Direito de resposta

Exmo Sr. Diretor do Correio da Beira Serra

Ao abrigo do Direito de Resposta consignado na Lei de Imprensa (art. 24.º e 25.º) e em consequência de ser visado na notícia que esse jornal online publicou sob o título“Câmara repara pequeno caminho que dá acesso a quinta de membro do PS na AM e a ligação Parente –Tapada permanece esquecida”,impõe-se o esclarecimento dos factos, pelo que solicito a publicação desta carta na edição online do Correio da Beira Serra.

Se o autor da notícia publicadanesse jornal, tivesse o cuidado de me contactar a mim ou à Câmara Municipal de Oliveira do Hospital (CMOH), com vista a exercer o direito do contraditório e conforme era seu dever deontológico, teria tido a oportunidade de perceber os factos que agora lhe relato, ao invés de editar uma notícia falsa e que induz os leitores em erro. Não o fez. Lamento, porque prestou um mau serviço ao jornalismo e aos seus leitores.

Nunca fiz nenhum pedido para que o caminho florestal contíguo à minha propriedadefosse alcatroado, nem nunca a CMOH me manifestou tal vontade;

Ao contrário do que insinua na notícia, invocando irresponsavelmente a minha qualidade de deputado municipal do PS, a pavimentação do caminho referido foi solicitada, conforme poderá verificar através do ofício e das fotosque anexo (requeri o processo à CMOH na qualidade de deputado municipal), pela EP – Estradas de Portugal, que num ofício dirigido ao Sr. Presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, datado do dia 7 de Maio do corrente ano, recomenda a regularização da situação através da pavimentação do caminho florestal porque poderá “potenciar situações de perigo para a circulação e segurança rodoviária, bem como afectar as propriedades contíguas”;

Como qualquer pessoa de bom senso perceberá, contrariamente ao que a notícia pretende propagandear não há neste processo nenhuma situação de favor político, mas antes o cumprimento de uma exigência da EP – Estradas de Portugal, S.A, porque estava em causa um problema de segurança rodoviária, dado o arrastamento de terras e outros materiais para a Estrada Nacional 230.

 

José Ferreira Cruz Loureiro

Alvoco das Várzeas, 12 de Agosto 2014

Nota da direcção: Ao contrário daquilo que é afirmado na carta, o Correio da Beira Serra procurou ouvir a versão da autarquia que não se mostrou disponível para falar.

ESTRADAS DE PORTUGAL OFICIO (1)

 

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  • Guerra Junqueiro

    Caro José Ferreira;

    O senhor, se já devia ter vergonha por deixar que o caminho fosse alcatroado, mais vergonha devia ter agora para vir fazer esta exposição, que mais mal o deixa.
    Se mal fica como eleitor, ainda pior fica como deputado, não era necessário enterrar mais a figura que o presidente da câmara teve neste cenário.
    Será que nem Português sabem ler?
    Isto é de partir o coco a rir com tanta ignorância, ou então, pensam que as pessoal são tão lerdas e inscientes que não entendam o que está escrito.
    A missiva que as Estradas de Portugal dirigiu ao Presidente da Câmara é clara para o mais inculto dos analfabetos:
    “Solicita-se que seja regularizada a situação, nomeadamente: a) Pavimentação do inicio do caminho florestal, no entroncamento com a EN230”.
    Que mais querem que vos explique?
    Pavimentação do inicio do caminho, i.e., um metro ou um metro e meio de pavimentação. Não é alcatroar o caminho todo.
    Mas o tal Nuno Miguel Grilo Gama, é ainda mais preciso, para que não haja duvidas, escreve, no entroncamento com a EN230.
    Isto é o normal que se faz com todos os caminhos que chegam à estrada e deixam resvalar e deslizar areias, terras, pedras ou detritos para a estrada.
    Para as pessoas, tudo que era necessário, era aquela pequena faixa pavimentada, para a “malta” pavimentaram o caminho todo, que por sinal só beneficia um.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

    • pela verdade

      Da cabeça dum pombo so pode vir merda!!!

