Orçamento para 2015 aprovado numa AM marcada pelo confronto entre António Lopes e o executivo da CMOH

A Assembleia Municipal (AM) de Oliveira do Hospital aprovou hoje o orçamento para 2015 no valor de 18.759.591 euros (sofreu uma redução de 1.101.853 euros) com três votos contra e uma abstenção. O presidente da autarquia defendeu o documento como sendo de sustentabilidade financeira, chegando ao ponto de afirmar que prefere não fazer “obra física, mas deixar a autarquia com equilíbrio financeiro”. “Se fosse exclusivamente meu, ainda teria menos dois milhões de euros” referiu José Carlos Alexandrino. O documento, porém, sofreu críticas dos elementos do PSD, de Luís Lagos (CDS/PP), e fundamentalmente do agora deputado António Lopes (destituído da presidência da AM, num processo entregue à Justiça e que segue os tramites legais) que devidamente documentado foi o alvo das maiores atenções em termos de oposição, perante um presidente da autarquia que respondeu de forma vaga a algumas questões que lhe foram colocadas, evitando outras.

_DCS0125 (Medium) José Carlos Alexandrino, na defesa do documento, sublinhou que este é um orçamento de rigor, que procura apoiar os empresários de forma a acederem aos fundos comunitários, assim como contempla uma aposta na família, solidariedade e acção social. “Temos o projecto Casa Digna, em parceria com as Juntas de Freguesia, dotado de 150 mil euros que, acredito, irá ajudar a recuperar muitas famílias”, referiu o autarca, que falou ainda sobre a modernização da autarquia. “Conseguimos 150 mil euros de financiamento, ou seja, cem por cento para renovação administrativa”, frisou.

Os argumentos não convenceram os elementos da oposição, nem António Lopes. O homem que foi eleito para presidente de Assembleia Municipal considerou que o documento apresentado pouco difere em termos de prioridades dos anteriores. “A Cultura Desporto Juventude e Tempos Livres é o capítulo privilegiado deste executivo, com um grau de execução de 99,32 por cento. É o item rei do orçamento Municipal, em termos de execução financeira. Como as críticas são muitas, inventou-se uma originalidade. Corta-se ao ‘irmão mais velho’ (Apoio aos Clubes) e aumenta-se ao ‘irmão mais novo’ ‘Associações Desportivas sem fins Lucrativos’, que vai levando a fatia que se corta ao ‘mais velho”’, começando assim António Lopes que culminou na maior oposição ao executivo. “Recapitulando, 432,5 mil euros em 2013, 400 mil em 2014, 430 mil agora para 2015, mais 30 mil euros do que o ano passado. Dito de outra maneira, falte onde faltar para a bola não falta. Não é difícil compreender porquê. Pessoalmente, não tenho nada contra a bola, o que tenho são prioridades e, não são estas”, sublinhou. “Não gosto de bola mas apoio, o senhor andou lá porque lhe pagaram. Não gosto de festas, mas já paguei algumas. Não me consta que senhor alguma vez tenha lá posto alguma coisa”, rematou.

António Lopes ainda deixou algo irritado o executivo quando chamou a atenção para a redução do montante atribuído ao incentivo municipal à frequência do ensino superior por parte de estudantes carenciados. Ao ouvir isto, o vice-presidente Francisco Rolo não se conteve, mexeu-se nervosamente na cadeira, e começou a dizer que era mentira. Algo a que António Lopes respondeu com documentos. “No ensino superior, estavam orçamentados, em 2013, 66 mil euros. Foram gastos, no total 52 888,50 euros, o que representa 80,13%. Em 2014 estavam orçamentados 70 mil euros para este apoio. Não sei quanto foi gasto. Mas sei que, neste orçamento, baixou para 50 mil” explicou pedindo à mesa para verificar os documentos, antes que lhe fosse cortada a palavra pelo presidente da Assembleia Municipal Rodrigues Gonçalves. “O senhor está aí sentado, não sabe Deus como, nem por quanto tempo e manda-me calar a mim que fui eleito pelo povo?”, questionou António Lopes.

