Município avança com Plataforma de Atendimento Social e distribui fruta pelas escolas

Oliveira do Hospital vai dispor de uma plataforma de atendimento único vocacionada para os casos sociais. A informação foi avançada, ontem, pelo vice-presidente da autarquia que também explicou que a nova estrutura vai funcionar numa relação directa com as restantes respostas sociais, que integram a Rede Social concelhia.

De acordo com José Francisco Rolo, a nova estrutura vai acolher toda a informação colhida pelo grupo de técnicos sociais que operam no terreno, impedindo a duplicação de respostas em cada um dos casos sociais.

Entre os mecanismos que se encontram ao serviço do município para a detecção e resolução de casos de índole social, o vice-presidente da autarquia localizou também o Grupo de Inserção Profissional e o Contrato Local de Desenvolvimento Social – a entendida executora é a Associação para o Desenvolvimento Social e Cultural do Vale do Cobral – que se encontram em funcionamento nas antigas instalações da delegação do IEFP de Oliveira do Hospital.

“São projectos de apoio social e de procura de emprego”, especificou José Francisco Rolo, sublinhando que ambos disponibilizam “apoio técnico para a criação do próprio emprego”.

Fruta escolar chega a 833 alunos

A Câmara Municipal de Oliveira do Hospital viu aprovada a candidatura ao programa europeu de distribuição de fruta, pelas escolas do 1º Ciclo de Ensino Básico, e prepara-se para pôr a medida em prática.

O programa de Fruta Escolar – não substitui o fornecimento de lei escolar – vai beneficiar 833 alunos do concelho, aos quais vai ser entregue uma peça de fruta à quarta e à sexta-feira.

De acordo com a vereadora da Educação, Graça Silva, o município já está preparado para iniciar o programa, sendo que o fornecimento de fruta está a cargo da Cooperativa Agrícola de Mangualde, que garante a entrega de fruta 50 por cento biológica, tal como recomenda o programa Europeu.

O anúncio é que voltou a não cair bem junto do vereador Mário Alves, por verificar que a vereadora não fez alusão ao “custo estimado” e que não foi tido em conta a sua recomendação de o município poder assegurar a distribuição de fruta nos restantes três dias.

Depois de Graça Silva ter explicado que o programa não acarreta custos para o município, a observação do vereador do PSD valeu também a intervenção do presidente da Câmara, que explicou que a aplicação do programa “é uma experiência” que carece de um balanço no final do ano lectivo. “A sua sugestão foi até considerada, mas para já não”, referiu Alexandrino.

“Se eu fosse presidente da Câmara tinha outra opção”, rematou Mário Alves.

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