  • Alcatroador

    Estou admirado que o caminho da Corga não esteja a deitar ciscos para a estrada.
    Era mais um que ficava todo alcatroadinho. E dava um jeito à malta.

  • Batista Não Verga

    O Batista não vai ter sorte porque lhes diz que vota Lopes e que não têm lá nenhum como ele.Logo, não tem alcatrão… O Ferreira foi o 1ª a dizer que Lopes não, já teve prémio…É a vida!!!

  • Batista Não Verga

    Eu aprecio é a rapaziada do Alex a falar em contraditório…! Mas é só no CBS.Nos outros, é o vale tudo.Qual contraditório..? Brincamos…

  • Ai ó pá

    Quem foi o cliente da Estradas de Portugal que fez a reclamação? Dou uma pista, foi um cliente a quem o arrastamento dos materiais afetava a entrada da propriedade. Quem acertar recebe uma semana de entradas grátis para a próxima ESPOH.

    • será

      Estou em crer que foi um deputado?

  • Batista Não Verga

    Não… prefiro uma jantarada lá. Consta que a cozinha é 5 estrelas.Eu confirmo porque sei que costuma ser o Pimentel o cozinheiro. E, esse, na cozinha, não falha..E no resto também não.

  • Aprendiz de Feiticeiro

    Os “rapazes parecem uns aprendizes de feiticeiro.Cai-lhes o feitiço todo em cima…Ó alminhas não há um bocadinho mais de imaginação..?

  • Lopes vai dar banho ó cão

    Ó Caga Centimos manda mas é uma caixa de trutas cá prá malta. Podem ser daquelas que comias lá no Braçal. Entao tu é que andavas sempre a pedir para alcatroar os caminhos e a pôr fontanários para os outros pagarem e agora vens para aqui tu mais os pombos e essa tralha toda mandar-nos areia para os olhos.

    Já pagas-te os ordenados à jornalista ou também ficaste no BES MAU?

  • JB15

    Como é que está a Fiper caga cêntimos? Ficou com o Lopes bom ou com o Lopes mau? Os trabalhadores é que estão a arder. Já sabemos que vens para aqui com os teus credores de Oliveira do Hospital. Ai se o ridículo matasse Caga Cêntimos.

  • Boomerang

    Caga Cêntimos. E quando andavas de volta das pessoas da câmara para te alcatroarem o caminho da Aldeia do Vieiro, ali pró lado da aldeia dos pombos? E tu é que dizias que onde há pombos há merda. E como é que está a Aldeia do Vieiro? Queres que mandemos pra lá os gajos do Boom que já nao cabem em S. Gião?

    • 6 meses? Nem tanto

      Parece que também está à espera da água e saneamento.
      A pombo pôs lá a electricidade e o telefone.

  • Trabalhador da Fiper

    Caga Cêntimos. Os encomendadores encomendaram-nos esta noticia. O que é que tens a dizer? Já sabemos. A FIPER já não é do Lopes bom é do Lopes mau. Monta também um novo banco. A culpa é dos gajos a quem não consegues entregar as cartas. COITADOS DOS TRABALHADORES.

    Tribunal: Covilhã – Tribunal Judicial da Covilhã
    Acto: Pub. – Encerramento do Processo
    Referência: 2307635
    Processo: 1680/05.6TBCVL, 1º Juízo
    Espécie: Insolvência pessoa coletiva (Apresentação)
    Data: 27-05-2011

    Insolvente: Fiper – Fiação de S. Pedro, Lda
    NIF/NIPC: 500116601
    Insolvente: Fiper – Fiação de S. Pedro, Lda
    NIF/NIPC: 500116601
    Administrador Insolvência: Rui Dias da Silva
    NIF/NIPC: 186250762
    Credor: Banco Popular Portugal, S.A.
    NIF/NIPC: 502607084
    Credor: Banco Totta & Açores, S.A.
    Credor: Caixa Geral de Depósitos, Sa
    Credor: Ministério Público

    • 6 meses? Nem tanto

      27-05-2011 – Insolvente.

