Empresa do grupo Tavfer ganha em concurso de exploração do Café Central

De entre um conjunto de 17 concorrentes – dois dos 19 iniciais foram automaticamente excluídos por incumprimento do regulamento – o júri composto para apreciar as propostas decidiu, ontem, entregar a exploração do Café Central à empresa Alveswreta – Indústria Hoteleira e Similares que avançou com uma proposta de pagamento de renda de 888 Euros mensais.

Na hora da apreciação o valor proposto para pagamento de renda pesa 60 por cento, ficando os restantes 40 por cento dependentes do currículo apresentado a concurso.

Ao concurso, que passa agora por uma fase destinada a audição e apresentação de reclamações, chegaram propostas para pagamento de renda do espaço que variavam entre os 305 Euros – 300 Euros era o valor mínimo – e os 1000 Euros.

Alveswreta – empresa exploradora do Hotel São Paulo, em Oliveira do Hospital – não foi a empresa que apresentou o valor mais elevado, ficando até em terceiro lugar no que respeita a esta matéria. Gilberto Silva foi quem apresentou a proposta mais elevada, 1000 Euros, logo seguido por Carlos Alberto, com valor de 911 euros.

O resultado do concurso que depende ainda da apresentação de reclamações por parte dos restantes concorrentes e de aprovação em reunião do executivo só deverá ser considerado definitivo no final do mês de fevereiro, sendo que a reabertura do espaço também só deverá acontecer em março.

A apreciação das propostas aconteceu durante a manhã de ontem, tendo sido precedida pela abertura de propostas em sessão pública ocorrida no passado dia 20 de janeiro, altura em que a maioria dos concorrentes foi informada da necessidade de apresentação de currículos e documentos comprovativos dos mesmos até às 12h00 da passada segunda feira.

Num concurso que pretendia encontrar uma empresa sucessora da Fertavending, na exploração do Café Central, é de registar a participação de duas empresas do grupo Tavfer. É que para além da Alveswreta – Indústria Hoteleira e Similares, também os Empreendimentos Turísticos Quinta dos Cedros entraram na corrida com a proposta de 680Euros mensais para o pagamento de renda.

O Café Central encontra-se de portas fechadas desde a segunda semana de janeiro por decisão da empresa exploradora que, alegando problemas de infiltrações no espaço, avançou com rescisão de contrato, cujo terminus só estava previsto para o próximo mês de agosto. Um processo que fica ainda marcado pelo incumprimento no pagamento de 10 rendas (1500 Euros mensais) e que já chegou ao tribunal de Oliveira do Hospital por mão da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital por não reconhecer razão às queixas apresentadas pelo antigo explorador do espaço.

“Está a ser feito um inventário, mas não há nada de especial para lá ser feito a não ser uma pintura”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital em reunião pública do executivo realizada no início deste ano. Pintura e limpeza é o que, de resto, o município conta fazer no espaço, não estando prevista qualquer intervenção de fundo.

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