Meruge: Brito quer prestar declarações sobre queixa que só conhece pelos jornais

Por verificar que “volvido mais de um mês”, a Junta de Freguesia de Meruge continua sem apresentar em Tribunal a anunciada queixa por “calúnia e difamação” contra a sua pessoa, Fernando Brito requereu, no passado dia 29 de Maio, ao Ministério Público o “impulso processual” para poder prestar “as declarações tidas por convenientes”.

Em nota de imprensa enviada ao correiodabeiraserra.com, Fernando Brito dá conta da sua vontade de “se apurar a verdade”, indo ao mesmo tempo ao encontro da decisão tomada pelos membros da freguesia de Meruge, para que todos possam assumir as “responsabilidades e em todas as vertentes”.

Na base do caso, que envolve o advogado oliveirense e a Junta de Freguesia de Meruge, está a denúncia efectuada por Brito de alegadas perseguições cometidas pelo presidente João Abreu à família do advogado e, supostas ilegalidades na construção do novo edifício da Liga de Amigos da localidade.

A denúncia em conferência de imprensa, realizada no passado dia 24 de Abril, valeu a reacção do autarca de Meruge que, rejeitando as acusações de Fernando Brito anunciou a intenção, de a Junta a que preside apresentar queixa em tribunal por “calúnia e difamação”.

“Terá de provar, quando e em que circunstâncias o presidente da Junta procedeu às perseguições (…) com a proibição de utilização do polidesportivo”, avisou João Abreu em comunicado reproduzido pela comunicação social – o correiodabeiraserra.com não foi contemplado com o documento – logo no início do mês de Maio.

Verificando que “o abuso foi longe de mais”, o executivo de João Abreu dizia não aceitar as acusações de supostas perseguições, chegando a até a adiantar que, por parte da família do advogado é que se verificava “uma situação de abuso e desrespeito” pela propriedade pertença da freguesia, a que a Junta decidiu pôr fim.

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