      29-09-2013 – António Lopes, ganha em Oliveira com a maior vitória de sempre

  • 6 meses? Nem tanto

    Ó Lopes, olha como ele anda!
    Fazem asneira, e depois ainda mostram que fizeram asneira. E pensam que as pessoas são tolas?
    Deixou de os corrigir, agora cada tiro que dão, seu melro.
    Com estas atitudes, acho que não chegam aos seis meses.

  • enverganhado

    enverganhado
    Deixem as tretas e tratem do Presidente que é doido varrido,isto é mal que se pega…fujam dele….

  • António Lopes

    Por favor, não digam mais asneiras.”Melrinhos destes” até com penas..!Sabes ó “malandro da Fiper”: Esse processo é o de quando eu comprei..! % anos andei à espera que a justiça deste País me entregasse a empresa.E porque havia essa informação, a lentidão da justiça acabou por a comprometer.Hoje mesmo, mandei a certidão das finanças, que aqui vou publicar, para o Senhor que nem mete acção contra mim porque não tenho como lhe pagar, porque não tenho nada..! Não quero o prejuizo de ninguém.Já lá tem as localizações números ets.É so meter providência cautelar e penhorar, se for capaz..! São 21 prédios em meu nome, em Portugal. No estrangeiro tem mais umas “moiteiras”..! Mas ser pobre é crime? Quando fui a votos e me deram a maior maioria de sempre era para eleger o mais rico ou o mais sério e competente? É com isto que me querem diminuir? O maior rico de Portugal acabou de falir.Dizem.Não estou tão convicto.Porque é que não havia de ir eu? Já por aí vi a lista dos que me devem, vão demorar muito a cumprir as obrigações? Por favor, não digam mais asneiras.”Melrinhos destes” até com penas..!Sabes ó “malandro da Fiper”:
    Esse processo é o de quando eu comprei..! % anos andei à espera que a
    justiça deste País me entregasse a empresa.E porque havia essa
    informação, a lentidão da justiça acabou por a comprometer.Hoje mesmo,
    mandei a certidão das finanças, que aqui vou publicar, para o Senhor
    que nem mete acção contra mim porque não tenho como lhe pagar, porque
    não tenho nada..! Não quero o prejuizo de ninguém.Já lá tem as
    localizações números ets.É so meter providência cautelar e penhorar, se
    for capaz..! São 21 prédios em meu nome, em Portugal. No estrangeiro tem
    mais umas “moiteiras”..! Mas ser pobre é crime? Quando fui a votos e me
    deram a maior maioria de sempre era para eleger o mais rico ou o mais
    sério e competente? É com isto que me querem diminuir? O maior rico de
    Portugal acabou de falir.Dizem.Não estou tão convicto.Porque é que não
    havia de ir eu? Já por aí vi a lista dos que me devem, vão demorar muito
    a cumprir as obrigações?

  • António Lopes

    Tantos nervos..! Eu, pedir? “É a palavra que mais custa a pronunciar.Duas vezes se engole em seco.Nunca ninguém pagou tão caro como quem pediu”..!
    Padre António Vieira. Eu, estudo história, sei interpretá-la e tiro dela as devidas ilações..!

  • António Lopes

    Daqui a pouco levais com a certidão da Fiper para saberem quando é que eu entrei.O processo é o 1680/05..! Certo..? Depois quero ver a resposta..!

  • António Lopes

    Tal como o prometido aqui fica o meu património predial em Portugal.

    • Fernando Pessa

      E esta, hei.
      Quem cá dera dezenas destes falidos cá em Oliveira.

    • louco e falido

      “De poeta e de louco, todos temos um pouco” … mas “falidos” como o António Lopes, há poucos!
      Assim como assim, também queria ser “falido” como ele, mas não tão “louco”, por ajudar quem já ajudou,que, agora, vilmente o tentam denegrir. É “coragem” dos fracos.
      Lamentavelmente, há muitos outros loucos no concelho que nunca nada fizeram pelo mesmo …
      Precisamos é de mais “falidos” como este.

