PCP acusa PS, PSD e CDS/PP de impedirem ao concelho dotação de “900 mil euros” no PIDDAC

… de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC).

Lembrando que a dotação reservada ao município se ficou pelos 145 mil euros – considerada como sendo uma “miséria” – a estrutura local do partido adianta em nota de imprensa enviada ao correiodabeiraserra.com que na discussão “na especialidade”, do Orçamento de Estado na Assembleia da República, o Grupo Parlamentar do PCP apresentou várias propostas de mais dotações de verbas para obras a realizar no distrito de Coimbra e município de Oliveira do Hospital.

De um total de 21 milhões de euros propostos pelo PCP, 900 mil estariam destinados ao concelho. Para a Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital (ESTGOH), o partido propunha 500 mil Euros, reservando 50 mil para o projecto para piscinas na Cordinha, 250 mil para equipamentos para lares de idosos da Cordinha e de Avô e, 100 mil Euros para a Biblioteca Municipal de Oliveira do Hospital. O PCP viu ainda chumbada a proposta de dotação global de dois milhões de Euros para o combate ao Nemátodo.

Para além de denunciar o chumbo pelo PS, PSD e CDS/PP, acusando os partidos de “roubar” a possibilidade de o município ter mais 900 mil euros em PIDDAC, o PCP de Oliveira do Hospital sustenta ainda que tal atitude demonstra desprezo pelo concelho e pela região. “Não merecem os votos que têm obtido nas eleições”, acrescenta a estrutura local, criticando argumentos como “não faz mal” em face da não existência de verbas em PIDDAC.

Em nota de imprensa, a estrutura local diz estar em face de “um conjunto de mentiras que apenas serve para atrasar o que tem de ser feito”, referindo-se aos casos concretos do IC6 e do IC7 e das novas instalações para a ESTGOH.

“Os mesmos que vão prometendo e adiando as obras de que o concelho tanto necessita são os mesmos que vão acabando com a fiscalização democrática não permitindo que partidos e populações conheçam os projectos e as suas dotações”, sustenta o PCP, denunciando que tal atitude “atenta contra a transparência democrática dos processos servindo para facilitar o tráfico de influências e os favores político-partidários por parte do governo no poder”.

Contestando a situação, o PCP propõe “a ruptura democrática com as políticas de direita e de desastre nacional”. Em nota de imprensa a Comissão Concelhia garante ser “possível outra e melhor política para o concelho e para o país”.

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