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PJ investiga causas de incêndio na empresa Beiragel em Viseu

A Polícia Judiciária está a averiguar as causas do incêndio que deflagrou hoje de madrugada na empresa na Beiragel,  empresa do concelho de Viseu dedica-se ao comércio e transformação de produtos alimentares congelados. O fogo foi dominado às 10h09 e, em declarações aos jornalistas, o segundo comandante dos Bombeiros Municipais, Rui Nogueira, afirmou que, de acordo com informações que teve, o incêndio terá começado “na parte posterior traseira” da empresa, localizada na freguesia de S. João de Lourosa, junto à Estrada Nacional 231.

“As causas e os motivos estão a cargo da Polícia Judiciária, que já se encontra no local”, frisou. Rui Nogueira disse ainda que o incêndio, que teve início perto das 06h30 de hoje, atingiu “uma área de cerca de três mil metros quadrados, com muito material que logo de início começou a arder com bastante intensidade”.

O responsável referiu que, nessa altura, nenhum dos cerca de 90 trabalhadores estaria dentro da empresa.”Neste momento, só temos uma vítima a registar, que está a ser apoiada por um médico”, afirmou, referindo-se ao dono da Beiragel, que chegou ao local cerca das 10h00 e, poucos minutos depois, se sentiu mal e teve de ser levado em braços para uma ambulância.

Rui Nogueira explicou aos jornalistas que “foi necessário proteger as exposições exteriores e esse objectivo foi conseguido com sucesso”. “Conseguimos evitar que o incêndio propagasse aos edifícios contíguos, nomeadamente uma serralharia e uma serração”, realçou, sublinhando que, inicialmente, a estratégia foi defensiva, “ou seja, proteger as exposições do foco de incêndio, que era de grandes dimensões”. Depois, foi iniciada uma estratégia ofensiva, para “fazer acções penetrantes na infra-estrutura”, de forma a chegar a um foco de incêndio que ainda estava activo.

O segundo comandante dos Bombeiros Municipais de Viseu referiu que na fábrica havia muito material inflamável, como “o material da infra-estrutura, do telhado, plásticos, embalagens, madeiras e matérias-primas”. O trabalho dos bombeiros vai demorar ainda várias horas, porque é preciso “fazer o rescaldo adequado para garantir que não há nenhuma reactivação”.

, empresa do concelho de Viseu que se dedica ao comércio e transformação de produtos alimentares congelados. Em declarações aos jornalistas a meio da manhã, o segundo comandante dos Bombeiros Municipais, Rui Nogueira, afirmou que, de acordo com informações que teve, o incêndio terá começado “na parte posterior traseira” da empresa, localizada na freguesia de S. João de Lourosa, junto à Estrada Nacional 231.

“As causas e os motivos estão a cargo da Polícia Judiciária, que já se encontra no local”, frisou. Rui Nogueira disse ainda que o incêndio, que teve início perto das 06h30 de hoje, atingiu “uma área de cerca de três mil metros quadrados, com muito material que logo de início começou a arder com bastante intensidade”.

O responsável referiu que, nessa altura, nenhum dos cerca de 90 trabalhadores estaria dentro da empresa.”Neste momento, só temos uma vítima a registar, que está a ser apoiada por um médico”, afirmou, referindo-se ao dono da Beiragel, que chegou ao local cerca das 10h00 e, poucos minutos depois, se sentiu mal e teve de ser levado em braços para uma ambulância.

Rui Nogueira explicou aos jornalistas que “foi necessário proteger as exposições exteriores e esse objectivo foi conseguido com sucesso”. “Conseguimos evitar que o incêndio propagasse aos edifícios contíguos, nomeadamente uma serralharia e uma serração”, realçou, sublinhando que, inicialmente, a estratégia foi defensiva, “ou seja, proteger as exposições do foco de incêndio, que era de grandes dimensões”. Depois, foi iniciada uma estratégia ofensiva, para “fazer acções penetrantes na infra-estrutura”, de forma a chegar a um foco de incêndio que ainda estava activo.

O segundo comandante dos Bombeiros Municipais de Viseu referiu que na fábrica havia muito material inflamável, como “o material da infra-estrutura, do telhado, plásticos, embalagens, madeiras e matérias-primas”. O trabalho dos bombeiros vai demorar ainda várias horas, porque é preciso “fazer o rescaldo adequado para garantir que não há nenhuma reactivação”.

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