_DCS0120 (Medium)

A seguir, Lopes voltou a surpreender o executivo e os seus apoiantes ao criticar os montantes destinados ao apoio à família e acção social. “O apoio à natalidade teve orçamentado, 125 mil em 2013, cem mil o ano passado, 126 mil este ano. Só que, em 2013 foram gastos neste subsídio 34 051,67 euros, isto é 27,24 por cento. Em 2014 a rubrica Família, Solidariedade e Acção social, tem nas Gops 750 mil euros, mas agora aparecem 539 900,00 euros e foram gastos, até 30 de Novembro, 185 876,71 euros, o mesmo é dizer 34,43 por cento”. Algo que o  presidente da concelhia do PS não gostou, perguntando se andavam todos a ver os mesmos papéis. António Lopes pediu-lhe então para verificar o que tinha em mãos, sublinhando que o importante não era o que estava orçamentado, mas o que era efectivamente gasto.  Carlos Maia olhou para os documentos e ficou sem resposta.

O deputado Nuno Vilafanha (PSD) disse esperar que esta política de rigor não seja para gastar depois em ano de eleições e que este orçamento demonstra falta de estratégia do executivo. “É mais um ano perdido para o concelho de Oliveira do Hospital, que precisa muito mais. Não podemos aceitar que a Câmara Municipal adormeça”, explicou, lamentando que a Agricultura e floresta não estejam contempladas no orçamento. “Também não há obras estratégicas. Este orçamento não fixará as pessoas”.

_DCS0121 (Medium)                                                       Ex-presidente Mário Alves marcou presença na AM

Também Luís Lagos (CDS/PP) começou desde logo por dizer que iria votar contra. “Sei que é difícil ser Presidente da Câmara nesta fase, mas mesmo sendo difícil poderia fazer melhor. Vai gastar mais em cultura e desporto que no apoio à família, vai gastar mais em desporto e cultura que em desenvolvimento. Seja amigo do investimento”, aconselhou este deputado, que questionou os resultados da BLC3. “Pode ser um instrumento de criação de emprego e desenvolvimento, mas a sensação que existe é que se deposita ali dinheiro para pagar salários. É preciso mostrar resultados”, rematou.

A AM aprovou ainda o parecer positivo do executivo ao projecto de Decreto-lei que visa a criação do Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água e Saneamento de Lisboa e Vale do Tejo. José Carlos Alexandrino referiu que se a lei for colocada em vigor pelo Governo, os custos vão diminuir substancialmente e permitir outro fôlego financeiro à autarquia.

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  • Politicalex

    Eu ainda gostava que alguém me explicasse o que se faz com 150 mil euros , em termos de habitação. Cenco e cinquenta mil euros não dá para um apartamento de jeito. Se for em Lisboa para sinal. Se for em Paris pode ser que chegue para a escritura.Para a sisa, não chega, de certeza…Enfim…

    • Remax

      Acho que se consegue um T2 em Évora.
      Se for com vista para o estabelecimento prisional, já não chega.

  • alguem

    quase 19 milhoes de orçamento e não há os tais 105 mil euros para alcatroar 2 km de estrada….enfim…

  • Politicalex

    O País e o Concelho..! !18 anos depois, ninguém se preocupa em mudar o que quer que seja. Confrange ver o conformismo da nossa Assembleia a incapacidade e incompetência da nossa Câmara…Enquanto isto, e segundo o Senhor Presidente, sente-se realizado porque lhe vão “mendigar” à 4ª feira e sente-se a divina providência arranjando cem euros por 33 horas de trabalho..ao mesmo tempo que esbanja o orçamento em festas e bola, como os números da notícia demonstram.Estranha visão do que é “governar”..!

    Um retrato de Portugal feito por Guerra Junqueiro há 118 anos, mas duma actualidade aterradora

    “Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como
    que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta.Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula,não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima,descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na política portuguesa sucedam, entre a
    indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no
    Limoeiro.Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País.
    A justiça ao arbítrio da Política,torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas.
    Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendo
    ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras,
    idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo
    zero, e não se malgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém
    deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de
    jantar.”

    Guerra Junqueiro, 1896

    • Guerra Junqueiro

      Do que me foste lembrar Politicalex, do que me foste lembrar.
      Hoje, tal como a altura: “Is good to be the King”.

