Governo promete em Oliveira do Hospital que “vai mesmo avançar” com cadastro florestal e investir nos sapadores

O primeiro-ministro, António Costa, prometeu hoje em Oliveira do Hospital que o Governo “vai mesmo avançar” com o cadastro florestal, investindo ainda no aumento das equipas de sapadores florestais. “O cadastro vai mesmo ser feito”, afirmou António Costa, na cerimónia de apresentação de 20 novas equipas de sapadores florestais, em que também foi assinalado o 10º aniversário da criação da primeira Zona de Intervenção Florestal (ZIF) do país, a ZIF do Alva e Alvoco.

O primeiro-ministro referiu ainda que “há décadas que todos os governos têm medo de avançar com o cadastro”, mas o actual executivo está determinado a promover a sua realização, continuou António Costa para quem a chave para a protecção ”é limpar a floresta a tempo e horas”, com os sapadores a fazerem esse trabalho durante o inverno e reforçarem a vigilância no Verão, explicou.

“O que estamos a fazer na floresta é uma coisa com muito mais profundidade do que aquela que o Alqueva conheceu”, realçou, por seu lado, o ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural.

Para o presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, José Carlos Alexandrino, importa apostar “nas soluções, evitando alarmismos contraproducentes, apostando num bom sistema de informação que ligue e articule todos os agentes no terreno”.

 

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  • António Lopes

    De repor as freguesias, como prometeu na campanha, não disse nada? promessas dessa gente valem o que valem.Mas pronto.Agradecer o aumento dos seis euros nas reformas, apesar de acho não me chegou nada.

  • António Lopes

    Hoje, cumprindo as funções que me confiaram, andei a “deambular” pelo Concelho.Nestas bandas, Vale do Alva e Alvôco,onde o Senhor Primeiro Ministro foi politicar, as estradas Municipais, algumas, nem sinal de limpeza.Gostei do que vi em Lourosa e Seixo da Beira. Não gostei dumas placas nas Seixas que perguntam ao Senhor Presidente da Câmara : “Quando é que posso morrer”? Naturalmente no local onde esta prometida, prometida…disse eu, a Casa Mortuária. No Largo também se pergunta quando se constrói a casa..! Senhor Presidente, se não for incómodo, junte lá mais estas três medidas.153…Mas prometo, vou -lhe arranjar mais algumas.Para a semana vou picar o Concelho a pente fino.Olhe e cuide-se, que isto de 7-0 se der 4-3 para o seu lado, é boé..! Não se esqueça dos meus infalíveis prognósticos..! Eu disse-lhe que eram 6-1 e foram. Avisado está..! Limpe lá as estradinhas para não ser 3-4..! Nogueira, Travanca e Oliveira já sei para onde tomba.As notícias não são nada boas..! Para o seu lado, claro..! Melhor que isto nem o Borda D` Água…! O meu amigo Batista, desta vez não houve aquela persuasão… lá foi… “poi é”..!

    • Popular

      Muito bem, senhor ALopes
      “…cumprindo as funções que me confiaram…”
      Fiquemos todos esclarecidos, pois que isto de eleições autárquicas tem muito que se lhe diga:
      – Quem é que lhe confiou, ao presente, tal objectivo, desiderato, o da “deambulação” pelo concelho? Os milhares de eleitores que lhe deram a maior e mais expressiva missão, alguma vez conseguida, neste concelho, a de presidente da assembleia municipal” – nas últimas eleições e que , por batota “democrática” de “quem vai a jogo”, a “jogar em casa” naquela de “baralhar e dar”, o colocou no “banco dos –
      suplentes – ausentes”?
      Assim como coloca esta sua opinião, ao que parece, a de deambulador pelo concelho, qual satanás de bitola, cadastro, lápis e pergaminho – que sim, que ao tempo dos fariseus ainda se escrevia em pergaminho “cruz aqui, risco acolá” – o senhor quer deixar, a registo, em “nada haver, nada gasto”, aquilo que foi, de uma assentada, a obra realizada, ou não realizada, em dois mandatos?
      É que é obra, atendendo-se ao mutável sentido da história, mesmo recente, neste concelho.
      A começar pelos seus figurantes…
      Nem Gil Vicente:
      – QUem é que irá , e em qual , em final, barca?
      Explique-nos como , ao invés da tradicional bitola socratina das 150 medidas para o futuro do País, se se bem lembra, daquelas que deram no que deram, e em futuro , largo, teremos que pagar – à excepção das do grupo Lena , BES, PT, etc,etc…(ironia do destino!) – ainda hoje, por aqui, em vez de se fazer um balanço do feito, ou não feito e porquê. em dois mandatos consecutivos, alguém se arroja a inventar centos de medidas para descumprir?
      É este o sentido “bíblico” da disputa autárquica no ano de 2017, por aqui?
      Percebe-se, por leituras, múltiplas. dos seus comentários, aqui registados, que sempre efectuou esses périplos, bem acompanhado, onde obra houvesse em andamento…enquanto frequentou esse éden dos eleitos, enquanto ainda o veneravam como deus, apesar de menor, o adoravam como o do “vil metal”, tão útil, quer no particular do pequeno bolso, ou bolsa, ainda por reembolsar, quer no do grande alcance?
      É que já vimos tantos destes filmes…por este país fora…
      Afinal:
      – Um (re)candidato que, ao invés de anunciar o paraíso, com centos de medidas, não deveria, em primeiro lugar, fazer um balanço do que andou a fazer, ou não, durante dois mandatos?
      PS. Recordemos que , durante muito tempo, logo após a Implantação da República, muitos territórios em Portugal, por força da cacicada reinante, se consideraram como “Reais Repúblicas”!
      Com a vinda do futebol, há mais de 100 anos, instituiu-se outra confraria:
      A dos “campeões a jogar em casa”.
      Com a bufaria – medievalesca – às costas.
      Apure, pois, o lápis.
      Risque.
      Não tenha dó!
      O populismo apenas serve a tradicional clientela, a babugem. Nunca serve a ninguém, a não ser o “umbigo” dos que, sem nunca terem dado nada para o voto, apenas, julgando-se mais espertos do que os outros, se servem dele.
      O jogo democrático agora em andamento, o das eleições autárquicas, é dos mais importantes no nosso “campeonato” .
      Há 40 anos que assim é.
      Fora aqueles que , disso, nada entendem .

