Com o novo modelo organizacional das regiões de turismo, recentemente aprovado pelo Governo, em conselho de ministros, o concelho de Oliveira do Hospital deverá deixar de pertencer à Serra da Estrela para passar a integrar a ainda designada Região de Turismo do Centro

Oliveira do Hospital deverá abandonar Serra da Estrela

Imagem vazia padrãoEm declarações à Lusa, o presidente da Região de Turismo da Serra da Estrela (RTSE), Jorge Patrão, mostrou-se “satisfeito” com o novo regime jurídico agora aprovado e que contempla a criação de cinco áreas regionais correspondentes às Nut´s II (Norte, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve) e “a aposta prioritária em cinco pólos de desenvolvimento turístico definidos no Plano Estratégico Nacional para o Turismo, que são a Serra da Estrela, Douro, Oeste, Alqueva e Litoral Alentejano”.

“A identidade e a autonomia da Serra da Estrela estão garantidas, referiu o presidente da RTSE, assegurando que “com este diploma, a Serra da Estrela não é destruída, mas valorizada, já que conforme o próprio sublinhou “a região terá mais área e dimensão, mais autonomia, maior capacidade de negociação com o Governo e mais financiamento”.

Actualmente composta por 13 concelhos – Trancoso, Pinhel, Almeida, Fornos de Algodres, Celorico da Beira, Guarda, Seia, Gouveia, manteigas, Belmonte, Covilhã, Penamacor e Oliveira do Hospital – com o novo modelo organizacional, a RTSE dará lugar a um novo organismo em que apesar de poder perder o município de Oliveira do Hospital ganha mais quatro concelhos: Meda, Sabugal, Figueira de Castelo Rodrigo e Fundão”.

Refira-se que na altura em que a hipótese de Oliveira do Hospital poder vir a deixar a Serra da Estrela começou a ser ventilada, os partidos políticos insurgiram-se em uníssono contra esse facto e até o próprio presidente da concelhia do PSD, José Carlos Mendes, manifestou publicamente a sua discordância.

Contactada pelo CBS, uma fonte oficial da RTSE diz que por enquanto “tudo o que se possa afirmar em relação à saída do município de Oliveira do Hospital” daquela que é considerada uma região de um dos mais importantes destinos turísticos de Portugal “é especulativo”, porque – conforme sublinha a mesma fonte – “a nova lei-quadro ainda não foi publicada em Diário da República”. Contudo – admitiu a fonte do CBS – “esse é um cenário muito provável”.

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