  • Fuje

    Caro José Ferreira, quem foi que o aconselhou e ajudou a meter-se nesta alhada?
    Com amigos destes, não precisa de inimigos.

  • Sócio

    António Lopes: Não quer fazer uma sociedade de “falidos” comigo? Estes tristes se tivessem um pouco de vergonha, não lhes fazia mal. Depois do que o Sr.fez pelo Concelho, depois de lhes dar o poder e o emprego, arrastam-se vergonhosamente ,à custa do erário público e ainda tentam denegrir quem é mais homem só, que eles todos juntos. São despedidos por desonestos, mas propõem-nos para líderes autárquicos e viram presidentes de junta.Levam a Caixa à falência e viram presidentes de Câmara e Assembleia. Não acabam os cursos mas arranjam empregos efectivos, nas ADIs.Nunca fizeram nada na vida mas porque transportaram umas bandeiras são os senhores do poder. Depois, claro, sentem-se incomodados com quem anda para servir, não quer nada,e não pactua. É o que temos. Já agora peça-lhes que façam o mesmo e mostrem o património deles, já que isso lhes é tão importante…O que o provocou, e os que lhe pagam para o provocar.

  • António Lopes

    Então, ó “Trabalhador da Fiper” neste tempo não trabalhavas lá? O Governo era do PS.Lê bem o que eu disse: Sou homem de enganar alguém ou ter duas caras? Esta notícia estava ao lado da que publicaste.Não a viste? Vê lá a notícia e a data do processo de Insolvência. Eu percebo… com verdade é difícil apanharem-me.Então vai igual a vós próprios..! Venha calúnia, muita, igual a esta..! UMA POBREZA!!!

    António Lopes entrega chaves da FIPER às finanças.

    Numa conferência de imprensa realizada esta tarde(12-8-2008) na Covilhã, o empresário António Lopes informou a comunicação social de que tinha entregue as
    chaves da gerência da FIPER nas finanças. Aquela conhecida empresa de
    fiação, com sede na freguesia de Teixoso, foi adquirida em processo de
    insolvência no final do ano de 2005, mas decorridos quase três anos, o
    processo ainda não transitou em julgado. “Não temos acesso à banca, já
    que as orientações do Banco de Portugal impedem a concessão de qualquer
    tipo de crédito às empresas nestas condições. Neste contexto todo o
    processo de recuperação tem sido feito com capital próprio dos
    gerentes”, afirmou o empresário.

    Trata-se de uma situação que – de acordo com o que refere o comunicado distribuído aos jornalistas –, “prejudica o normal funcionamento da empresa”. Sublinhando já ter dado conta deste facto à administração fiscal – através de uma carta enviada à
    repartição de finanças local, em 22 de Janeiro deste ano, por ocasião
    de uma penhora efectuada sobre uma viatura da FIPER – , António Lopes,
    administrador da empresa, acabou por pagar a dívida “do próprio bolso”,
    mas advertiu o chefe de finanças de que jamais permitiria este tipo de
    situações.

    Contudo, “no passado dia 5 de Agosto, a empresa foi
    confrontada “com um telefonema de um cliente que dava conta de ter
    recebido uma carta das finanças para penhora” de um crédito da FIPER
    “até ao montante 9.233,32 milhares de euros”.

    “Nós é que somos os criminosos…”

    O problema é que, segundo revela aquele comunicado de imprensa, a
    conhecida unidade industrial de fiação da Covilhã é credora do próprio
    Estado. “As empresas e os empresários precisam é que o Estado lhes pague
    o que lhes deve… A FIPER tem parados “por falta de decisão judicial ou
    IVA incobrado 388.719, 30 milhares de euros e deve 36.338,68 €”. Mas nós
    é que somos os criminosos”, refere o mesmo comunicado.

    Sendo a Fiper credora do Estado, António Lopes não esteve com meias medidas e
    encostou o próprio Estado à parede: “A empresa está encerrada, os
    trabalhadores estão de férias. É nossa intenção continuar assim até que
    seja revogada a penhora e até que possamos dispor de todas as
    prorrogativas de gerência da empresa, o mesmo é dizer que o processo
    transite em julgado”, sublinha o comunicado.

