Mário Alves recandidata-se pela política da “verdade”

“Estou aqui, porque ao longo de 16 anos, dediquei uma grande parte da minha vida ao bem comum e a servir as pessoas”, começou por referir o candidato pelo PSD à Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, perante uma plateia que deixou, ao final da tarde de hoje, o quarto andar do hotel São Paulo completamente lotado.

Sob o lema “Mais! Pelo concelho” e contando com a presença de grandes vultos da social-democracia, como o ex-presidente e o actual líder da distrital do partido, Jaime Soares e Pedro Machado e o vice-presidente da Comissão Política Nacional, Paulo Mota Pinto, o ainda autarca de Oliveira do Hospital – contou também com a presença da maioria dos presidentes de Junta de Freguesia eleitos pelo PSD nas últimas eleições, com excepção de Aldeia das Dez e Seixo da Beira – pegou no exemplo do vídeo com que iniciou a sessão para afirmar que “a obra está à vista”.

“Todos podem, em qualquer local, verificar que a obra está feita, não é fictícia, não é virtual, é uma obra real”, sublinhou Mário Alves, dizendo que prefere “a política do acto, à política da palavra”.

 

 

“Estou aqui tranquilo porque nunca enganei os oliveirenses”, sustentou Mário Alves, garantindo que sempre fez “questão de dizer a verdade às gentes de Oliveira do Hospital” e de fazer o prometido.

“Um homem distingue-se por isso, pela capacidade de realizar obra”, acrescentou, fazendo também questão de frisar que “não há nenhum fornecedor, nem empreiteiro a pedir dinheiro à porta da câmara”.

Numa altura em que Mário Alves foi o terceiro a entrar na corrida pela presidência de Câmara – lugar que ocupa há dois mandatos consecutivos – o candidato aproveitou para alertar os oliveirenses – “são a maior riqueza do concelho”, disse – para o aparecimento de “mecenas” que, até 11 de Outubro, “vão acenar com promessas disto e daquilo e com projectos muito bonitos” que pecam por “falta de sustentabilidade”.

“Até 11 de Outubro vão ouvir muita coisa, mas eu prefiro perder muita coisa do que a minha honra, carácter e honestidade”, vincou, convidando os presentes a informarem os “concidadãos daquilo que é verdade, porque eles vão ser fustigados com muita mentira nos próximos tempos”.

Decidido a “não ceder a qualquer interesse que não seja o interesse público”, Mário Alves colocou a manutenção do SAP em funcionamento 24 horas por dia e do Tribunal no topo das suas prioridades.

Sobre Educação, voltou a pedir meças a outros municípios e, referiu-se à Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital, para frisar que a autarquia tem pela frente a “grande luta” de sensibilizar o Governo para a necessidade de novas instalações. “A Câmara já fez mais do que aquilo que lhe competia”, referiu, recordando que o município já comprou um terreno e o colocou à disposição do Ministério da Ciência e Ensino Superior.

 Na presença do presidente da Câmara Municipal de Arganil, Ricardo Alves, o candidato referiu ainda a importância do trabalho que deve ser realizado entre municípios e, destacou o empenho do município a que ainda preside nessa área, dando o exemplo da criação da Agência de Desenvolvimento Integrado de Tábua e Oliveira do Hospital, à qual também deverá aderir o vizinho município de Arganil. “Já percebemos que sozinhos, a olhar para o próprio umbigo, damos dois passos e ficamos por aqui”, referiu.

A área social foi também destacada por Alves como uma prioridade num futuro mandato. “Temos problemas sociais e, temos que ter políticas articuladas com o governo para intervenção social”, sublinhou.

No domínio das obras públicas, o candidato colocou a ênfase na conclusão da obra da biblioteca municipal e na adaptação do antigo colégio Brás Garcia de Mascarenhas na Casa do Queijo.

A par de Alves, hoje, foi também formalizada a candidatura de António Madeira Dias à presidência da Assembleia Municipal. O director clínico do hospital da Fundação Aurélio Amaro Diniz disse entrar na corrida “não contra algo ou alguém”, mas “em favor do projecto e sobretudo do concelho”. “Não sou político e não tenho pretensões a tal”, clarificou.

“Mário Alves é daqueles para quem, na política ou fora dela, mais vale partir do que vergar”

Na ausência de qualquer elemento da Comissão Política de Secção do PSD de Oliveira do Hospital, coube ao líder da distrital apresentar o candidato pelo partido à autarquia local.

“Mário Alves é do meu ponto de vista um daqueles que tem o perfil de autarca da estirpe social-democrata”, começou por referir Pedro Machado, que elogiando a frontalidade do ainda presidente da Câmara, disse que “Mário Alves é daqueles para quem, na política e fora dela, mais vale partir do que vergar”.

Reconhecendo-lhe obra feita, o responsável distrital pelo partido disse não ter dúvidas de que “Mário Alves contribui para o prestígio de Oliveira do Hospital”, elogiando ao mesmo tempo a capacidade de Alves juntar em seu redor “equipas de prestígio e homens de trabalho”. “Que podem mais esperar os oliveirenses, do que juntarem-se a ele e fazerem de Mário Alves o presidente da Câmara de Oliveira do Hospital”, rematou.

Pertenceu contudo a Jaime Soares a intervenção mais enérgica. Na abertura dos discursos, o ex-líder da distrital enumerou as qualidades de Alves, de quem se confessou “invejoso” e criticou “algumas vozes da desgraça” que se têm insurgido contra o candidato. “Seria uma tremenda injustiça se Mário Alves não fosse eleito”, notou.

Também o vice-presidente da Comissão Política Nacional do PSD não poupou os elogios ao candidato a quem reconheceu dinâmica, seriedade e frontalidade. “A qualidade do professor Mário Alves está à vista. Com a reeleição ganharão os oliveirenses e o distrito de Coimbra em geral”, concluiu.

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