Os assaltantes partiram, esta noite, a montra de uma papelaria da cidade de Oliveira do Hospital e roubaram tubagens em cobre que se encontravam no interior de um prédio em construção, junto à rotunda de homenagem ao empresário.

Partiram montra e roubaram cobre de prédio em construção

Imagem vazia padrãoA GNR de Oliveira do Hospital tomou conta das ocorrências, mas não foram ainda identificados os autores dos assaltos.

O furto do cobre foi detectado ao início da manhã pelos trabalhadores da obra que ao darem por falta do material alertaram as autoridades. Os tubos de cobre eram destinados ao sistema de aquecimento a instalar no prédio.

O proprietário da livraria Pérola recebeu o alerta mais cedo – cerca das 5h00 – pelas autoridades que foram chamadas ao local por vizinhos que deram conta do sucedido. “Os vizinhos ouviram a montra a partir e logo chamaram a GNR”, contou ao diário online do Correio da Beira Serra, o proprietário António Moreira, frisando que quando chegou ao local estava lá a GNR. Segundo contou, no interior da papelaria estavam três paralelos que terão sido usados para partir a montra, acabando também por destruir alguns artigos em louça que aí se encontravam expostos. “Eles – a vizinhança diz ter visto três indivíduos – nem chegaram a entrar, porque ouviram os vizinhos a levantar os estores”, referiu António Moreira que disse não dar por falta de nada no interior da loja. Acredita contudo que os assaltantes teriam em mente o dinheiro da caixa, jogos de computador e o tabaco.

Em apenas uma semana foram já três os assaltos ocorridos na cidade. Ao diário online do CBS, o sargento-mor Martins do Destacamento Territorial da GNR da Lousã recusa a ideia de se estar em face de uma onda de assaltos, notando que se trata de um ciclo. “Há alturas em que parece que se liga um interruptor e ocorrem vários assaltos, mas que acabam por abrandar durante uma temporada”. Não discorda, contudo, de que este “ciclo” está a “fugir à rotina de Oliveira do Hospital”. O sargento-mor Martins aponta ainda o dedo a questões sociais como “o consumo de droga e o desemprego que podem levar ao aumento da actividade delituosa”. Mas, salvaguarda que os assaltos não ocorrem apenas em Oliveira do Hospital, mas “um pouco por toda a região”, mostrando-se preocupado com o “incremento de furtos registado na Lousã”.

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