    Sublinhe-se que de acordo com o dossiê entregue à imprensa, este processo tem feito correr muita tinta, por “falta de decisão do Tribunal da Covilhã, para
    encerramento do processo de insolvência da FIPER ocorrido em Dezembro de
    2005”. “Depois de um esforço titânico para recuperar a empresa e criar
    46 postos de trabalho, vêm esses serviços, irresponsavelmente,
    achincalhar o bom nome da empresa e da sua gerência, deitando por terra
    todo o esforço expendido, salienta Lopes numa carta dirigida, dia 6 de
    Agosto, ao chefe da repartição de finanças local e na qual volta a
    especificar que “a FIPER deve ao fisco 36.338,68 €, estando dependente
    dos organismos do Estado, tribunais, para a boa cobrança de 388.719,30
    milhares de euros.

    … “Temos um Governo ou uma Comissão Liquidatária… Isto é um país ou uma colónia penal?”

    Num tom muito crítico, Lopes aproveitou ainda a conferência de imprensa
    para tecer algumas críticas ao governo de José Sócrates. “Não queremos
    com o nosso silêncio ser cúmplices do que consideramos ser a destruição
    das pequenas e médias empresas, pela restrição do crédito, pela quase
    perseguição fiscal. É o folclore da publicação das listas, da penhora
    das contas bancárias, dos créditos junto dos clientes, penhora de bens,
    etc.”, afirmou o conhecido empresário, notando igualmente que “num país
    onde em cada 50 metros se vê uma placa de «vende-se», 20 % dos
    empregados têm o ordenado penhorado, mais de 20 % da população passa
    fome, mais de 200.000 empresas têm dívidas ao fisco, 50 000 empresários
    estão ou vão estar com processos crimes”, é caso para perguntar “se
    temos um Governo ou uma Comissão Liquidatária; Se isto é um País ou uma
    colónia penal, interroga-se o empresário.

    Contactado pela Agência Lusa, o director de finanças da Covilhã, Luis Gravito, declinou
    quaisquer esclarecimentos sobre o assunto, alegando “sigilo na relação
    entre a administração fiscal e os contribuintes”.

    Já o presidente do Sindicato Têxtil da Beira Baixa, Luis Garra, reservou uma tomada de posição para outra ocasião.

  • Guerra Junqueiro

    Vi agora na CentroTV o pobre José Ferreira, que foi apanhado desprevenido a alcatroarem-lhe o caminho por imposição das Estradas de Portugal.

    • Presidente tenha vergonha

      Esperemos que a câmara não seja obrigada, por imposição das Estradas de Portugal, a alcatroar outros caminhos.
      O precedente está aberto.

  • António Lopes

    Tal como o prometido aqui está a Certidão Permanente da FIPER-FIAÇÃO DE S.PEDRO LDA

  • António Lopes

    Não sou sócio, não sou gerente, foi adquirida na insolvência em 2006.Satisfeitos..? Com verdade não há nada para dizer? Quando se recorre a estes métodos há moral para dirigir um Concelho..?

  • Guerra Junqueiro

    Sr. António Lopes;

    Não tenho conhecimento de nenhum Presidente que tenha colocado para quem quiser ver, o seu património imobiliário nacional, e muito menos certidões dúbias.
    Como Oliveirense, agradeço, e convido todos os que infundadamente criticaram, como foi o caso do Sr Presidente da câmara, a fazer o mesmo.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

  • Gil Bank

    O Caga Cêntimos devia era publicar outras certidões. Mas essas pertencem ao Lopes Mau. Até o novo jornalista já desabafou para um colega “onde é que eu me vim meter. Abençoado vilafranquense que te meteu a alcunha.

    • Brazileiro

      Por acaso o Vilafranquense que alcunhou o Lopes de “Caga Milhões”, alcunhou ao mesmo tempo o sócio de então, o falido Henrique Barreto de “Caga Tostões”.
      Andas uns anos atrasado Gilinho.

