou a cadeira do poder só tem feito coisas boas por Travanca, como fechar o lar, quando recebeu em orçamento uma verba aprovada de 400 mil euros para investir naquela casa, pois mas foi mais fácil fechar a grande obra que a Sra Sarah Beirão deixou a Travanca. Agora esta a tentar fazer a mesma coisa a creche que a mesma Sra. deixou a nossa aldeia, para não falar da verba que deu a Faad para fazer obras na creche de Travanca no valor de 25000 euros pergunto aonde estão essas obras porque o dinheiro vem escrito na revista da camara (caras). Entao e o presidente desta instituicão vem defender o quê? Mas se querem mais vão a creche e vão ver a porta por onde as crianças entram que esta a cair.

    • António Lopes

      A mim respondeu-me “que não tinha nada a ver com a Fundação Sarah Beirão,que até tinha sede em Tábua..!

      • S. Pedro

        Pois mas se estes prédios fossem no Ervedal ou na zona da cordinha será que se estava a passa esta vergonha?

  • Viva Travanca

    Mas o que é que o padreco do presidente da junta anda a fazer? A rezar “Pai Nossos” às almas do outro mundo? Não basta ver o que está a acontecer à Obra deixada por Sarah Beirão? Que faça daquilo um canil como fez do Cabral Metello.
    E a a ponte? Está um espectáculo.
    O padreco que vá com ele fazer festas e romarias.

  • Jeitosa

    Tanto empenho em menosprezar as solicitações das pessoas que votaram neles e que teimam em viver neste concelho tão na moda, se esse empenho fosse direccionado para as obras que precisam ser feitas este concelho estava um “brinco”.
    O outro era um ditador, este é um vaidoso que quer ser bajulado e apaparicado. Mas todos nós quando desaparecemos somos lembrados pelas obras que deixamos, pela marca que fazemos.
    Daqui a 20 anos quem se lembrará deste presidente? É mais um que passou e nada deixou.

  • António Soares

    É lamentável haver pessoas que não são capazes de discutir ideias e, cobardemente, se escondem por detrás do anonimato para partirem para a ofensa pessoal.
    Mas como o povo costuma dizer ” Ninguém pode dar aquilo que não tem, os seja educação”. Em alguns destes comentários estamos na presença de palavras de arruaceiros, pessoas de baixa autoestima e que nunca fizeram nada de bom na vida.
    Pessoas que apenas sabem criticar. É fácil arranjar e enumerar cem ou mais coisas que estão mal. O difícil é apresentar uma solução para cada uma delas.
    Deem a cara e assumam-se para sabermos quem são. Mostrem que são capazes de fazer alguma coisa que não passa pela crítica fortuita. Mostrem que são gente.
    O mundo está farto de gente desta que não vale nada. Estes são oe guerrilheiros e os arautos da desgraça e da lamentação. Felizmente são uma minoria e que se mostram de mal com a vida. Façam as pazes com a vida.
    Gente que não merece ser tratada como gente!… Gente que não merece resposta!…

    • Guerra Junqueiro

      Lendo agora o que aqui vai, não podia deixar de vir dar um puxão de orelhas a este “António Soares” que presumo ser o presidente da junta de freguesia de Travanca de Lagos.
      Sr Soares, as grandes questões mundiais foram resolvidas porque anónimos as denunciaram, todos os grandes defensores tiveram que usar “capas”, e a coberto do resto das pessoas denunciaram os problemas que fustigavam os povos e as povoações. É bom que tenha isso em mente.
      Quando esperava que o presidente da junta viesse explicar como estão as situações e quais são as soluções, eis que lemos frases como: “A direcção…mostra-se convencida “que, em tempo oportuno, a situação será resolvida”. O Sr presidente diz o que toda a gente já notou: “os referidos equipamentos foram retirados porque precisavam de ser arranjados e ou substituídos”, mas que as relações com a CMOH não podiam ser melhores.
      Enfim o tal “António Soares” em vez de mostrar coragem em resolver os problemas e apontar quem está a falhar, prefere vir dizer mal de quem a coberto escreve o que ele devia dizer ao presidente da câmara.
      Já cá ando há muito tempo, antes de o Sr sequer pensar em ser presidente de junta, e já conheço bem demais essa lenga-lenga e onde ela vai dar.
      Esperava mais, muito mais.

