Imagem vazia padrãoPelas suas dimensões, a antena com 30 metros de altura não deixa indiferente os residentes e todos aqueles que passam pela Avenida Dr. Carlos Campos, em pleno centro da cidade de Oliveira do Hospital, junto ao posto da GNR local.

MAI coloca antena com 30 metros no centro da cidade

Mas, a garantia dada ao diário on-line do Correio da Beira Serra é de que o impacto é apenas a nível visual, uma vez que não representa qualquer perigo para a saúde pública. À semelhança do que já aconteceu nos concelhos de Tábua e Arganil, a antena faz parte do Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP) em marcha em território nacional, sob acção do Ministério da Administração Interna (MAI).

Ao diário on-line do CBS, o sargento mor Martins do Destacamento Territorial da GNR da Lousã explicou que o novo equipamento “tem por objectivo melhorar os sistemas de comunicação das forças de segurança nacionais”. Consciente da “confusão” existente na área das comunicações entre GNR, bombeiros, protecção civil e outras forças de segurança, o sargento mor Martins considera que o novo sistema irá “pôr fim nessa bagunça”.

Assegurou que não se trata de nenhuma antena com fins comerciais, como é caso das comunicações móveis privadas. “As pessoas podem estar descansadas, porque não o fizemos sem autorização da Câmara Municipal”, acrescentou, notando que “não é possível ter comunicações sem antenas”.

Concordou com o facto de a antena ser “inestética” quando está em causa o centro da cidade, mas sublinhou que o material usado foi pensado no sentido de “minimizar o impacto visual”. Os trabalhos estão decorrer desde ontem e estão já a ser realizados testes.

De acordo com o sargento mor Martins, até ao final deste ano, a região Centro deverá ficar servida ao nível deste tipo de equipamento. Espera-se que no final de 2008, os trabalhos fiquem concluídos a nível nacional. Para além da colocação de antenas, as forças de seguranças deverão ser também apetrechadas com novos sistemas de rádio de forma faseada.

 “Na área de Lisboa já estão a funcionar e a certeza é de que os benefícios são visivelmente maiores do que os prejuízos”, concluiu.

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