  • Gil Bank

    Mas afinal a Fiper fechou ou não?

  • Dinis

    E esta hein?

    Salários em atraso e divergências editoriais terão estado na origem de saída de diretora do jornal Correio da Beira Serra

    Publicado em 8 de Agosto de 2014 por Margarida Prata

    Liliana Lopes deixou direção do jornal detido pelo ex presidente da Assembleia Municipal, António Lopes, depois de na última reunião deste órgão autárquico ter alegadamente sofrido pressões para escrever notícias favoráveis ao patrão.

    A jornalista Liliana Lopes que, até ao final do mês junho, desempenhava funções de diretora do jornal on line Correio da Beira Serra, apresentou a rescisão do contrato de trabalho que mantinha com a empresa proprietária do jornal, detida pelo ex presidente da Assembleia Municipal de Oliveira do Hospital, António Lopes, justificando a saída com vários meses de salários em atraso e interferências graves na linha editorial do jornal.

    Liliana Lopes encontrava-se há oito anos a desempenhar as funções de jornalista no Correio da Beira Serra, tendo sido, entretanto, convidada, há quatro anos atrás, a assumir a direção do jornal, já quando este ficou reduzido à edição on line, na sequência da saída do então diretor, Henrique Barreto. À data de apresentação da rescisão do contrato, a jornalista tinha cinco salários em atraso, situação que, segundo apurámos, era “recorrente” na empresa, tendo havido, no passado, situações em que a jornalista chegou a ter igualmente vários salários por receber.

    Mas a “gota de água” que terá feito trasbordar o copo terá sido a última reunião da assembleia municipal, mas também a publicação de uma notícia sobre o convite do presidente do Nogueirense a António Lopes para este integrar os órgãos sociais do clube, cuja redação não terá sido do agrado do autarca e administrador do jornal. O nosso jornal sabe que, depois desta reunião, o ex presidente da assembleia municipal, agora sentado na bancada como “independente”, terá “encomendado” algumas noticias com a sua “versão” do que se terá passado na assembleia municipal com as quais a jornalista discordou, recusando-se mesmo a escrever os relatos do ex presidente e seu “patrão”, por supostamente violarem a sua ética profissional.

    As divergências quanto à linha editorial do jornal e as pressões que a jornalista terá sofrido nos dias a seguir à reunião da assembleia a somar ao incumprimento por parte da empresa detentora do jornal relativamente ao pagamento dos salários, ditaram a decisão da diretora de apresentar o despedimento por justa causa, uma vez que a situação à data da reunião já era considerada pela jornalista, insustentável, do ponto de vista financeiro. Depois de um breve período sem dar noticias, a administração da empresa detida por António Lopes anunciou no seu site a contratação de um novo jornalista para substituir o lugar então deixado vago por Liliana Lopes.

  • Coitados

    Coitados:Se não fosse o chapéu da Câmara o que era desta gente. Aliás basta ver estas atitudes. Falidos e falidores e andam a conspurcar quem mostra a transparência que mostra. Em que estado puseram a Caixa o Sr.presidente da Câmara e o 1º substituto do presidente da AM? A Câmara só não vai para o mesmo sítio porque nos puseram a pagar mais 65% na água. Sabem lá gerir alguma coisa? O Beira Serra não estava fechado quando o Lopes lhe pegou? Como é que um despedido por desconfiança é presidente de junta? Como é que um cavalheiro que não consegue acabar o curso, é efectivo na ADI? Como é que se faz notícias a troco de publicidade, como se vê por aqui? Naturalmente sentem-se incomodados.Naturalmente agarram-se à tábua de salvação. O que é que fizeram e onde, no sector privado, toda esta gente que pulula e vive à custa dos impostos? Tenham vergonha. A certidão que o Povo deu a António Lopes dando-lhe a maior maioria de sempre não é certidão bastante? O PS alguma vez elegeu um presidente de Assembleia que não fosse ele? Respeitem, ao menos o nosso voto, bandalhos.