      • António Lopes

        Longo é o comentário.Suficientemente intrincado. Logo de difícil resposta.Quem me confiou, ao presente,foi quem me confiou nas últimas eleições.Os mandatos são de quatro anos e duram até à tomada de posse dos vindouros, que no caso, vão ser quase os mesmos.Por ser assim até ao último dia, tentarei cumprir e honrar.Ausente acho que nunca fui.Acaso algum dos eleitos, aqui ou noutro lugar, mais se pronunciou ou questionou que eu..? As visitas que faço não são para ver a obra feita.Também.São mais para ver a que não se fez .E como se faz.E quem a faz. Quanto ao demais comungo de algumas das interrogações.Quanto ao “campeonato” não posso estar mais de acordo.O que me espanta e entristece é que um “campeonato” desta importância tenha cada vez mais “atletas” de menor craveira. Confrange o que vejo por esta País acima e abaixo. Independentes, não sei do quê, proliferam por todo o lado.”Atletas” em fim de carreira, a querer fazer mais uma época(4 anos)..! “Acérrimos defensores de bandeiras e ideais” que afinal, parece que só se defendem a eles..! Cada vez mais vejo esta grande conquista da democracia um devorador do erário público, um criador de “bom” emprego a maus profissionais. Uma alavanca da nossa auto destruição colectiva, pela irracionalidade da gestão, defraudando o interesse colectivo. E ai de quem a isto se oponha, ai de quem com isto se preocupe, como de resto, sou um exemplo acabado. Não alinhas, não estás nesta, não compliques.Quero dizer-lhe que, nunca como nestas eleições me senti tão agastado com aquilo a que assisto.É deveras preocupante. O poder autárquico está a tornar-se a bóia de salvação para um exército de oportunistas, incapazes de, pela via normal conseguirem uma carreira profissional, ou destacarem-se na sociedade pela via das competências.Para muitos está a tornar-se num dos poucos meios de subsistência. E quando se trabalha ou decide pela barriga, o resultado, basta olhar para a comunicação social, a degradação da qualidade dos autarcas e de um modo geral toda a nossa sociedade.Diz-se o que sabe que quem de direto gosta de ouvir.Pensa-se pela cabeça dos outros cede-se na mais elementar dignidade.Confrangem as profissões de fé a que vou assistindo e rapidez na evolução do pensamento político.Quanto `macro política, Sócrates e afins, de tão discutida e opinada, esperar pela justiça e esperar que o nosso om Povo se convença dos seus direitos e obrigações e deixe de pedir como um favor aquilo que é um direito.Esperar, também, que se exerçam os direitos cívicos conscientemente,pois o caminho que isto leva,seja pela abstenção, seja pelo desinteresse na coisa publica , já está a custar caro e vai ficar insuportável.Penso que até já está..! Quanto à disputa local, depois que o Senhor que só se candidatava com IC se candidatou sem ele, o pouco respeito que ainda havia, finou-se…O que rodeia, é a tal clientela atrás descrita, sobre a qual não vale a pena perder tempo, água e sabão..!