      Cumprimentos
      Guerra Junqueiro

  • Guerra Junqueiro

    O mais engraçado de tudo, é que foi o Sr António Lopes que explicou o orçamento a quem o fez!!! Estava mais por dentro do que o executivo. Que vergonha para quem nos (des)governa e para quem lhe dá apoio, mesmo em curtos períodos de 5 minutos conseguiu mostrar a diferença entre o saber e a incompetência.
    Até já os deputados socialistas, se afastam do executivo, chegando a afirmar que esta norma, dos 5 minutos, foi criada de propósito para não deixar falar o 1º Eleito à Assembleia Municipal.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

    • Combate

      “Guerra Junqueiro”: O gozo é que eles tomam decisões e pensam que o António Lopes não as sabe no momento. A resposta aos 5 minutos, foi um mail ao “presidente da Assembleia Municipal (em exercício), como o AL o trata, dizendo-lhe que, a partir de agora, vai fazer a oposição na Praça Pública. E anunciou-o na AM. Sabe mais de política a dormir que aquela gentinha toda, acordada. Aquele último ponto da água, quando lhe jogou com os documentos para cima da mesa, foi o que em Boxe se chama “KO”..! Foi triste de ver o que estes socialistas entendem por democracia..! Não é por acaso que o “Deus” está em Évora…Com tempo, vamos ter os “Santos”. Quem assim se comporta, dificilmente pode ter outro fim… E fala o actual Presidente da AM no frontespício..! (Altar maçon que está por detrás da mesa da Assembleia Municipal)…Estranho conceito de Liberdade.Igualdade Fraternidade..!

      • Guerra Junqueiro

        Caro Combate;

        Meteu dó ver a tareia politica e social que o António Lopes lhes deu.
        O Presidente da Câmara não conseguiu responder a nenhuma questão. Ainda estou para saber o que foi lá fazer. Pelo menos levou umas lições de alguém que sabe o faz e o que diz. Mas valha-nos Deus, devia ter ido preparado para as explicações pedidas!!! Enfim, todos sabemos que é impossível um homem aprender aquilo que “pensa” que sabe.
        Rolo, Graça, Ribeiro e o restante Ramalhete, (pobre) Mesa incluída, entraram mudos e saíram calados, foi o melhor que fizeram, pelo menos não disseram asneiras. Já o mesmo não podemos dizer do cronometrista Gonçalves, pois lá ia abrindo a boca para obrigar a fechar a do Lopes, no final, saiu à Francesa, desaparecendo em menos de 5 minutos. Não deixou saudades.
        Já o “ilustre” presidente do PS, que não soube defender o que afirmou, deve ainda agora andar aos papeis.
        Para a próxima, para não fazerem tristes figuras, estudem melhor a lição e em caso de necessidade, com a devida antecedência perguntem ao Lopes.

        Cumprimentos
        Guerra Junqueiro

  • castor

    Este jornal brinda-nos com cada
    prenda!.
    Um ex presidente chefe de uma equipa coveira do concelho. Um segurador
    exemplo completo de coerência. Uma mesa
    recheada dos mais incompetentes e
    oportunistas que o concelho teve nos últimos 30 anos . Temos de levar de seguida com um pseudo revoltado
    expulso pelos Xuxas companheiros de festas e estrada e que durante quatro anos
    achava estes incompetentes os maiores e
    que agora ao apresentar estes números,demonstra ter estudado a lição, muita competência e preocupação . Mas para um
    concelho com esta gente vale de pouco .Da próxima, para que a história e
    coerência não o esqueça, devia era também
    apresentar o nº de festas em que participou com os rapazolas que agora critica e
    onde não se cansava de elogiar o que um qualquer simples cidadão pensante e
    conhecedor das capacidades das pessoas eleitas
    via ao fim de uns meses , isto é , que o fogo de artificio ia correr mal
    . Como não chega a noticia ainda
    publicita dois rapazolas da oposição (?) sem chama e traquejo a mandar uns papos para chochos lerem e
    acreditarem . Enquanto isso o concelho
    definha para alguns e estimula o
    oportunismo , mediocridade e o bolso de uns quantos .