  • Guerra Junqueiro

    “O início do caminho”

    Depois de ter visto o vídeo promocional referente ao alcatroamento do início do caminho particular do deputado Socialista de Alvôco das Várzeas, que estreou, hoje, nas salas de cinema da CentroTv, fiquei esclarecido quanto ao valor da equipa escolhida para levar a cabo tão delicada e excelente película.
    Não era fácil, dada a conjugação dos cenários, música, guarda-roupa, guião, enredo, ter conseguido embalar-nos em êxtase, desde o início, com uma cena dificílima, protagonizada por Alexandrino, até ao final, devidamente esclarecido por Agostinho Marques.
    O filme começa na sala da presidência, com Alexandrino a explicar o porquê de ter que fazer este início do caminho, sendo com angústia que contou que o obrigaram a fazer este alcatroamento. A Estradas de Portugal impôs-lhe esta “obrigação”, decidindo Alexandrino dar seguimento à obra sem informar quer o dono do terreno, quer o presidente da junta, pois, tanto um como outro representaram o take do desconhecimento em perfeita harmonia, ambos foram apanhados de surpresa: “Fiquei surpreendido”, disse José Ferreira, num grande plano, deparando-se com o caminho devidamente asfaltado.
    Já Agostinho Marques, magistral no seu shot, não ficou surpreendido com a surpresa de José Ferreira, pois, para ele, era impensável pensar que outra coisa se pudesse ter pensado.
    Pelo meio, tivemos ainda a explicação da queixosa, que ficou satisfeita com a conclusão do início do caminho, embora achasse que fazem falta umas valetas que encaminhassem as terras, as águas e as lamas para o seu devido local, dando razão ao esquecido ponto b) da imposição feita pela EP, que obriga a prevenir as condições de drenagem do caminho.
    Resta-nos, pois, esclarecer que esta fita não teria sido realizada, caso um jornalista, “a new boy in town”, não tivesse ido fazer uma reportagem, que teimam em esquecer, sobre as péssimas condições que os velhinhos de um lar têm que suportar, para atravessar a intransitável ligação Parente-Tapada.
    No guião, faltou um esclarecimento elucidativo sobre a extensão do caminho, porque, avaliando o seu “início”, não vislumbraríamos o seu fim.
    Mais uma brilhante produção da CentroTv, candidata ao Óscar de “Melhor Montagem”, e habilitando Alexandrino ao Óscar de “Melhor Actor”.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

    • Diz quem sabe

      Convinha informar, que 2000€ (por baixinho) em administração directa, com mão d’obra e máquinas à conta do erário publico, representa muito mais.
      O que se comparou jornalisticamente, foram duas situações, em que a prioridade foi dada à menos importante, e que um deputado municipal socialista (só a CentroTv disse que era José Ferreira) foi dos poucos beneficiados em detrimento de todos os utilizadores da estrada Tapada-Parente, nomeadamente os utentes e funcionários de um lar.
      É bom que se saiba, que o Presidente declinou muitas tentativas de contacto, pedindo desculpa depois da reportagem, e atribuindo o erro aos seus serviços, que se sabe contar com mais um director de comunicação. Parece que ficou aflito quando lhe perguntaram se queria que publicassem os registos telefónicos.
      A mentira tem perna curta. Notando-se que está cada vez mais coxa.

  • Manuel Mendes

    O sr. designado GIl Bank é um mentiroso. Nunca disse: “onde me vim meter”. Além do mais, não conheço qualquer colega jornalista em Oliveira do Hospital. O que disse e direi sempre é que: enquanto director do Jornal da Beira Serra nada tenho a ver com conflitos, nem me envolvo em tais. Já disse a várias pessoas que o clima de crispação não me afecta, mas que me surpreende pela intensidade. Isto não significa dizer “onde me vim meter”. Fico enquanto gostar de estar naquele lugar e tal me der prazer. O meu compromisso é com os leitores e jamais admitirei fazer notícias por encomenda. No dia em que, eventualmente, me fosse feita tal exigência iria embora. O que me pediu o proprietário do jornal foi um jornalismo isento e independente, sem medo de questionar fosse quem fosse. Não coloquem na minha boca aquilo que não disse, mas que gostavam, provavelmente que tivesse dito. Esta resposta é por respeito aos leitores do CBS e não por esse tal GIl Bank que, como é tradicional nos mentirosos e covardes (é o caso), esconde-se atrás de um pseudónimo. Agradeço que não volte a chamar o meu nome para estas discussões. Se o quiser fazer que tenha, então, a dignidade e coragem de revelar a identidade.