      Cumprimentos
      Guerra Junqueiro

      • Antonio Soares

        As grandes questões mundiais não foram denunciadas por anónimos, foram e continuam a ser denunciadas por pessoas com coragem de se identificarem pelos seus verdadeiros nomes e assumem isso publicamente.
        Quanto ao puxão de orelhas quando o sr Guerra Junqueiro se quiser apresentar estarei ao seu dispor.
        É que só podemos aceitar críticas e “puxões de orelhas” de alguém com autoridade moral para tal e, como eu não o conheço, não lhe reconheço legitimidade para tal, embora admita que até a possa ter.

        • Guerra Junqueiro

          “Puxei e continuarei a puxar” quando veja que nada se tem feito para resolver os problemas.
          Quanto a legitimidades, tem quem as tem.
          A ponte, o lar, agora a creche tem sido zero. E isso é que é mau, muito mau.
          É que fazer festas, árvores, etc, é muito bonito, mas não passa disso.

          Cumprimentos
          Guerra Junqueiro

          • António Soares

            Como presidente da Direção da IPSS, quero dizer-lhe que terei todo o gosto em receber o senhor Guerra Junqueiro – quando se apresentar – para que possa, in loco, verificar o que tem sido feito e aí poderá inteirar-se de todo o trabalho desenvolvido e falar com conhecimento de causa.
            No entanto, esclareço-o de que na Casa Sarah Beirão funcionam as valências de Creche e CATL e apenas essas valências da responsabilidade da IPSS, tendo sido esta a criar o CATL. O Jardim de Infância não é da responsabilidade da IPSS, é tutelado pelo Ministério da Educação.
            Relativamente ao lar, como deveria saber, não foi a IPSS que teve qualquer responsabilidade no seu fecho nem sequer o Presidente da Junta de Freguesia de então. E fico-me por aqui.
            Contudo quero dizer-lhe que a Direção da IPSS não tem andado a dormir acerca deste assunto.
            Terei todo o prazer em poder convidá-lo quando tivermos – assim o espero – um Centro de Dia e Apoio Domiciliário a funcionar, assunto sobre o qual estamos a trabalhar. Mas como sabe, estas coisas são mais morosas e trabalhosas do que fazer comentários
            Quanto à ponte também não é da responsabilidade do Presidente da Junta de Freguesia, e, ao que dizem as “más línguas” é uma situação que já vem de há muitos e muitos anos e, ao que parece, ninguém teve a coragem de enfrentar essa situação. Como é público, já por diversas vezes, tive intervenções em reuniões da Assembleia Municipal sobre este assunto.
            No mínimo, hajaalguma honestidade quando se fazem comentários.
            Comentar é salutar, mas só conhecendo as realidades e quando se não conhecem, há que ober informações para se poder opinar pois o único objetivo para o qual devem servir os comentários, é para dar sugestões, melhorar, ajudar a resolver.
            Usando uma linguagem futebolística: “os treinadores de bancada não ganham jogos”. Os comentadores desportivos, não sendo treinadores, têm um mérito: sabemos quem são e, por isso, podemos entender que são ou nãoi pessoas credíveis e aproveitar ou não os seus comentários.
            Boa tarde. Bons comentários.
            Não conto fazer mais nenhum comentário pois não sou particularmente adepto deste tipo de confronto. Apenas lhe quero dizer que não viro a cara à luta porque, para a mim, a vida não é, nunca foi nem será luto. Para mim a vida é lLUTA pelos ideais em que acredito e sempre acreditei: O BEM COMUM

          • Vermelhão

            Assim, sim. Não custa nada explicar. E é muito mais bonito que fugir aos assuntos, e falar dos “sabemos quem são”.

          • Guerra Junqueiro

            Acho muito bem que lute por os ideais que defende, mas também que explique tudo de modo a não dar azo a comentários, como é o caso, e que se mantém pois continuamos na mesma sem as respostas necessárias às questões essenciais.
            Como Presidente tem que resolver os problemas, pois é o seu dever, lamentações e passar a responsabilidade é para os que pouco valem, para os fracos e ocos.
            Boa tarde e boa Páscoa a todos os leitores de comentários.

