Figura de presidente substitui director da ESTGOH

Em Janeiro do próximo ano já deverá ser conhecido o nome do primeiro presidente da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital (ESTGOH).

A nova figura da escola afecta ao Instituto Politécnico de Coimbra deverá ser eleita no início de 2010, no âmbito de uma acto eleitoral que já se encontra a decorrer, mas que é antecipado pela eleição do Conselho Técnico- Científico, Conselho Pedagógico e Assembleia de Representantes.

Resultante dos estatutos da ESTGOH publicados no passado mês de Agosto, os novos órgãos de gestão substituem os até aqui existentes, e que assentam na novidade do presidente da escola e da Assembleia de Representantes. O Conselho Técnico -Científico já tomou posse e, ontem, foi eleito o seu presidente.

O nome de Jorge Almeida aguarda agora pela homologação do presidente do Instituto Politécnico de Coimbra. Ontem também decorreu a eleição para a Assembleia de Representantes e Conselho Pedagógico, ficando a faltar a eleição dos respectivos presidentes.

Dependente da homologação de cada acto eleitoral e do nome dos presidentes eleitos, a eleição do órgão máximo da ESTGOH deita por terra o lugar de director ocupado desde Março de 2007 por Nuno Fortes, altura em que foi convidado a substituir Francisco Neves.

Contudo, apesar de o seu nome ter sido entendido como a melhor solução para liderar aquela escola, o ainda director da ESTGOH não dá como confirmada a sua entrada na corrida pela presidência.

“Ainda é muito cedo para me manifestar sobre esta questão”, referiu, sublinhando que a sua decisão final terá sempre em conta a sua própria disponibilidade e os interesses da escola”. “É muito prematuro”, insistiu Nuno Fortes, entendendo como “normal” o aparecimento de vários candidatos ao novo lugar de presidente. “Está em causa um processo democrático”, observou.

Eleito para quatro anos, o primeiro presidente da ESTGOH será o responsável máximo da escola, com poderes para nomear até dois vice-presidentes. A inexistência da figura de presidente – já comum nas restantes escolas do IPC – deve-se ao facto de a ESTGOH estar, até aqui, a funcionar em regime de instalação.

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