    • Assurancetourix Das Beiras

      Caro Sr. Manuel Mendes. A arte de dar coices a quem faz sombra a incompetentes é muito preservada em Oliveira do Hospital. Não discutindo a linha editorial que tem seguido, até porque não estou em condições de o fazer, congratulo-o pelo facto de nos dar notícias locais que não sejam copiadas do Diário de Coimbra ou no Diário ‘As Beiras’ e, principalmente, de escrever em português correcto – facto de que poucos se podem orgulhar da ‘comunicação’ social local. Continuação de um bom trabalho.

      • António

        Um jornalismo que incomoda aos acomodados, apanhados desprevenidos e a outros que tais… bajuladores de opinião subjugada.
        Os livres sempre foram perseguidos mas a história tem-lhes prestado o devido reconhecimento. Importa despertar as consciências adormecidas do marasmo local, quer se goste quer não.

  • Mil Euritos…

    Sr Manuel Mendes:Nãoprecisava responder. Nós já sabemos há muito tempo que não há jornalistas em Oliveira. O que há são fazedores de notícias por encomenda. Havia aí um que desenrascava só que agora, coloca umas fotos num jornal publico no regime de prestação de serviços, como disse à peça, por mil euritos.Nos intervalos que são muitos continua a tarefa umas vezes como “João Garra” outras vezes como “Gil Bank”.Tem outros que são mais “advogados de defesa”tipo oficiosos(com o devido respeito pelos senhores advogados) que parece que fazem a coisa por metade do preço…Claro que andam a ficar aborrecidos por verem como se faz jornalismo. Eles não o querem ofender a si…o problema deles é outro. E sabem que não lhes vai ser fácil resolvê-lo. Por enquanto ainda acreditam que sim…

  • Ulveirense

    Meu caro Trambolho Peniqueiro: a nós que te conhecemos, diz-nos lá o que é que fizeste de importante ou simplesmente bem organizado na tua terra?
    O que é que já fizeste pela tua terra, onde andaste sempre colado a gente que te deu companhia e bons contactos, te abriu os olhos, mas sempre foste muito tosco para fazeres alguma coisa de jeito.
    Como líder és uma nulidade. Na altura própria ponho aqui as tuas incapacidades e habituais confusões!
    Nunca tendo feito nada pela tua terra, quem és tu para dares lições de gestão sobre o concelho?
    Sempre foste um crítico, um grosseiro, um bota abaixo e vens para aqui vender baba ao quartilho!
    Para dares conselhos, tens que ser exemplo e ninguém te reconhece como exemplo. Para ninguém.
    O PSD esteve 20 anos seguidos na Câmara Municipal de oliveira do Hospital. Nunca te convidaram para nada. Pensa lá porquê?
    Remete-te ao que vales. Dá a cara pelas tuas incapacidades!

    • O que é dinheiro publico?

      Quem é esta sumidade, desconhecida? Ulveirense.
      Sei muito bem quem és, por onde queres que comece?
      O Trambolho Peniqueiro, um filho não te faz, mas pode muito bem mostrar aqui, o cargo que ocupas, de onde mandas os bitaites, e depois seguir os trâmites legais.

    • Em terra a minha

      Está tudo e todos bem organizados em terra a minha.

  • enverganhado

    envergonhado
    Sim esta gente a escrever onde não devem e a servirem-se dos cargos já deviam ter sido denunciados.
    São uma vergonha e esses sim encomendados pelos chefões que não valem nada. Esses chefes só sabem falar da bola e dos balneários,nada mais, uma tralha de atrasados bipolares,que se deviam cultivar