        • Bruxelíssimo

          As grandes questões mundiais ainda estão debaixo do “segredo de estado”…ahahahahah

    • Bruxelíssimo

      Muito bem, senhor António Soares.
      Permita-me, para que o sr não venha a generalizar, em disparates, aquilo a que não é obrigado, em prólogo, já que preza assinar , com o seu nome, as suas opiniões – e não as críticas – que lhe diga que o não conheço, que não sei a que se dedica, de onde é, onde vive, nem profissão, nem a sua religião, ou crença, ou raça..ou cargo que ocupa…ou idade, até.
      Mas escreve, por aqui. E assina, com o seu nome.
      Trata-se de um direito constitucional, saberá, logo, estamos entendidos.
      Depois, também , sr António Soares , respeitando os anteriores pressupostos, saberá que Portugal, ainda, com os constrangimentos que lhe conhecemos, é um País onde permanece esse tal “Direito de Opinião”. E que, fruto do desenvolvimento das tecnologias de comunicação, a Internete é, neste momento, um dos melhores, mais rápidos e mais sérios meios de fazer circular a informação, pressuposto primeiro para que haja opinião.
      Que não necessita, obrigatoriamente, de ser assinada, a não ser pelos jornalistas…e por aí fora.
      Quer dizer:
      1.- Hoje, como sempre, desvalorizar a comunicação e o conhecimento, é ser analfabeto – puro e duro;
      2.- Hoje, desvalorizar a Internet, nas suas múltiplas facetas, é ser , queira desculpar, “incivilizado” – até, mal informado;
      3.- Ao estar convencido que, assinando, como assina, as suas, repare, “doutrinas”, não julgue que, em algum momento, está a contribuir para se ilibar daquilo de que os outros acusa: a de ausência de “discussão séria”, a de “propostas”, a de “obra”…a de “peito às balas” – o sr é que detém a – imbecil – verdade, seja no dogma, seja na estratégia, seja na acção;
      4. O sr assina, e ainda bem, as suas “doutrinas” – último resguardo de quem nada, mais, tem para acrescentar à discussão – e que, mais velha que a “Sé de Braga”, mais não passa daquela velha estratégia que permite perceber que, nem no mínimo, o sujeito sabe do que está a tratar, quanto mais a doutrinar, quanto mais a praticar;
      5. Mas o senhor , senhor António Soares, o sr pratica. Permita-me que transcreva, do seu “doutrinário ” texto, a seguinte – e saborosa – “parábola”:
      -“É lamentável haver pessoas que não são capazes de discutir ideias e, cobardemente, se escondem por detrás do anonimato para partirem para a ofensa pessoal.
      Mas como o povo costuma dizer ” Ninguém pode dar aquilo que não tem, os seja educação”. Em alguns destes comentários estamos na presença de palavras de arruaceiros, pessoas de baixa autoestima e que nunca fizeram nada de bom na vida.”
      Não sei se leu, mal, em qualquer texto de referência, tal doutrinamento.
      Já se disse que é mais “velha que a Sé de Braga”, tal estratégia.
      De uma assentada, o senhor “mete no saco” tudo quanto , quer a crítica, quer a auto-crítica, neste simples mundo – lugar de passagem – , hoje, por direito de cidadania, qualquer um de nós, enquanto pode – e deve – fazer: ter opinião e manifestá-la….mesmo sob a forma de pseudónimo – que , saberá, não é sinónimo de “má língua” ou de irresponsabilidade;
      Mas o sr, doutrinariamente, eloquentemente, atreve-se a qualificativos que, na Bíblia, ainda não conhecidos eram: arvora-se, e muito bem, a psicólogo e psiquiatra….dos outros, na actual ciência…
      6.- Tivesse o sr, sr António Soares, um mínimo de formação na “coisa”, saberia que, ao chamar alguém do que quer que seja, falsamente, hipocritamente, está a esconder-se de “si próprio”. É o pior sítio de refúgio. Acredite. Aceite o conselho: nunca chame nomes a ninguém! De facto, é mesmo falta de educação, neste caso, falta de civilidade.
      7. Assino, como deve calcular, com pseudónimo.

  • António Soares

    Como não me apetece comentar comentários apenas deixo o último de todos.
    Quem não conhece as coisas como elas são mais vale estar calado. Isto aplica-se a alguns “profissionais” do comentário inconsequente e que nada fazem na prática para resolução dos problemas e/ou dificuldades. Tornem-se associados, candidatem-se aos órgãois sociais, façam alguma coisa de útil. Basta referir que alguns destes comentaristas que aqui dão uns quantos palpites desconhecem que quer na Direção quer nos restantes órgâos sociais da IPSS estão vários pais e familiares de utentes do referido espaço ao contrário daquilo que aqui afirmam. Mas também não se pode saber tudo!…
    As diligências que a Direção da IPSS fez e continua a fazer sobre este e outros assuntos de interesse para a Instituição são tratadas nos locais apropriados e pelos canais que o devem ser, como mandam as mais elementares regras.
    A Direção da IPSS e o seu Presidente não politizam a instituição. Dão o seu tempo, a sua disponibilidade e seu apoio a uma instituição na qual acreditam, têm-na melhorado, continuarão a lutar por ela e nada pedem ou recebem em troca.
    Amam esta terra e tentam fazer o melhor que podem com os meios de que dispõem e com as parcerias que têm conseguido para que a IPSS não feche portas, como alguns desejariam e tudo têm feito para que isso aconteça. Conhecêmo-los bem ,e por isso lhes dizemos que podem ter a certeza que tudo faremos para lhes não dar esse gozo. Sabem porquê? Porque nada queremos em troca, porque não precisamos de usar as instituições para aumentar o nosso ego, porque acreditamos e amamos aquilo que fazemos desprendidamente.
    Venha quem faça mais e melhor que é isso que importa. Apresentem-se. Cresçam e apereçam, como o povo costuma dizer. Não politizem o que não queremos nem nunca quisemos politizar.
    O Centro Social de Travanca de Lagos, IPSS merece isso e as pessoas de travanca também. Não contem com a Direção para essas guerras em que alguns – e sabemos que são – nos querem meter. Não, não vamos por aí.

