Município de Góis interpôs providência cautelar contra fecho da escola básica Ponte do Sótão

Município de Góis interpôs providência cautelar contra fecho da escola básica Ponte do Sótão

O Município de Góis interpôs uma providência cautelar com o objetivo de impedir o encerramento da Escola Básica 1 da Ponte do Sótão. A presidente da Câmara Municipal de Góis, Maria de Lurdes Castanheira, reafirmou o empenho na defesa dos interesses das populações e frisou que apesar do possível resultado da providência cautelar, a luta mantém-se contra o encerramento da escola.
“A Câmara Municipal de Góis não pode aceitar tal termo, uma vez que a própria diretriz no que ao número de alunos diz respeito, está a ser cumprida. São 24 crianças, uma delas com necessidades educativas especiais”, refere um comunicado acrescentando que “as dificuldades de logística, nomeadamente ao nível do transporte, uma vez que este cenário implica a aquisição de pelo menos duas viaturas, que no panorama atual, em que já foi aprovado o Fundo de Apoio Municipal, e tendo a autarquia que reduzir, cada vez mais, as despesas, terá, necessariamente, dificuldade em suportar o investimento”.
O concelho, sublinha a missiva, é bastante disperso, o que vai igualmente, obrigar a um esforço suplementar no que diz respeito à rotina familiar. “Tal cenário poderá, mesmo colocar em causa o próprio sucesso escolar”, acrescenta o comunicado.
Os responsáveis mostram-se confiantes: “Há razões para o recurso aos tribunais ser favorável à posição defendida pela autarquia, direção do Agrupamento de Escolas, e pelos pais e encarregados de educação. Todo este processo, que dura há já cinco meses, é ambíguo, uma vez que o Plano de Actividades de Enriquecimento Curricular aprovado recentemente pela Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares do Centro contempla a escola que por despacho terá que encerrar”.
A autarquia remata considerando “falta sensatez, coerência, equilíbrio e bom entendimento” em todo este processo.

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