Maria José Falcão Brito tomou posse e repudiou tentativa de politização das eleições da Arcial

Maria José Falcão Brito tomou posse e repudiou tentativa de politização das eleições da Arcial

A equipa liderada por Maria José Falcão Brito tomou hoje posse da direcção da Associação para a Recuperação de Crianças Inadaptadas de Oliveira do Hospital (ARCIAL) e garantiu que o seu grande objectivo é continuar a honrar o caminho trilhado pelos seus antecessores. “Quero dar continuidade a um trabalho brilhante e aproveitar todas as oportunidades para levar esta casa mais longe”, explicou, num discurso em que fez questão de frisar que era democrata cristã e que a sua eleição para este cargo nada teve a ver com política. Maria José Falcão Brito, em declarações ao CBS, disse repudiar totalmente a ideia que tentaram fazer passar de que aquele acto eleitoral teria sido entre facções políticas.

“Na minha intervenção fiz questão de lembrar que sou democrata cristã, precisamente para que não se pense que cauciono aquela ideia que se tentou passar. Não é a minha maneira de ser. Esta instituição não se compadece com essa ideia que se tentou fazer passar. Aqui não há política. Há muitas cores”, explicou ao CBS, frisando que repudia a ideia e quem tentou passar a ideia de que a sua vitória teria sido uma vitória de uma facção política contra outra.

“Faço isto independentemente da minha filiação partidária. Quando uma instituição destas for politizada, algo vai muito mal”, sublinhou, adiantando que trabalha na EPTOLIVA e que não se irá encontrar a tempo inteiro na (ARCIAL). Mas virei cá com a regularidade necessária e estarei sempre disponível”, frisou.

Na plateia, encontrava-se a totalidade do executivo municipal, com José Carlos Alexandrino na mesa de honra. Quem marcou presença foi também a directora da Direcção Regional de Educação do Centro e candidata derrotada na corrida à Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, Cristina Oliveira, a que se juntou ainda o comandante dos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Hospital, Emídio Camacho, bem como o candidato derrotado João Esteves que foi muito elogiado por elementos da direcção cessante.

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  • Erasmo de Roterdão

    Só mentes com muito má consciência podiam ter feito das eleições numa instituição desta natureza, um acto de disputa política. Mas é público que,quem o não devia ter feito, andou por aí a apelar ao voto, “para derrotar Mário Alves”..! O medo de perderem o emprego cómodo e melhor remunerado aterroriza-os.Tudo lhes serve para conseguir o objectivo… Parabéns à Drª.Maria José Falcão de Brito por marcar a sua posição. Regista-se…

    • Afonsino

      Com a devida atenção e respeito …pela instituição, aqui referida,
      prezado “Erasmo”:
      – Podereis vós, na vossa “Magnitude Humanista” , questionar assuntos sobre pessoas?
      -Podereis vós, na vossa assumida qualidade de defensor – ou “Regedor” ?- do “Humanismo”, questionar os “objectivos políticos” do que quer que seja, ou de quem quer que seja?
      – Ainda mais: se , no “Pequeno Reino de Oliveira do Hospital”, a “proa”, o “bombordo” – bem sei que não sabe, nem demonstra, nada, nos seus estudos e obra , sobre navegação….(apesar das boas coisas que, ao seu tempo, escreveu sobre os Portugueses) – estão dependentes, há quantos anos, não da integridade, no bem querer, na boa formação, no respeito pela “coisa pública”…mas sim pelo “cartão”… no “tratar da vidinha”…e na “cagança” semi-feudal, “Homens-bons/ Homens-maus”..” escravos”, com o desclero à mistura, na fundada “mistificação” sobre tudo quanto é obra, ou desígnio, dos bem intencionados?
      – Por que razão, alguém, passados tantos anos sobre o impacto da sua obra, ainda questiona, arrazoa e dispende argumentos como “o dos interesses políticos”?
      Não querendo incomodar a sua secular sabedoria, prezado “Erasmos”, convém – perdoe-me – lembrar-lhe que eu, como outros “loucos”, e apesar da “Charlie”, ainda não tenho a liberdade de escrever tudo aquilo que, sobre este assunto, a minha consciência – recorda-se desse impulso que deu, ao seu tempo, às mentalidades? – seriamente, aqui , sobre tal assunto, deveria deixar.
      Registe,pois, lá nas suas notas, a anotação devida:
      – Política?
      Não. Cartões, carreirismo, oportunismo, como quem diz, “Anda tudo ao mesmo”.
      Há 40 anos…e, seguindo a natureza evolucionista das “espécies sociais”, repare, se o seu olhar, a tal tempo, se estende, que, apesar dos pais, são sempre ” piores” que eles….

      • Guerra Junqueiro

        Caro Afonsino;

        Compreendo o seu saudosismo assim como a demonstrada falta de confiança no futuro, é natural e lógica, no entanto alguém tem que mostrar a esta gente, que o “sebastianismo” que venderam, não cumpre nem vai fazer cumprir Oliveira do Hospital.

