Depois de no início do ano ter atingido a casa dos milhares, o desemprego em Oliveira do Hospital continua a ser preocupante. No final de junho, eram 991...
... os oliveirenses em situação de desemprego.
Oliveira do Hospital não tem conseguido escapar ao flagelo que afeta o país. O desemprego teima em fazer baixas no concelho, contando-se no final do primeiro semestre 991 oliveirenses à procura de emprego, 84 dos quais em busca da primeira oportunidade de trabalho.
Uma situação que, ainda assim, reflete uma diminuição dos números registados nos dois primeiros meses do ano, altura em que o concelho contava com 1001 inscritos em janeiro e 1006, em fevereiro.
Em março, o número de desempregados desceu aos 929 e em abril fixou-se nos 923. A subida voltou a ser realidade em maio, altura em que se contavam 947 desempregados no concelho, chegando aos 991 no final do mês de junho.
De acordo com os dados divulgados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional, os números de junho (991) refletem uma subida de 4,5 por cento em comparação com o mês passado e de cerca de 20 por cento em comparação com junho de 2011 ( 788 desempregados).
Do total dos 991 desempregados no final do primeiro semestre deste ano, 490 são homens e 501 são mulheres, constatando-se por isso que o flagelo já não tende a ser mais penoso entre as mulheres, atingindo a população ativa de um modo geral.
Com o boom do desemprego em Oliveira do Hospital associado ao encerramento repentino, em anos recentes, de várias unidades de confeção, o desemprego tarda em evidenciar sinais de abrandamento no concelho. Em causa está um setor de atividade que, segundo o presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, dá por esta altura sinais de retoma económica, estando até a potenciar a criação de novos postos de trabalho no concelho, em especial de mão de obra feminina.
Ainda que responsável pelo aumento drástico do desemprego, aquele setor não é o único responsável pelos números do desemprego, dos quais não fazem parte os desempregados em processo de formação ou com contrato de trabalho suspenso.
O encerramento de espaços comerciais e pequenas empresas de base familiar também têm sido uma constante, sendo também de registar o mau momento por que passam várias empresas de construção civil e obras públicas que sofrem as consequências da retração do investimento público e privado.

por Erasmo de Roterdão, Setembro 06, 2012
por rioraes, Setembro 06, 2012
por Guerra Junqueiro, Agosto 02, 2012
Cumprimentos
Guerra Junqueiro
Desemprego em Oliveira do Hospital subiu 7,5 por cento comparativamente a 2006
Segunda, 17 Dezembro 2007 17:01 Redacao
Segundo os últimos dados divulgados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), o desemprego no concelho de Oliveira do Hospital registou em Outubro deste ano uma subida de 7,5 por cento em comparação com o período homólogo de 2006. Em Outubro de 2007, estavam inscritas no IEFP 616 pessoas, sendo que cerca de 24 por cento desses desempregados tinham a inscrição feita há mais de um ano. Em Oliveira do Hospital, o flagelo da falta de emprego atinge sobretudo as mulheres, já que 67 por cento do número total de desempregados concelhio pertence ao sexo feminino. É uma situação em muito justificada pelo encerramento, nos últimos anos, de duas grandes empresas de confecção: a “Carrera” e a “Infinitum”. Os municípios com menos desemprego na região são, respectivamente, Carregal do Sal (262), Arganil (348) e Tábua (444). Seia (1.472), Nelas (732) e Gouveia, são alguns dos concelhos com maior número de desempregados















