Presidente do IPC quer converter as seis escolas em apenas duas

 

Depois de a proposta de transferência de cursos, alunos, professores e funcionários da ESTGOH para Coimbra não ter surtido efeito, o presidente do Instituto Politécnico de Coimbra pretende aglomerar as seis escolas afetas ao IPC em dois pólos educativos distintos.

Isto mesmo consta da proposta que Rui Antunes pretende apresentar ao Conselho de Gestão do IPC que, na última semana, votou pela criação de uma comissão destinada a avaliar a oferta formativa do IPC que deve apresentar os primeiros resultados até ao final de 2011.

De acordo com informação avançada esta quarta-feira pela imprensa regional, o presidente do IPC está decidido a levar por diante os cortes a que está obrigado, pelo que chega a admitir que tal venha a acontecer ao nível da direção das escolas.

É com base neste pressuposto que, Rui Antunes defende a agregação das escolas em duas áreas: Tecnologias (ISEC, Agrária e Escola de Tecnologias de Saúde, num total de seis mil alunos) e Gestão e Ciências Empresariais (Escola Superior de Educação, Instituto Superior de Contabilidade e Administração e Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital perfazendo cinco mil alunos).

Na opinião de Rui Antunes, esta reorganização escolar possibilitará a aproximação de áreas de estudo e a realização de ações de formação e investigação conjuntas. Não deixa, porém, de encarar a dispersão geográfica das escolas do IPC como um obstáculo à concretização daquele objetivo.

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