  • António Lopes

    “Castor”: Não sei qual o “castor” a contraditar. Se com o eficiente “engenheiro de barragens”, se com o eficaz destruidor da “floresta”. Já alguém disse que, argumentando, não há problema que não se resolva. Sem conceder, reconheço que o princípio é verdadeiro para ambos. Para facilitar, lançava-lhe um desfio : onde e em quantas “festas”, me viu a defender a actual liderança? Depois, eu, não sou nem um “pseudo”, nem um “revoltado”. Com alguma pretensão, posso ser um revolucionário, que é coisa bem diferente.Não para si, mas para os leitores, um revoltado tem uma emoção de momento.Um revolucionário faz disso uma forma de estar na vida. E como uma revolução nunca acaba e a perfeição dificilmente se atinge, o revolucionário é revolucionário sempre.Entenda-se por revolucionário, aquele que quer mudar a sociedade no sentido da justiça e perfeição, não aquele que anda a fazer a revolução armada, para o que também tenho alguns conhecimentos.Os “Xuxas” não me expulsaram.Eu afastei-me, progressivamente, praticamente desde o início, com expressão pública em 28 de Dezembro de 2013.Consciente das responsabilidades que me foram depositadas,tentei corrigir os desvios que entendia deviam ser corrigidos, em atenção à significativa maioria que depositou confiança no projecto.Quando constatei que o desvio era irreversível, a ruptura tornou-se, também ela, irreversível.Se falar com qualquer socialista, todos lhe dirão que era a pior oposição, não o tal deslumbrado que os considerava os “maiores”. Conheço demais o PS e a sua história,para merecer o meu deslumbramento, sequer a confiança.Como conheço a definição de classes.Os principais protagonistas do projecto, andaram descalços e estudaram à luz da candeia, tal como eu.Para dizer que, sociologicamente, são Povo como eu.Só que, uns esquecem-se e têm vergonha.Outros têm nisso orgulho.Penso ser o meu caso.Penso…Dói-me muito ver o Povo no poder e esquecer-se das suas origens, comportando-se como aqueles que, ao longo dos séculos, sempre oprimiram o Povo.A questão é esta.
    As poucas festas em que efectivamente participei e a forma como se conseguiu o êxito das mesmas, foram o principal motivo de roptura.O mal não foi ter participado.Foi ter participado pouco.Talvez tivesse tirado conclusões mais cedo.Penso já ter esclarecido que, sendo o PS minoritário, no anterior mandato, sendo a oposição maioritária, a esta competia questionar os desvios e excessos.Alguma vezes alertei que a AM fazia os serviços mínimos.Vezes sem conta o Presidente da Câmara declarou ser eu a principal oposição.Leia as actas.Quando o PS obteve a maioria, cedo percebi que a mim competia o contraditório e o equilibrio, numa perspectiva de equilibrios de poder, previstos na lei e na actividade política.. Bem brandi o artº 239 da Constituição e o 5º e 44º da lei das autarquias, lei 75/2013. Só que. os políticos interessam-se muito pelo Povo e estão dispostos a tudo, no mês anterior às eleições.Depois, como foi ponto de honra na última Assembleia, interessa o minímo de discussão e debate,interessa ir almoçar cedo, interessa colocar as namoradas, os filhos,as esposas as amantes, os amigos, os vizinhos e o mais que possa dar voto e conforto familiar.Se conhecer, diga um caso, um m que seja, com familiares, amigos vizinhos etc colocados a meu pedido..Recomendei um membro da Comissão Política do PS,pelo desempenho e capacidade demonstrada que, reconheço, foi motivo de muita discussão.Não pelo que foi argumentado, mas, por relacionamentos antigos que eu, não tinha que equacionar.Como as revoluções se fazem com revolucionários e conclui que só me rodeavam situacionistas e conservadores, naturalmente não podia continuar.A partir daqui, esclerecido que penso fica, as conclusões ficam com quem as tira, sejam elas quais forem.Sei, de saber feito, que mudar uma sociedade leva cem anos.Só temos quarenta.Como revolucionário sei que não serei eu a concluir a missão.
    Naturalmente, este comentário, não se faz em resposta a um a anónimo.Para dizer que, aproveitei o momento para manifestar a posição aos Munícipes, não ao “Castor” por muito respeito que o “Castor” me possa merecer. E merece. Pelo menos enquanto continuar a ser um anónimo.Uma vez identificado necessariamente, será feita a natural avaliação.

  • castor

    Gostei de ler as suas explicações ,percebi-as, respeito-as .
    Mas não se preocupe muito que os festarolas continuarão . Eles continuarão mandar ,com tudo minado . Um povo amorfo liderado por pseudodemocratas Xuxas

  • JPCruz

    Vergonha é quando este Executivo do PS andou a fazer ” pura propaganda” a dizer “tudo pelas pessoas” e quando vamos ver a execução a área mais importantes deveria ser a parte social vemos que para este executivo é as festas e o futebol que são mais importantes do que as pessoas. Mais o senhor presidente da câmara afirmou que a cultura também se aposta muito mas onde em Oliveira do hospital? a Cultura para este executivo pensa que cultura são as festas? é o futebol? aqui as uns tempos vi num jornal que o concelho de Oliveira do hospital é o concelho que se menos investe na cultura por isso não sei como o SR Presidente diz que investe na cultura. Veremos cenas dos próximos capítulos…
    Saudações comunistas