“O nosso objetivo é estar no próximo executivo de Oliveira do Hospital” (com vídeo)

Foi com a firme convicção de que fará parte do próximo executivo, que o candidato do CDS-PP à Câmara de Oliveira do Hospital inaugurou ontem a sua sede de candidatura. O apoio à iniciativa privada surge no topo das prioridades de José Vasco de Campos na certeza de que a “Câmara Municipal não serve para criar empregos”.

Homem da terra e não “mais um dos iluminados teóricos que de repente descobriram a natureza em que têm vivido”, José Vasco de Campos reiterou ontem os propósitos de uma candidatura que, à cabeça, “acredita na iniciativa privada e nas pessoas”, como garante de promoção do emprego e do “desejado desenvolvimento que todos ambicionamos”. “Oliveira do Hospital sempre foi uma terra de empreendedores”, observou o candidato que, tomando por base o historial de sucesso no que à iniciativa privada diz respeito no território concelhio – “gente que há mais de 100 anos criou indústrias, desenvolveu o comércio e promoveu a agricultura”, frisou – não tardou em desapreciar aquela que tem sido a prática do actual executivo municipal. Sem reservas, o candidato do CDS-PP à autarquia oliveirense referiu que “a Câmara Municipal não serve para criar empregos”. “Serve sim para apoiar, incentivar e catalisar a criação de emprego pela iniciativa privada”, considerou José Vasco Campos, garantindo ser “esta voz” que pretende “trazer para o próximo executivo”, do qual acredita fazer parte após as eleições de 29 de setembro. “É nosso objetivo aqui expresso e assumido”, reforçou o candidato centrista.

Na corrida para as eleições com o objetivo de dar o seu “contributo institucional concreto para ajudar a refazer os males do passado e do presente e preparar o futuro” num concelho onde não vive “porque calhou”, mas antes por “opção de vida”, o candidato centrista está decidido em criar melhores condições para que os seus conterrâneos “cá se fixem, cá tenham emprego e desenvolvam as suas atividades”.

Com um percurso profissional ligado à terra e à floresta, José Vasco Campos defende também o “desenvolvimento sustentado”, por via da conservação e preservação das riquezas naturais e património edificado “Criar progresso não implica estragar. Desenvolver, não implica destruir”, considerou.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAJosé Vasco Campos falava assim na inauguração da sede do CDS-PP, onde teve oportunidade de apresentar publicamente os candidatos à Assembleia Municipal (Luís Lagos) e às Juntas de Freguesia de Alvôco de Várzeas (Raquel Campos), Seixo da Beira (Fernando Alves), Nogueira do Cravo (Sandra Marques), S. Gião (Victor Guttierrez) e às Uniões de Freguesia de Oliveira do Hospital e S. Paio de Gramaços (Nuno Alves), Penalva de Alva e S. Sebastião da Feira (Duarte Lencastre), Santa Ovaia e Vila Pouca da Beira (Maria Lencastre) e Lagos da Beira e Lajeosa (Rui Tavares). “Nós não somos políticos, nem queremos viver da política. Queremos sim intervir e trabalhar pela nossa terra”, informou o candidato centrista, revelando-se grato pela confiança demonstrada pelos cabeças de lista num projeto que “traz valor acrescentado para Oliveira do Hospital”.

 

“Esta não é a candidatura de um professor”

Candidato à presidência da Assembleia Municipal, Luís Lagos não teve dificuldades em elencar os aspectos que, pela positiva, diferenciam a candidatura centrista das restantes. “Esta não é uma candidatura de um professor e só por aí já ganhamos”, referiu o jovem candidato, lembrando que até aqui aquela profissão tem estado associada a presidentes de Câmara e vereadores e que, no momento, o próprio PSD “foi buscar a chefe dos professores”. “É no mínimo exagerado e só por aí já demos um passo à frente”, observou Luís Lagos, apreciando o facto de a candidatura centrista à autarquia oliveirense nascer da “sociedade civil, com gente que faz vida no setor privado e está habituada a arriscar e a vencer”.

Satisfeito por integrar uma candidatura que não promete postos de trabalho e é composta por gente de coragem que não está à espera de emprego ou de um favor, Luís Lagos valorizou também o facto de o projeto liderado por José Vasco de Campos estar sob o “chapéu de um partido unido” e que com humildade não assume a vitória como dado adquirido. “Temos respeito pelo eleitorado”, referiu o candidato à Assembleia que, “humildemente” pediu “uma oportunidade” ao eleitorado centro direita, avisando também os adversários de que a candidatura centrista “até pode ser derrotada, mas jamais será vencida”.

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  • Erasmo de Roterdão

    Muito bem..! E contra factos não há argumentos.Entre o Eng.José Vasco Lencastre e a candidata concorrente, a escolha é óbvia..! Vejo como muito positiva a eleição do Sr.Eng.José Vasco Lencastre.

  • Erasmo de Roterdão

    Senhor Doutor Luís Lagos: A humildade democrática fica bem a toda a gente, estou de acordo e registo. Porém, é anti desportivo ir a jogo e não assumir o desejo de vitória.Bem basta que os adversários não a deixem alcançar.Também fica bem ao contendor, que se julga com mais argumentos, assumir o favoritismo..! São as regras do jogo quando ele é franco, aberto e leal..! Até agora, esses têm sido atributos da candidatura do CDS que não custa nada, reconhecer…