Presidente do IPC apela à criatividade para que se encontrem “alternativas de instalação” da ESTGOH

“Temos que saber encontrar alternativas de instalação…temos que ser criativos e colocar outras hipóteses”, afirmou ontem o presidente do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC), quando participava no que apelidou de um momento que ficará para a história da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital (ESTGOH).

Tratou-se da tomada de posse de Jorge Almeida no lugar de primeiro presidente daquela unidade orgânica afecta ao IPC e que, ontem, assistiu ao culminar do período de instalação da ESTGOH.

“A ESTGOH atingiu a maioridade”, considerou Rui Antunes, manifestando o orgulho sentido pelo IPC relativamente à “capacidade que tiveram em instalar uma escola que todos vaticinavam, por julgarem que seria uma escola com sucesso limitado”.

“Mostra que se tratou de uma aposta acertada do IPC e visionária dos que pensaram a escola e a promoveram”, continuou Antunes, destacando o empenho de anteriores direcções lideradas por Francisco Neves – também esteve presente na cerimónia – e Nuno Fortes.

Ciente das capacidades do primeiro presidente da ESTGOH – “é a pessoa certa para o lugar certo”, frisou – e entendendo estarem “reunidas condições para um mandato profícuo”, Rui Antunes não deixou de fazer referência àquela que contínua a ser a grande lacuna da ESTGOH e que são as suas instalações ainda provisórias.

Porque considera que “num horizonte próximo, não é projectável a construção de uma nova escola”, o responsável acabou por desafiar a Câmara Municipal – “tem sido uma aliada pelo empenhamento que teve no passado e pelo que tem hoje”, considerou – para que sejam encontradas “alternativas de instalação”.

“Temos que ser criativos e colocar outras hipóteses. Provavelmente haverá outras soluções que poderão ser igualmente viáveis, interessantes e bastante boas para resolver o problema de espaço”, afirmou Antunes, mostrando-se ainda satisfeito pelo facto de o IPC integrar a Plataforma de Desenvolvimento da Região Centro dinamizada pela autarquia. “Esperamos estar à altura do desafio lançado”, sublinhou.

“Precisamos de mais espaço e conforto para os nossos alunos”

A questão das instalações mereceu também a atenção do primeiro presidente da ESTGOH que, destacou a necessidade de “mais espaço e mais conforto”, para os cerca de 500 alunos que actualmente frequentam aquela unidade de ensino superior.

“As instalações são as minhas maiores preocupações”, afirmou Jorge Almeida, comprometendo-se a “tudo fazer” para resolver o problema. Neste domínio e porque entende que é “uma questão de estratégia”, considerou que “a ESTGOH e a autarquia não podem deixar de se entender”.

No lugar de primeiro presidente, Jorge Almeida assumiu ontem o comando da ESTGOH e sublinhou todo o percurso realizado por anteriores equipas e, que permitiu que a escola, apesar das dificuldades, venha cumprindo o “seu papel de dinamizadora”.

“Estamos a fazer mais com menos e a fazer sacrifícios”, verificou, notando que “na ESTGOH um mais um é igual a três”. “Somos claramente ambiciosos, queremos mais e muito mais”, frisou, referindo-se à escola a que agora preside como “um ponto cardeal”.

Para além da tomada de posse de Jorge Almeida, a cerimónia de ontem ficou ainda marcada pela tomada de posse do vice-presidente Mateus Mendes.

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