José Vasco de Campos promete reconhecimento ao setor das confeções (com vídeo)

O candidato do CDS-PP confessou-se ontem impressionado com a importância que o setor das confeções tem tido no desenvolvimento concelho. José Vasco de Campos fala de um setor “estratégico” que conquista mercado mundial e merece reconhecimento a nível local.

É de “orgulho” que se trata. José Vasco de Campos não poderia ter ficado mais satisfeito, depois da visita que teve oportunidade de fazer a duas das várias empresas de confeções, Azuribérica e Davion, e que contrariamente ao que alguns pressagiaram no passado – “que o setor estava morto e enterrado”, frisou – dão sinais de “grande pujança”.

Em causa estão empresas que “estão a funcionar bem” e que permitem concluir que o setor chega a dar emprego a mais de mil oliveirenses, contribuindo por isso para a fixação das famílias, já que “90 a 95 por cento são mulheres”. Uma constatação que leva o candidato do CDS-PP a reconhecer a “importância estratégica” que o setor tem tido na “fixação de população e desenvolvimento do concelho”.

A orgulhar José Vasco de Campos está também o facto de, nas unidades oliveirenses, se confecionar “roupa de topo para as melhores marcas a nível mundial”.

Motivos mais do que suficientes para José Vasco de Campos se comprometer a um reconhecimento público ao setor. “Connosco no executivo, o setor vai ter o apoio e reconhecimento que merece e que não tem tido por parte dos executivos ao longos dos últimos 20 anos”.

Na mente de José Vasco de Campos está a união de empresários por via de uma “associação empresarial”, com o objetivo de pôr os empresários a “falar a uma única voz”, para que haja visão conjunta nas questões de internacionalização e cooperação na divulgação da “marca de Oliveira do Hospital”.

Conhecedor das preocupações manifestadas pelos empresários, José Vasco de Campos defende ainda uma “solução integrada” para a recolha e tratamento dos sobrantes das unidades de confeções, bem como a adaptação dos cursos profissionais que são ministrados no concelho às necessidades do setor. “Ser costureira não é nenhuma desonra”, entende o candidato centrista à Câmara que perspetiva ainda um “reconhecimento social” àquela classe operária. “Propomos que se faça uma homenagem às costureiras que têm tido papel fundamental no desenvolvimento do concelho nos últimos 50 anos”, defendeu José Vasco de Campos.

Em causa está uma postura que, no entender do candidato do CDS-PP à Assembleia Municipal, diferencia a candidatura centrista das restantes candidaturas que a esta altura se preocupam em falar de “pernas jeitosas e mini saias” e de “falta de democracia”. A comungar das considerações do candidato à Câmara, Luís Lagos voltou ao tema dos AtivoSociais não para criticar, mas para notar que a preocupação da candidatura do CDS-PP é antes de “criar empresas e evitar o desemprego”. Com esse objetivo, o também jovem empresário defendeu a criação de um programa que apoie as empresas e que, por exemplo, possa subsidiar a contratação suportando “parte da Taxa Social Única”. “Será mais barato do que qualquer relvado sintético e tiraríamos daí mais proveito do que de uma relva sintética que é colocada no chão”, considerou o candidato à Assembleia, lamentando que por via do programa que tem em vigor, “a Câmara queira fazer concorrência às e

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