IP anuncia que projecto de execução do troço do IC6 entre Tábua e Oliveira do Hospital será lançado até Julho

A Infraestruturas de Portugal anunciou hoje que vai avançar com o desenvolvimento do troço do IC6 entre o Nó de Tábua e o Nó da Folhadosa (Oliveira do Hospital) numa extensão de cerca de 19 quilómetros, num investimento estimado em cerca de 38 milhões de euros. Em comunicado, aquela entidade refere ainda que já promoveu o desenvolvimento do processo administrativo de lançamento do concurso para o projecto de execução, o que permitirá a sua publicação em Diário da República no segundo trimestre de 2017, ou seja, até Julho.

O comunicado recorda ainda que na cerimónia de assinatura do contrato de empreitada de requalificação da EN 17, realizada no passado dia 6 de Janeiro em Oliveira do Hospital, foi anunciado publicamente pelo Governo que a Infraestruturas de Portugal iria dar continuidade ao IC6 promovendo o desenvolvimento do respectivo projecto de execução. “Tendo em consideração o avultado investimento que a construção integral do IC6 representaria, a IP avaliou a possibilidade de faseamento do empreendimento, permitindo uma solução financeira e tecnicamente sustentável”, refere, sublinhando que a análise teve por base o estudo prévio do IC6/IC7/IC37, cujo faseamento previu, à data, a divisão do lanço final do IC6 em dois troços, um entre Tábua e Oliveira do Hospital (EN17/IC7 – Nó da Folhadosa) e o seguinte, a partir deste nó até à Covilhã.

“Assim, ponderados os dados de procura de tráfego, condicionalismos técnicos e disponibilidade financeira, foi decidido avançar numa primeira fase com o desenvolvimento do troço entre o Nó de Tábua e o Nó da Folhadosa numa extensão de cerca de 19 quilómetros, num investimento estimado em cerca de 38 milhões de euros”, continua o documento da Infraestruturas de Portugal, sublinhando que dada a “discrepância temporal entre os estudos originais e a situação actual, a IP encontra-se presentemente a efectuar uma análise detalhada do traçado aprovado em fase de estudo prévio, avaliando a sua viabilidade face às condicionantes constantes da DIA, nomeadamente no que concerne ao surgimento de novas condicionantes na zona da plataforma e áreas envolventes. Este processo, visa permitir encontrar as melhores soluções técnicas para a execução do troço do IC6 entre o Nó da Folhadosa e a EN17”, remata, antes de concluir que “não obstante o necessário desenvolvimento deste estudo, a Infraestruturas de Portugal já promoveu o desenvolvimento do processo administrativo para lançamento do concurso para o projecto de execução, o que permitirá a sua publicação em Diário da República no 2º Trimestre de 2017.

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  • Patrick Reis

    Parabêns ao Governo

  • António Lopes

    Ainda vou ficar conhecido pelo “Bruxo de Vila Franca”..!

    Eu não dizia, ontem, que ainda ia aparecer aí alguém a prometer o IC6 antes das eleições..? O “estudo no 2o trimestre”..! Nem esperaram pela visita do nosso Primeiro..? Eu quero é ver..?
    E que falta, agora, para o Nosso presidente anunciar a candidatura..?

  • Carlos Nogueira

    Era para dizer que era uma telenovela Mexicana, mas como mete o Babuska, é de certeza um Indymovie.
    Como se conseguem prestar a estes papeis.
    Força Alexandrino, avança. O teu azar é que vais levar uma tareia.

  • António Lopes

    Eu, acreito em tudo.Quero é ver.Tenho aqui dito que o primeiro troco do IC foi inaugurado há 20 anos.Tenho aqui dito que em 1997 havia todas as condições para ter sido todo feito.Governava e governou até 2001,António Guterres. Está aqui a história do IC contada por fonte insuspeita.Mas quais estudos? Acaso a notícia nºao acaba dizendo que a conclusão deste troço estava prevista para 2015, 2016? Então o que é que fizeram aos estudos e projectos? A obra começou há mais de 20 anos.Porque é que estas notícias aparecem sempre antes das eleições e a obra não se faz logo que estas acabam? Não chega de contarem histórias? João Galamba disse que não havia dinheiro.O Secretário de Etado dissse, o ano passado na abertura da Expo, que não havia dinheiro.O ministro disse há dias que só com ajuda da UE.Há dias, publicaram uma lista de obras a lançar não vinha o IC.Como é que aparece este milagre agora..? Só pode ser obra de São José Alexandrino..! Não brinquem com o Povo.

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    IC 6 – Itinerários Complementares de Portugal
    IC 6
    29
    Cruza com:
    IP 3 , N 17, N 337, N 344, N 2-3, N 17-2, N 337-4,
    N 342-4
    O IC 6 – Itinerário Complementar do Pinhal Interior Norte é um itinerário complementar de Portugal que está pensado para ligar Coimbra à Covilhã através do interior do Distrito de Coimbra e da encosta sul da Serra da Estrela. Por enquanto faz a ligação entre o IP 3 junto a Oliveira do Mondego e a N 17, Estrada da Beira, junto à Candosa, em Tábua.
    A ideia original para este itinerário complementar previa o seu início junto a Santa Comba Dão. No entanto, na década de 90 decidiu-se lançar esta estrada mais junto a Penacova, no Porto da Raiva, de modo a tornar mais directa a ligação a Coimbra. O primeiro troço ficou concluído em 1997, ainda com a designação IC 7, que viria a ser alterada anos depois com a revisão do Plano Rodoviário Nacional. Durante anos nada mais mexeu na construção desta estrada, até que em 2008 se iniciaram as obras para um novo troço de 18 km que dois anos volvidos levou o IC 6 até Tábua, local onde termina actualmente.
    Prometido há já bastantes anos e reivindicado pelas pessoas da Serra há outros tantos, o prolongamento do IC 6 até à Covilhã continua com data de conclusão indefinida. Em 2009 pareceu acender-se uma luz ao fundo do túnel com o lançamento das bases para a conclusão rodoviária da Serra da Estrela, onde além do IC 6 estavam incluídos o IC 7 e o IC 37 , e chegou a apontar-se 2013 para a data de conclusão das obras. No entanto, a crise económica e financeira que se abateu sobre Portugal obrigou ao cancelamento desse lançamento por tempo indeterminado no início de 2010. Entretanto elaboraram-se e foram sujeitos a avaliação os estudos de impacto ambiental destas estradas – o IC 6 deverá seguir até Oliveira do Hospital e já junto a Folhadosa (Seia) deverá inflectir para sul após o nó com o IC 7 , contornando de seguida a Serra da Estrela por sul via Vide e Unhais da Serra, terminando na Covilhã -, no entanto não é de prever que a sua construção avance, pelo menos, até a crise económica acabar.

    1 Estado dos Troços
    2 Nós de Ligação
    2.1 Porto da Raiva – Tábua
    3 Estudos de Traçado

    Estado dos Troços

    Porto da Raiva ( IP 3 ) – Catraia dos Poços Em serviço (1997) 12,5
    Catraia dos Poços – Arganil Em serviço (03/2010) 3,2
    Arganil – Pinheiro de Coja Em serviço (04/2010) 9,6
    Pinheiro de Coja – Candosa (Tábua) Em serviço (02/2010) 3,2

    Candosa (Tábua) – Oliveira do Hospital ( IC 7 ) Estudos concluídos e validados ambientalmente
    Projecto suspenso devido à crise económica
    Última previsão de Construção: 2015-2016 19
    Oliveira do Hospital ( IC 7 ) – Covilhã ( A 23 ) Estudos concluídos e validados ambientalmente
    Projecto suspenso devido à crise económica
    Última previsão de Construção: 2015-2016

    • GyGu

      O dinheiro que retiram do Euromilhões já deve dar para a execução deste projecto .

  • Alminhas

    Alminhas: Mas qual é o projecto que vão lançar agora..? ESTUDOS CONCLUÍDOS E VALIDADOS AMBIENTALMENTE !!!!!!!!!!!!!!!

    Candosa (Tábua) – Oliveira do Hospital ( IC 7 ) Estudos concluídos e validados ambientalmente
    Projecto suspenso devido à crise económica
    Última previsão de Construção: 2015-2016 19 KM

  • António Lopes

    Ora, eu, denunciei um caso rigorosamente igual.Está nas actas da Câmara a discussão entre Mário Alves e JCA. O Técnico, Senhor Eng.Durães,chamado à reunião de Câmara, disse que mantinha parecer anteriormente dado, que era contra o que foi aprovado.

    Será que por aqui não vai aconteer nada? Eu acho que vai e não é só num caso..!

    ” O antigo presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz, José Alberto Gonçalves, foi condenado, esta tarde, no Funchal, a três anos de prisão (pena suspensa) pelo crime de prevaricação. A pena é suspensa com a condição do arguido pagar 15 mil euros a três instituições de solidariedade social: Associação de Surdos, o Centro da Mãe e a Associação de Autismo da Madeira.

    No julgamento que decorreu na Instância Central da Comarca da Madeira estava em causa a aprovação de uma obra da empresa ‘Catanho Investments’ no sítio da Ribeira dos Pretetes, numa zona considerada agroflorestal, de floresta e de floresta exótica.

    José Alberto Gonçalves era acusado de decidir de forma contrária aos pareceres técnicos e jurídicos da Câmara de Santa Cruz, que concluíam que a obra não tinha condições para ser licenciada e violava as prescrições do PDM em vigor.

    O caso surgiu na sequência de uma denúncia feita pelo actual presidente da autarquia, Filipe Sousa, eleito pelo Juntos Pelo Povo (JPP), que concluiu haver indícios de crime na aprovação da obra numa zona considerada agroflorestal, de floresta e de floresta exótica. O antigo presidente da Câmara respondia por quatro questões: aprovação de telas finais de um projecto que, devido a alterações, precisava de um novo projecto arquitectónico; licença de cobertura do armazém; licença de construção e licença de utilização. O Ministério Público entendeu que a empresa aumentou em mais 600 metros quadrados o projecto sem estar habilitada para isso e que os despachos favoráveis do presidente da Câmara não podiam ser dados por violarem o Plano Director Municipal, considerando ter havido favorecimento ao promotor.

    O julgamento teve início a 2 de Novembro passado, com audiências no Tribunal de Santa Cruz e na Instância Central da Comarca da Madeira (Edifício 2000″

  • Gente Séria

    É só gente séria:

    Autarca do PS tem que devolver à Câmara 332 mil euros que desviou para proveito próprio.

    O município, no orçamento extraordinário para 2017, já está a contar o dinheiro que antigo vice-presidente desviou para proveito próprio. A alternativa, diz o Tribunal, é cumprir cinco anos de prisão.

    O Tribunal da Relação de Évora negou provimento ao recurso apresentado pelo antigo vice-presidente da câmara de Monchique, António Mira, confirmando “integralmente” o acórdão condenatório, proferida pelo Tribunal de Portimão, em Maio do ano passado. O antigo autarca, aposentado, vai ter de optar: devolver à câmara uma verba de mais de 332 mil euros acrescida de juros, ou cumpre cinco anos de prisão. Em causa estão sete crimes de peculato e quatro de falsificação de documentos.

    O antigo autarca, eleito na lista do PS, enquanto responsável pelo pelouro financeiro do município nos anos de 2001 a 2009, “apropriou-se de 332.744,94 euros pertencentes ao município de Monchique, pretendendo com isso obter para si benefício económico, que alcançou e que sabia não ter direito”. Por causa disso, foi condenado a três anos de prisão por cada um dos sete crimes de peculato e um ano de prisão por cada um dos quatro crimes de peculato. Em cúmulo jurídico, ficou com uma pena única de cinco anos de prisão, acompanhada de uma multa de seis mil euros. Segundo o acórdão, a pena de prisão ficou suspensa sob a condição de ser devolvida à autarquia a verba de 332 mil euros, acrescidos de juros de mora, num prazo de quatro anos. Questionado pelo PÚBLICO sobre se devolvia ou dinheiro ou ia para a prisão, o ex-autarca, afirmou: “Não posso responder, porque não tenho conhecimento da decisão do tribunal [de Évora]”.

    O presidente da câmara, Rui André, PSD, comentou: “Estou a contar com esse dinheiro, mais de meio milhão de euros, para concretizar os projectos que temos em mão, nos próximos anos”. Por conseguinte, adiantou, “no orçamento extraordinário para 2017, já se conta com esse montante”. A razão pela qual a câmara se constituiu assistente no processo, disse, “foi para poder ser ressarcida.” Para nós, essa é a questão essencial”, adiantou.

