Terça-feira, Março 28, 2017
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Dispositivo de combate a incêndios entra a partir de hoje em alerta máximo

Dispositivo de combate a incêndios entra a partir de hoje em alerta máximo

A época mais crítica em incêndios florestais começa hoje, com um total de 9.708 operacionais, 2.235 equipas, 2.043 viaturas e 47 meios aéreos. Um dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF) idêntico ao de 2015, que conta ainda nesta fase ‘Charlie’, que se prolonga até 30 de Setembro, com 236 postos de vigia da responsabilidade da GNR.

O Ministério da Administração Interna (MAI) tem orçamentado para o dispositivo de combates a incêndios florestais mais de 70 milhões de euros, sendo idêntico em recursos humanos e técnicos ao do ano passado. Mas este ano vai ser testado em 18 corporações de bombeiros, uma por distrito, o sistema de georreferenciação nas viaturas operacionais com recurso à rede Siresp (Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal), permitindo conhecer todas as suas movimentações durante o combate aos fogos.

Tanto para o MAI, como para a Autoridade Nacional de Protecção Civil, o grande objectivo do DECIF continua a ser a segurança das forças envolvidas no combate. Foram por isso, e no âmbito da preparação da época de fogos, desenvolvidas 304 acções de treino, envolvendo 7.100 operacionais, dos quais cerca de 5.400 foram bombeiros. Nestas acções de treino, foi dada especial atenção “à segurança individual e colectiva no combate a incêndios florestais, tendo por objectivo a minimização de vítimas”.

 

A época mais crítica em incêndios florestais começa com o valor mais baixo dos últimos dez anos no número de fogos, tendo-se verificado, entre 1 de Janeiro e 29 de Julho, 1.828 ocorrências.