Anoitecer em Alvôco. Autor: Alexandre Relvas

Poetizar Alvôco. Autor: Alexandre Relvas.

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Ouve-se o silêncio junto ao rio
Sob o céu do mundo;
A electricidade da alma
Move a liberdade nas águas límpidas

As paixões cantam sobre as águas
E o corpo estende-se entre as pedras
No perfume natural da liberdade;

Cheira-se a felicidade do sol,
Canta-se incessantemente a vida
E o tempo diminui na moldura montanhesa da aldeia.

Afasta-se o caos com o toque da face na água
E explode-se o vulcão da paz dentro da alma.

Os pássaros cantam como se renascesse a vida
E há-de alguém ouvir a sua melodia
Para se apaixonarem nas margens do rio Alvôco.

foto_2054Autor: Alexandre Relvas

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  • Bravo!

    Bravo, bravo e… bravo!

    É deveras surpreendente e gratificante ver que os nossos jovens não esqueceram as suas raízes.

    O que eu acabo de ver é um genial hino à poesia, digno de figurar nos mais altos estandartes da literatura regional e, quiçá, nacional!

    Parabéns Alexandre. Continue com este projecto magnífico.

    E lembre-se: a crista da onda está longe, portanto continue a surfar, e continue, continue…

  • Guerra Junqueiro

    Parabéns ao jovem Poeta Relvas por este hino ao rio Alvôco com que brilhantemente nos brindou.
    Acredito que tal como o seu homónimo, e não me estou a referir ao Miguel, mas sim ao O’Neill, tenha necessidade de uma boa dose surrealista para entender o concelho em que vivemos e as politicas que por cá se praticam, que levam à fuga de mentes como a sua para outras paragens.
    Peço-lhe então que continue com essa veia poética e quiçá levando a cabo uma Ode ao Alvôco.
    Terminando com uma citação que notabilizou O’Neill «Há mar e mar, há ir e voltar», digo-lhe; Há rios e rios, e há o Alvôco.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro