GNR identificou suspeita de furto de ouro em Oliveira do Hospital

 

Com a entrada do novo ano, os furtos de ouro voltam a assombrar os oliveirenses. A meio da tarde de ontem, uma residência em Oliveira do Hospital foi assaltada, tendo sido retiradas do seu interior várias peças de ouro num valor ainda não quantificado.

Elementos do Núcleo de Investigação Criminal da GNR da Lousã vieram ao local investigar a ocorrência tendo procedido à identificação de uma mulher considerada suspeita pelo furto.

O furto de ouro tem-se revelado numa prática recorrente no concelho de Oliveira do Hospital e na região, havendo porém a registar no último dia do ano, o roubo por esticão numa rua da cidade oliveirense. A vítima, uma mulher de 65 anos, tinha acabado de levantar dinheiro numa caixa multibanco, quando foi surpreendida pelo larápio, que usando da força, lhe levou a mala com os 20 Euros que levantara causando ferimentos na mulher que teve que receber socorro hospitalar.

Roubos que marcam o fim de 2012 e início de 2013, numa quadra festiva que também ficou marcada pelo despiste automóvel ocorrido no dia 26 de dezembro à entrada de Lagares da Beira, de onde resultaram cinco feridos, dois dos quais em estado grave, e um segundo acidente na Zona Industrial de Oliveira do Hospital.

Ocorrências que, pese embora a gravidade, não impedem o novo comandante do Destacamento Territorial da GNR da Lousã de fazer um balanço positivo da operação realizada na última semana do ano no concelho de Oliveira do Hospital.

A suceder Armando Videira – foi promovido a Major e aguarda colocação no comando territorial – o alferes Rui Oliveira referiu ao correiodabeiraserra.com que tudo decorreu dentro do que é considerado “normal”, com exceção do grave acidente que obrigou à evacuação de feridos através de helicóptero.

Uma normalidade – conforme informação avançada pelo comandante – também extensível à Estrada da Beira, EN17, onde sobressaiu o “sentimento de segurança”, por parte dos muitos condutores que circularam naquela via.

Rui Oliveira nota que a “presença da GNR” também foi determinante para a inexistência de sinistralidade naquele troço, assumindo assim uma função de prevenção e de consciencialização dos automobilistas.

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