    • Guerra Junqueiro

      Sr Presidente:

      Faça o seu trabalho, cá continuarei para comentar.
      Era o que faltava deixar-me intimidar por si. Nem o Presidente da câmara consegue, ia conseguir você.
      o Sr está num cargo politico, logo tem que responder ao que se politiza.

      Cumprimentos
      Guerra Junqueiro

    • Vermelhão

      Grande equívoco. Então o problema é as críticas virem de anónimos? Qualquer pessoa pode fazer comentários, sob anonimato, ou não. Quem enfia a carapuça é que tem de dizer onde as críticas estão erradas e porquê. E no caso da notícia que originou esta troca de comentários, sinceramente não vejo em lado nenhum o dizer de como e quando o problema em questão vai ser resolvido. Só isso. O demais, que até pode ser verdadeiro, não é para aqui chamado. E se assim não for o entendimento, então há que pôr o nome dos aludidos “sabemos quem são”. Sabem sempre tudo.

      • Guerra Junqueiro

        Nem mais, nem menos.
        Os comentadores é que são a razão dos problemas deste concelho?
        Se não fossem os comentadores, andavam aí todos em ombros. Por causa dos comentadores teve que vir a judite apurar as verdades, e nada me admira que alguns modem de residência.
        Abençoados comentadores.

        Cumprimentos
        Guerra Junqueiro

  • S. Pedro

    Estou de boca aberta…….Então mas nem nunca se falou na ipss,nunca se pôs em causa na noticia a ipss para que foi este comunicado.Na noticia esta lá câmara municipal de Oliveira do Hospital retira os baloiços. Sr António Manuel esta aqui como representante da câmara, como Presidente de Junta ou como representante da ipss. parece que o senhor nao quer lá os baloiços?

    • Bruxelíssimo

      Isto, cá para mim, são coisas do “oculto”: tudo trabalha, tudo funciona, tudo “corre sobre rodas”…mas apenas para os olhos de alguns.
      Os outros, não passam de uma cambada de “cegos”.
      “O rei vai nú!”

  • António Lopes

    O problema disto tudo é que os carpinteiros foram super pressionados e até trabalharam extraordinário, para fazer as barracas da Feira do queijo.Mesmo assim foi um problema com as televisões pois o palco não ficou nada de jeito e o pessoal ia morrendo de frio.Fartaram-se de refilar…(Tudo chega aqui a Cabo Verde). Acho que não vai ser fácil voltar a convencer o pessoal das TVs para virem cá vender os carros.Sim, é isso que os trás cá.Depois, dizia eu, os carpinteiros .com estas “prioridades ” porque é preciso vender “os melhores pastos do País, os melhores pastores do País, as melhores ovelhas do País, e mandar guardar queijo para se poder vender o melhor queijo da Serra do País,ficam para trás as prioridades dos equipamentos sociais que deviam ser a alegria das nossas crianças.Mas como quando elas votarem, os mandantes actuais já não são candidatos, esperem as crianças e vivam “os melhores pastos as melhores ovelhas , o melhor queijo” e a feira/festa do género, mais cara do País..! O Senhor Presidente da Junta, com o que lhe atribuem, muito faz ele.

