O presidente reeleito do PSD, José Carlos Mendes, afirmou há instantes ao correiodabeiraserra.com que a demissão de Luís Filipe Menezes não poderá ter implicações na sua anunciada candidatura à presidência da Câmara de Oliveira do Hospital, nas eleições autárquicas de 2009.

Mendes afirma que demissão de Menezes não pode ter implicações na sua candidatura às autárquicas

Imagem vazia padrãoMendes, que sempre afirmou ter garantias por parte do secretário-geral do partido, Ribau Esteves, e do próprio Filipe Menezes, de que competiria à comissão política de secção (CPS) do PSD, eleita na noite de 12 de Abril, conduzir o processo da escolha do candidato, admite que a demissão de Menezes poderá vir a atrasar algumas diligências que a CPS se preparava para encetar, mas é peremptório ao insistir na sua recandidatura.

“O caminho que traçámos foi aquele que foi apresentado aos militantes e não há melhor assembleia para definir quem é o melhor candidato do que as eleições do PSD” que foram participadas por mais de mil eleitores e “nos deram a vitória”. Independentemente de quem venha a ser o próximo presidente do PSD nacional – as eleições estão marcadas para 31 de Maio –, o líder social-democrata foi taxativo: “iremos defender o nosso projecto com a legitimidade que temos para o fazer, até porque o que está em causa é principalmente a questão do desenvolvimento do concelho de Oliveira do Hospital.”

“É luta sobre luta. Parece que não nos deixam em paz”, afirmou ainda, naquele contexto – e em tom algo irónico –, o candidato que venceu os dois últimos actos eleitorais do PSD. Sobre a demissão de Menezes, José Carlos Mendes disse entendê-la porque, na sua óptica, o presidente do partido “estava a ser atacado de vários lados, pelo que foi a forma que ele encontrou para clarificar a situação. Vamos ver quem é que agora se vai apresentar como candidato”, referiu.

Instado por este diário digital sobre a possibilidade de a comissão política poder vir a participar numa “vaga de fundo” que catapulte novamente Menezes para a corrida à liderança do partido, Mendes não deixou de invocar a “relação estreita” que a CPS mantinha com o presidente do PSD, mas também não se comprometeu com qualquer cenário. “Tudo pode acontecer. Ainda não analisámos a situação na comissão política, mas em tempo oportuno tomaremos uma posição”, sublinhou.

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