Oliveira online “nunca será acessível a todos os cidadãos”

… no mês passado, no território concelhio, tem limitações. “Tínhamos consciência de que o serviço, por mais perfeito que ele seja, nunca seria acessível a todos os cidadãos”, referiu Mário Alves, garantindo que “jamais ele (o serviço) será acessível a todos dentro das habitações”.

Tomando como exemplo o seu próprio caso – “eu não tenho acesso e não estou preocupado com isso, porque tenho acesso através de outro contrato e do qual não iria prescindir”, referiu – o presidente do município admitiu que o serviço acabará por privilegiar mais uns do que outros, embora o princípio seja o mesmo para todos.

Revelando-se conhecedor de alguns aspectos da área da Física, Alves informou que pelas imediações do edifício da autarquia foi detectado um “forte campo magnético” e garantiu que também a Câmara adquiriu “uma das antenas mais potentes do mercado”. Apesar disso, Alves – “tenho conhecimento dos movimentos ondulatórios”, sustentou – disse que “o mais provável é que haja pouco acesso nas casas”.

Tratado no período antes da ordem do dia, o assunto foi levado à reunião do executivo pela vereadora socialista Maria José Freixinho, que referiu ter indicação da existência de dúvidas junto da população, relativamente, ao funcionamento do serviço.

Na última edição do boletim municipal, o serviço Oliveira Online é referenciado como um sistema que permite a captação do sinal ao ar livre e a uma distância considerável da antena transmissora, podendo encontrar algumas dificuldades no interior das habitações devido às barreiras existentes. Por este motivo, a autarquia aconselhou a montagem – da responsabilidade de cada assinante do serviço – de uma antena receptora no exterior da habitação, alinhada e em linha de vista com a antena difusora.

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