    Durante a audiência, o arguido chegou a admitir ter falsificado documentos que permitiram obter o pagamento duplicado de facturas pelo município. Porém, negou que o dinheiro se destinava a proveito próprio. As centenas de milhares de euros, alegou, destinavam-se ao pagamento de horas extraordinárias e férias, para pagar a alguns funcionários, após os incêndios de 2003 e 2004. A incoerência do arguido foi tal, considerou o tribunal, que não apresentou “sequer uma lista dos funcionários a quem fazia estes pagamentos”. Nas contas bancárias do ex-autarca e da ex-mulher, foram detectados depósitos diversos em numerário, no valor de 373.371 euros, não declarados em sede de IRS.

  • António Lopes

    Afinal,enganei-me. Tudo está resolvido. O Senhor Primeiro Ministro já está cá Veio cá dormir para não chegar atrasado. Logo de manhazinha vai anunciar a construção do IC6 , exigência do nosso Presidente para se recandidatar. Logo a seguir sai o anúncio da candidatura. Tudo para o dia de hoje…

    • engenheiro agrônomo.

      Sim, parece que é tudo oficializado após o Benfica vs Porto.

  • Petição Já

    Vamos todos pedir, muito, ao Senhor Presidente José Carlos Alexandrino para fazer o favor de se candidatar. Nós estamos muito revoltados com o Senhor Primeiro Ministro. Ele não nos pode fazer estas três maldades. Não vêm. Não manda fazer o IC6. Vamos perder o nosso querido presidente. Não. Não pode ser. Como vamos sobreviver com esta perda irreparável?
    Oliveirenses: Vamos todos fazer um grande abaixo assinado a pedir ao Senhor Presidente que não nos deixe órfãos. Só de pensar que o vamos perder vêem-me logo as lágrimas aos olhos.
    Depois, quem nos faz as maiores festas? Como vamos estar sempre na televisão? Para onde vai a maior feira do queijo? E a grande feira Internacional EXPO H quem a vai fazer?
    Eles falam, falam, mas não pesam nestes grandes eventos do nosso desenvolvimento.

    Outra coisa que me preocupa muito para onde vão aqueles pobrezinhos que andam à volta do Senhor Presidente? Onde é que eles vão arranjar um empreguinho..?

    Senhor Presidente tem que pensar nisto tudo. Anuncie lá a candidatura para a gente ficar descansados.

  • Espera Sentado

    Lá Vem Eleee !!!!!! Olha, Olha, não é o Costa..? É .O Alexandrino ameaçou que não era candidato se o Costa não viesse anunciar o IC6, o Costa veio logo. Não quer perder esta “pérola”… E como prova que é para fazer, veio de booldozer.., Não estás a ver? Era para chegar no dia 30, mas como aquilo anda pouco, chegou agora..Hehehehe

    • Eu é que sei

      O Sr está enganado.
      O Costa veio logo a correr após a ameaça do Alexandrino.
      Para dar o tal sinal claro e evidente, foram direitos ao local, e andam lá desde então.
      O Costa com a ajuda do Campos e ao Nunes, andam com roçadoras a cortar o mato e a carregarem para a BLC3 para fazerem petróleo. O Paulo e o Lino andam a marcar o traçado, o Lino aponta as estacas e o Paulo enterra-as à marretada. O Alexandrino anda só a deitar o vinho, às vezes vem comprar umas mimis.
      Sinais mais claros do que estes, não há.
      Quando chegarem com os trabalhos a Oliveira, o Alexandrino anuncia a sua candidatura.
      Estejam descansados.

  • Je suis IC6
  • Cartilha Vigaristal

    Como é que um partido com gente desta, se apresenta a eleições? Vai desde o Primeiro Ministro às juntas de Freguesia…Acho que também têm cartilha…

    Vasques Branco, que entre os anos de 2007 e 2013 foi presidente da Junta de Freguesia de Riba de Mouro, em Monção, foi acusado de crimes de peculato por durante oito anos ter falsificado documentos com os quais desviou cerca de 600 mil euros – quantia que depois guardou em 215 contas bancárias espalhadas por seis instituições de crédito.

    Numa investigação da Polícia Judiciária de Braga, o Gabinete de Recuperação de Ativos arrestou agora, numa operação de Limpeza de Vantagens, cinco casas ao ex-edil do PS, no valor de 100 mil euros.

    Em causa estão obras, serviços de limpeza e de segurança que nunca existiram e que permitiram que o arguido, que também é advogado, obtivesse benefícios ilicitamente. Vasques Branco espera a marcação de julgamento.