        Cumprimentos
        Guerra Junqueiro

        • Afonsino

          Já agora, prezado “despoeta”:
          – Nada de saudosismo;
          -Nada de conformismo.
          Apenas recordar “aquelas simples leis ” do arrivismo: passar de uma para outra – com passes de mágica, como quem tira coelhos da cartola, como quem tira socratinos da panela, e sampainamente vai vender democracias para a américa do sul, como quem se escavaca para arranjar um lugar ao “sol” para quem se fartou de “soar…es..e quejandos, com enormes perdões fiscais e políticos, como cavaleiros da ordem “dos fugitivos” para refugiados ou para marionetas da UE..- nem que, para isso, se tenha que vender a própria mãe – aqui, refiro pátria! –
          É só vê-los: de cima abaixo, de baixo acima…
          Metafroricamente, a democracia vigente – enviesada -é isto…
          Aguentemo-nos, pois.
          A História – para quem está, minimamente, preparado para isso – já fornece nos fornece esta “democrática postura ” desde os tempos da fundação do condado e reino portucalense…na crise de 1383/85, nos finais de 1578….1640…na regeneração do séc XIX, na revolução de 1910, na de 1926….e, até, na dos cravos.

          Este actual quadro, de original, nada:
          Apenas pior.
          Já lá dizia o poeta:
          “_ Para uns, trata-se da Vida!;
          – Para outros, apenas tratar da vidinha.
          Cumprimentos.

          • Guerra Junqueiro

            Caro Afonsino;

            Está ou não disponível para passar das palavras aos actos?

            Cumprimentos
            Guerra Junqueiro

          • Afonsino

            Caro “despoeta”
            Percebo , muito bem, a leitura que fez..e as recomendações que aconselha…
            Convenhamos que, desde o seu início de proposta,, a da minha disponibilidade…para qualquer coisa… aceitará, como bom cidadão que creio que será, que isso, apenas, depende de mim….do mesmo modo que as suas, só de si, dependem.
            Depois, como sabe, não é de “bom tom” tentar adivinhações, nestes domínios, especulações, falsos juízos de intenção, ou de pessoas….
            Como deve calcular, prezado “despoeta”, desde o momento em que cada um de nós nasce – “mesmo sem para tal ter sido chamado”! – passamos, mesmo inconscientemente, a nossa vida a agir…mal, ou bem.
            E , acredite ou não, posso dizer-lhe que , apesar dos meus erros, continuo, como sempre, a agir: sobrevivendo.
            Quanto ao desafio:
            – Recordo-lhe, apenas, como lição de muitos anos de “jogo”, que “estou farto de campeões a jogar em casa”.
            Vale o que vale.
            Mas, para mim, vale muito.
            Jamais, por questões de cidadania, considere que alguém está “fora de jogo”:
            – Fica a “futebolística” impressão de que joga, arbitra, e, consequentemente, o resultado é sempre a seu favor…
            Como sabe, a “acção começa, logo, ao sair da porta…e, muitas vezes, me esqueço de a fechar.
            Cumprimentos – de quem, jamais, se considerará, acredite , “um vencido da vida”.

          • Guerra Junqueiro

            Caro Afonsino;

            O caminho faz-se caminhando, ou melhor o caminho, só é caminho depois de caminhado. Faça o seu ao ritmo que bem entender e da maneira que por bem achar.
            Quero que saiba que nunca pela minha cabeça passou a ideia de que era um vencido da vida, antes pelo contrário, acho que é um guerreiro. Palavra de despoeta.

            Cumprimentos
            Guerra Junqueiro

  • Atento

    “Esta instituição não se compadece com essa ideia que se tentou fazer passar. Aqui não há política. Há muitas cores” diz a novel sra presidente. Mais à frente, ” Na plateia, encontrava-se a totalidade do executivo municipal, com José Carlos Alexandrino na mesa de honra”. Politica, no meio disto tudo?! Não, é impressão das mentes levianas que pululam pelo concelho de OH. Estou curioso para ver as “noticias” da FC e da CTV.

    • Erasmo de Roterdão

      Para variar…”loas e hossanas”…

  • Guerra Junqueiro

    Fez muito bem a Drª Maria Brito afirmando que as candidaturas à presidência de tão nobre instituição não podem ter cariz politico.
    Como Democrata Cristã assumida, reze afincadamente para que tais forças não usem nem abusem quer de si, quer da instituição.
    Desejo à Direcção um mandato de sucesso, que tudo de bom traga à ARCIAL.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

    • JPCRUZ

      vai ser muito difícil porque temos que contar também que os membros são da força pesada do PS por isso…

  • Faroleiro

    Senhor Atento, está tudo dito. Uns tentaram politizar… outros conseguiram…