Mau tempo deixou rasto de destruição em Oliveira do Hospital

Casas, muros e algumas viaturas danificadas é o resultado do mau tempo que na tarde e inicio de noite de 24 de dezembro se fez sentir em Oliveira do Hospital. Travanca, Lagos, Lajeosa e Ervedal foram as localidades mais afetadas pelo ventos fortes que provocaram a queda de algumas dezenas de árvores.

Oliveira do Hospital não escapou ao mau tempo que, em plena quadra natalícia, causou estragos um pouco por todo o país. Por cá, os ventos fortes provocaram a queda de várias árvores – entre 30 a 40 – algumas de grande porte, que causaram estragos em habitações, muros e algumas viaturas.

De acordo com José Carlos Marques, comandante operacional municipal, as zonas centro e norte do concelho foram as mais afetadas pelo mau tempo, tendo ali incidido a maior atenção dos bombeiros e proteção civil na remoção de árvores da via pública. “As freguesias de Travanca de Lagos e Ervedal da Beira e a União de Lagos e Lajeosa foram as mais afetadas”, referiu José Carlos Marques ao correiodabeiraserra.com, notando que ao contrário do que se temia, as zonas do Vale do Alva e Alvôco acabaram por ser poupadas à força do vento, não havendo notícias de grandes danos causados pelo mau tempo.

Desde o meio da tarde até ao início da noite da consoada, José Carlos Marques dá conta de horas de muito trabalho para bombeiros e equipa municipal da proteção civil. “Foi um autêntico corropio”, refere ao correiodabeiraserra.com, aludindo de igual modo aos trabalhos tidos na desobstrução de sarjetas junto à rotunda de acesso ao centro de saúde, zona que esteve durante algum tempo inundada.

Pese embora os danos materiais provocados pelos ventos e chuvas fortes que levaram pelos ares parte da cobertura do pavilhão da escola secundária de Oliveira do Hospital e derrubaram a recém construída árvore de Natal ecológica, em Travanca de Lagos, José Carlos Marques não tem registo de danos físicos provocados pela intempérie.

Dada a previsão de agravamento do estado do tempo para a noite da passagem de ano, proteção civil e bombeiros mantêm-se a postos para eventuais pedidos de auxílio. “Está tudo preparado, com equipamentos em prontidão, para que em qualquer momentos possamos auxiliar numa situação de socorro”, assegura o responsável máximo pela proteção civil municipal.

Foto: Tiago Cerveira/ Centro TV

LEIA TAMBÉM

Incêndios causaram mais de 10 milhões de euros de prejuízos em Seia

Os prejuízos financeiros causados pelos incêndios dos dias 15, 16 e 17 de Outubro no …

idosos

Idoso desaparecido em Trancoso

Os Bombeiros e a GNR estão a procurar um homem de 90 anos que foi …