
Vereadores da oposição criticaram a estética e dimensão dos novos elementos informativos que o município distribuiu, no final do ano, pela cidade.
No arranque de uma reunião de executivo que se adivinhava calorosa, os mupies funcionaram ontem como porta de entrada para a troca de impressões entre oposição e executivo em permanência na Câmara Municipal de Oliveira do Hospital.
“Esteticamente não são o mobiliário mais adequado para a cidade”, começou por afirmar o vereador do movimento independente Oliveira do Hospital Sempre, que também aludiu ao reduzido espaço que os novos painéis informativos disponibilizam para o seu verdadeiro fim.
“Deixo a sugestão para que no futuro a Câmara Municipal, antes de decidir adquirir mobiliário urbano, faça uma recolha de determinados tipos de mobiliário existentes no país”, desafiou José Carlos Mendes como forma de o município poder fazer uso de um equipamento que traga melhor utilidade. Uma postura que mereceu o aval do vereador do PSD, Mário Alves.
“Não são uma mais valia para a arquitetura urbana da cidade”, afirmou, criticando também o espaço disponibilizado para a informação. Uma lacuna que, no entender de Mário Alves, pode ser minimizada com uma “formação em marketing”, no sentido de os técnicos responsáveis pela inserção de informação se cingirem ao essencial e remeterem o munícipe para a consulta do site de internet do município.
“Não podemos pôr lá tudo o que queremos”, referiu, notando que a situação se torna ainda mais grave durante o dia, já que devido aos reflexos, a leitura chega a ser “impercetível”.
Para Mário Alves a solução adotada pelo município não se adequa às necessidades do município, nem àquilo que são os seus gostos. “O modelo não me agrada. Não gosto e não tem nada a ver com o presidente da Câmara Municipal, tem a ver com a opção”, concluiu.
“Os gostos discutem-se…”
Críticas que não surpreenderam o vice-presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, que disse já ter ouvido apreciações positivas (pela cor e forma) e negativas (pela incidência da luz no ecrã e reduzida dimensão).
José Francisco Rolo explicou que existem “milhares de catálogos” de equipamentos desta natureza, mas que acabou por ser esta a escolha da Câmara Municipal. “A única solução era trazer vários catálogos e fazer um referendo”, ironizou.
Para o vice-presidente a “discussão da estética é inconsequente” e “os gostos discutem-se”. Confessou, porém, que o que mais o preocupa é dotar os mupies com informação essencial e que seja “bem rececionada” por parte dos oliveirenses e visitantes.
Acabou, contudo, por ser o presidente da Câmara Municipal a admitir que a escolha pelos elementos distribuídos pela cidade teve por base o preço associado. “Outros eram 50 por cento mais caros e as nossas receitas não são assim tão grandes”, contou José Carlos Alexandrino, admitindo a necessidade de reajustamentos aos mupies quer em matéria de reflexos, quer de excesso de informação.
Os mupies – 10 no total – chegaram à cidade em meados do mês de dezembro, mas alguns ainda se encontram inoperacionais. De pé alto e cor bordô, os novos elementos que já fazem parte do quotidiano de muitas cidades, permitem a introdução de informação em formato multimédia e colocam um ponto final aos vulgares cartazes.
A instalação de mupies na cidade foi acompanhada pela colocação de 15 ilhas ecológicas, traduzindo-se num investimento total de 220 mil euros, suportado em 80 por cento por verbas decorrentes do financiamento das obras de requalificação do Largo Ribeiro do Amaral.

por fui, Janeiro 12, 2012
por Falam falam, Janeiro 12, 2012
por Vamos a isso..?, Janeiro 12, 2012
por Para o atento, Janeiro 12, 2012
por atento, Janeiro 12, 2012
por regi, Janeiro 12, 2012
por é altura , ah,ah,ah,, Janeiro 11, 2012
Já demonstraram não ter capacidade e fizeram o que ninguém pensaria e seria possível de fazer :
Atraiçoar um eleitorado que queria mudanças e disse não aos candidatos que eram poder .
Mas como não sabem mais , não devem obrigação .
É a tempo também de saber o que é feio de todo o granito trabalhado tirado do Largo Ribeiro do Amaral , onde está , e o que foi feito e quem o levou com as obras fantoches do parque subterrâneo .
Espero que os vels, dans, lucs, adit,,, rams, rocc,mars, los, e companhia que se fartam aqui de escrever e mandar papo, censurar e inventar venham rápidamente esclarecer quem paga impostos
quanto aos mu.....pi...pies são um processo de informação que só se usa em zonas pedonais e está ultrapassado. Quanto mais da forma como está aplicado .
Triste sorte a deste concelho ,
Estreitaram ruas, coloriram a cidade de cinzento, substituíram postes de electricidade de granito por postes de metal vermelho forte, e agora estes destruidores do concelho não são capazes de dizer , somos todos filhos da ignorância e da pouca formação , portanto deixa-me estar calado e não fazer de conta que estou atento e dar nas vistas pela negativa .
ah,ah,ah,ah!
