    • Afonsino

      Veja lá, sr, António, que o S. Pedro, mesmo hoje, “manda neve para a serra”.
      É que é mesmo verdade.
      Não é código, cifrado.
      E , convenhamos, a palhaçada das televisões, para sacar dinheiro de chamadas e beijinhos para todo o lado. em pastoral linguagem, que vá “pastar para outro lado”.
      Lembra-se, acaso o “primo alemão” ainda não tenha feito estragos, de como era alegre a visita, nestes confins do mundo, em anteriores décadas, dos saltimbancos e do cinema?
      Diferenças?
      Apenas no aparato. E custos.
      Chamávamos-lhe, muito “freiluisousamente”, com o aplauso do povo, de “comédias”.
      No final, a criança mais nova e apta, ou o aleijado do grupo, vinha, respeitosamente, estender o braço, segurando na mão – ou couto, – um chapéu, uma taça, ou o que quer que fosse, que fundo, seguro tivesse…a solicitar, a cada um dos digníssimos espectadores, se dignasse contribuir com qualquer coisinha, em moeda, para “pagar” tal espectáculo…e, se alguém, mesmo em lágrimas, apenas curvava o corpo, em sinal de impossibilidade, mesmo assim, curvava o corpo, sinal esse que, mesmo uma criança, de braço estendido, pedindo esmola, percebia:era gente pobre, tratando com gente pobre.
      Hoje, sr…são as televisões…
      De pobres…a pedir para ricos.
      Ah! Outra ,melhor!
      Hoje, convém, mesmo as mais imbecis personalidades já têm escalas de confiança. Quer dizer:
      – Graças às modas que vigoram em Oliveira do Hospital, e que o senhor catapultou, estabeleceram essas medidas…
      “-Não lhe quero dar confiança!”
      Veja lá ao que isto chegou, em lugar de semelhantes para semelhantes.

    • João Albuquerque

      Contudo, caro 1º Eleito a festa não termina aí. Ainda ontem para todos os funcionários que participaram activamente na “festa do queijo” houve febras, entrecosto, barrigas e tudo o que fosse necessário ao churrasco oferecido pela câmara num almoço a partir das 13 horas que se arrastou pela tarde dentro.
      Tudo muito bonito, tudo pago por nós e por os outros funcionários que não se vergam e que tiveram que ficar a trabalhar enquanto os outros degustavam as carnes e bebiam os vinhos.
      São todos iguais, nesta câmara, mas uns são mais iguais do que outros.

      João Albuquerque

      • Afonsino

        São os eleitos, senhor, são os eleitos.
        Em tempo de quaresma, nada melhor, para todos os eleitos, esta passagem para outro estatuto.
        Tudo é eleito. (ahahahahahahaah)
        Convenhamos que, graças à última eleição, cidadãos, anónimos, sem confiança, passaram a ser “iluminados”, “chefes”, “doutores & afins”.
        Só por estrabismo alguém poderá ler, neste município, mesmo nas “entrelinhas”, democracia…
        Caciquismo, apenas. Do mais mal formado. Sem raiz, sequer. Oportunismo.

        • M. Gonçalves

          Será que a CMOH pagou a “bula” à igreja para poder dar carne nas festas que faz com a parte mais chegada dos seus funcionários? Ou a festa foi só para os funcionários que pagam a “bula”?
          Não sei se os refugiados vão querer vir para cá com tanto “porco no espeto”.

      • António Lopes

        Pois…sei que são hábito essas “vatapações”.Se procurar na Câmara há lá duas facturas de almoço com o meu nome.Que eu saiba..! Uma foi de um colóquio em Coimbra, em que estavam vários funcionários e a factura legitimamente foi paga pela Câmara. A outra foi num almoço em que “alguém” disse que pagava e dois dias depois perguntaram-me quem esteve no almoço.Perguntei porquê.”Para pôr os nomes na factura.Passei-me..! De resto em almoços colectivos, em representação.É publico que usava, e uso, o meu carro e pago do meu bolso.O das senhas ofereço..! Porque é que acha que eu estava a mais..? Dia 31 vou a Oliveira para ser ouvido e visitar a BLC. Vou a minhas expensas e almoço por minha conta…Não tinha que ser assim…Essa gente não tem os mínimos.Depois o dinheiro falta no essencial,.! E o que se vai nos ajustes directos, nos convites únicos e por aí adiante..?

        • João Albuquerque

          Pois é, você não vai ás festas.
          Isto tem sido nestes moldes, já o jantar de Natal e o bacalhau que deram de prenda, também só foi para os próximos. Os outros nem “caras” de bacalhau levaram.

          João Albuquerque

  • S. Pedro

    Ainda bem que o nosso S. Pedro vai mandando chuva, porque os baloiços vêm a pé! Para isto já se pede orçamento e já se regateia preço. Já passa de meio ano para resolver uma substuição de uns miseros baloiços… Tudo pelas pessoas!